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Incêndio na Póvoa de Varzim deixa 12 pessoas desalojadas

Três pessoas ficaram feridas. A EN 13, que liga Viana ao Porto, irá permanecer cortada naquela zona.

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Foto: Facebook de João Edgar Teixeira

O incêndio que deflagrou esta manhã num edifício da Póvoa de Varzim, no distrito do Porto, causou três feridos ligeiros, confirmou o comandante dos Bombeiros Voluntários locais, e vai deixar doze pessoas desalojadas.

Segundo Francisco Nova, três pessoas foram transportadas para o Centro Hospitalar Póvoa de Varzim/Vila do Conde, devido inalação de fumos e hipotermia.

O comandante explicou que as chamas deflagram no piso superior do edifício, onde funcionava uma pensão, e acabaram por afetar um restaurante no piso térreo e, também, a cobertura do edifício contíguo.

Devido ao nível de destruição, doze pessoas que habitavam na pensão, que estava alugada à Segurança Social, vão ficar desalojadas, estando o serviço de Ação Social da Câmara Municipal a tentar encontrar soluções, disse à Lusa fonte da autarquia.

O incêndio ocorreu na rua Paulo Barreto, que faz parte da Estrada Nacional 13, que liga o Porto a Viana do Castelo, e que permanecerá cortada no local durante as próximas horas, para que se possam efetuar os trabalhos de rescaldo.

Estiveram envolvidos nas operações, desde o alerta para o fogo às 07:19, 30 operacionais, com o apoio 12 veículos.

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Incêndio perto de Melgaço lavra no parque natural de Xurés, na Galiza

Perto da fronteira com Portugal

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Um incêndio florestal ativo está a lavrar no parque natural de Xurés, no sul de Ourense, tendo já queimado 40 hectares de floresta, segundo as estimativas iniciais do Ministério do Meio Rural.

O local fica a cerca de cinco quilómetros da fronteira com o Minho e a menos de 10 do centro da vila de Castro Laboreiro, no concelho de Melgaço.

O incêndio, que começou minutos antes da meia-noite, na freguesia de San Xes de Vilariño, no município de Lobeira (Ourense), está a ser combatido por dois agentes florestais e quatro brigadas, com recurso a quatro motobombas.

Esperamos que em breve sejam incorporados os meios aéreos, refere o ministério num comunicado.

Além deste incêndio, o departamento autónomo deu conta da extinção, esta madrugada, de outro incêndio florestal em Padrenda (Ourense), após ter consumido 21 hectares.

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Crianças em contentores no Hospital São João transferidas até ao verão para o edifício

Há dez anos que o hospital tem um projeto para construir uma ala pediátrica, mas desde então o serviço tem sido prestado em contentores

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Foto: DR

O Hospital de São João, no Porto, avançou hoje que, até ao final do verão, as crianças internadas em contentores serão transferidas para o edifício principal e que as obras da ala pediátrica deverão estar concluídas em 2021.

“Tem sido nossa preocupação e da tutela em progressivamente retirarmos as crianças dos contentores”, onde estão a pediatria e neurocirurgia, afirmou na Comissão Parlamentar de Saúde José Artur Paiva, que está a presidir interinamente desde fevereiro o Centro Hospitalar Universitário de São João (CHUSJ).

O ex-diretor clínico do hospital adiantou que estão a ser feitas obras no piso oito do hospital, o que vai permitir “a deslocalização de um serviço que também está em contentores que é a neurocirurgia para esse piso” e com isso agrupar toda a hematooncologia no mesmo local.

“Nós poderemos, e é este o plano, colocar toda a área cirúrgica da pediatria em áreas em que há deslocalização destes serviços, nomeadamente no piso quatro que poderá vir a conter no final de maio toda a área cirúrgica da pediatria”, adiantou José Artur Paiva na comissão, onde foi ouvido a pedido do CDS-PP.

Avançou ainda que, até ao final do verão, a oncologia pediátrica poderá também ser deslocalizada para o interior do hospital.

“Com isso o que restará do edifício externo é a parte de alvenaria. Ou seja, não terá a parte dos contentores”, afirmou José Artur Paiva.

Questionado pelos deputados sobre a construção da ala pediátrica, José Artur Paiva afirmou que a história da ala pediátrica tem “um passado tortuoso, complicado e difícil, uma estrada de pedras”.

“Mas eu creio que, acreditando na bondade das pessoas e acreditando que todos queremos o bem das crianças, dos pais das crianças, das famílias e dos profissionais” que estão criadas as condições para “o fim dos contentores no verão deste ano e a ala pediátrica pronta em 2021”.

Para José Artur Paiva, o momento é de “felicidade e estabilidade”, porque “finalmente estão constituídas as condições para com cofinanciamento público poder ser construída a ala pediátrica do Centro Hospitalar São João”. Foi deslocada uma verba para a conta do hospital de 19,8 milhões de euros e há também um valor de três milhões de euros que engrossou o capital social e que pedimos que fosse adjudicado à ala pediátrica, disse, adiantando que a obra deverá arrancar no segundo semestre deste ano com a previsão da sua conclusão anos.

Relativamente à tomada de posse da parcela de imóvel, José Artur Paiva disse que decorridos os três meses no início de março e não tendo havido entrega do terreno por parte da Associação Joãozinho, o hospital comunicou oficialmente na semana passada à associação Joãozinho que tem um prazo de 10 dias úteis em relação à emissão da carta para entregar o terreno.

“Estamos certos que o interesse de toda a gente, porque as pessoas são de bem, é a construção da ala pediátrica e estando assegurado o tripé [financiamento público, projeto de execução da obra e a posse da parcela de imóvel] não vemos razão para que o projeto não seja executado”, vincou.

O Conselho de Administração do Hospital de São João, que terminou o mandato no passado dia 31 de dezembro, pediu no início de janeiro a renúncia de funções explicando na altura que a decisão pretendeu “facilitar a sua substituição da forma mais rápida possível”.

O Hospital São João tem sido notícia nos últimos meses devido às obras de construção da ala pediátrica, a funcionar há cerca de dez anos em contentores.

Há dez anos que o Hospital de São João tem um projeto para construir uma ala pediátrica, mas desde então o serviço tem sido prestado em contentores.

O parlamento aprovou em 27 de novembro, por unanimidade, a proposta de alteração do PS ao Orçamento do Estado para 2019, de forma a prever o ajuste direto para a construção da ala pediátrica.

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Trás-os-Montes: Dois mortos em queda de aeronave

Piloto da TAP, de 26 anos, e empresário, de 60

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Foto: DR

Duas pessoas morreram este sábado na sequência da queda de uma aeronave ligeira em Bragança, disseram à Lusa fontes do INEM e do Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Bragança.

Segundo fonte do CDOS de Bragança, o alerta para uma “explosão e queda de aeronave ligeira” na zona de Aveleda e Rio de Onor, foi dado às 17:54.

As fontes do CDOS e do INEM confirmaram que duas pessoas morreram no acidente.

As duas vítimas mortais do acidente são um piloto da TAP de 26 anos e um empresário de 60, ambos daquela cidade e membros do Aeroclube de Bragança.

Uma testemunha, Flávio Alves, habitante da aldeia de Varge, situada junto ao local da queda, relatou ter visto o avião “a passar várias vezes” e que, no momento do acidente, ouviu “uma explosão” e viu “peças a cair”.

Fonte do Gabinete de Prevenção e Investigação de Acidentes com Aeronaves e de Acidentes Ferroviários (GPIAFF) disse à Lusa que vai enviar uma equipa para o local, para iniciar uma investigação.

Este é o primeiro acidente aéreo com vítimas mortais ocorrido em Portugal este ano.

No local estavam, cerca das 18:30, segundo o CDOS, 15 bombeiros apoiados por seis viaturas.

Acidentes com aeronaves nos últimos 10 anos

Cronologia dos principais acidentes ocorridos com aeronaves desde 01 de janeiro de 2009, segundo o Gabinete de Prevenção e Investigação de Acidentes com Aeronaves e Acidentes Ferroviários (GPIAAF).

2019

16 março: A queda de uma aeronave ultraligeira de dois lugares na zona de Aveleda e Rio de Onor, em Bragança, provocou a morte dos dois ocupantes: um piloto da TAP de 26 anos e um empresário de 60 anos, ambos daquela região, com ‘brevet’ e membros do aeroclube de Bragança.

2018

15 dezembro, Valongo, Porto: A queda de um helicóptero do Instituto Nacional de Emergência Médica, no concelho de Valongo, distrito do Porto, causou a morte aos quatro ocupantes: dois pilotos, um médico e uma enfermeira.

10 julho, Ponte de Sor, Portalegre: Um piloto de nacionalidade paquistanesa, de 20 anos, morreu na sequência da queda de um avião ligeiro de instrução, perto do aeródromo municipal de Ponte de Sor, distrito de Portalegre.

20 maio, Portimão: A queda de um parapente com motor (paramotor) provocou a morte de um homem, de 49 anos, numa zona de dunas, próximo da praia de Alvor, no concelho de Portimão.

2017

05 outubro, Olhão, Faro: Um piloto de nacionalidade inglesa, de 70 anos, morreu devido à queda do ultraleve que pilotava, em Quelfes, no concelho de Olhão, distrito de Faro. A aeronave embateu de forma descontrolada no solo, num terreno situado nas traseiras de um restaurante, onde funciona um pequeno clube aéreo.

20 setembro, Comporta, Alcácer do Sal: Um homem, com cerca de 60 anos, morreu na sequência da queda de um paramotor (parapente com motor) na zona da Comporta, concelho de Alcácer do Sal, distrito de Setúbal.

20 agosto, Cabril, Castro Daire: Um helicóptero da empresa Everjets caiu, tendo provocado a morte ao piloto, hoje em Cabril, Castro Daire, distrito de Viseu, quando combatia um incêndio florestal.

02 agosto, Costa de Caparica, Almada: Um homem e uma menina morreram depois de terem sido atingidos por uma avioneta na sequência de uma aterragem de emergência na praia de São João, na Costa de Caparica, em Almada.

17 abril, Tires, Cascais: Uma aeronave de matrícula suíça caiu em Tires com quatro pessoas a bordo (três franceses e um suíço), que morreram. O aparelho descolou do aeródromo de Tires, tendo-se despenhado cerca de dois mil metros depois da descolagem e caído perto de um supermercado. Morreu uma quinta pessoa que estava na zona de descargas da superfície comercial.

2016

19 junho, Ferreira do Alentejo: A queda de uma aeronave na zona de Canhestros, em Ferreira do Alentejo, distrito de Beja, provocou a morte do piloto, de nacionalidade belga, dois feridos graves e dois ligeiros, estes quatro paraquedistas portugueses.

2015

20 novembro, Ponte de Sor: Um helicóptero despenhou-se perto do aeródromo de Ponte de Sor, no distrito de Portalegre, o que causou ferimentos graves a uma jovem de 22 anos, de nacionalidade angolana.

20 setembro, Tomar: A queda de um ultraleve no campo de voo de Valdonas, Tomar, distrito de Santarém, onde decorria um evento aéreo, provocou a morte aos dois tripulantes.

19 setembro, Alcácer do Sal: Um ultraleve aterrou de emergência, tendo capotado de seguida, numa herdade de Alcácer do Sal, Setúbal, o que provocou ferimentos ligeiros aos dois ocupantes.

14 setembro, Viseu: Um ultraleve despenhou-se durante um voo local e o piloto, único ocupante, ficou com ferimentos ligeiros.

30 agosto, Almada: Um avião ligeiro caiu ao rio Tejo, perto da Trafaria, concelho de Almada, Setúbal, quando realizava uma operação de reboque de manga. Os dois ocupantes ficaram feridos.

Em 2015, um helicóptero de combate a incêndios caiu e provocou dois feridos em Ponte de Lima. Foto: Twitter / Arquivo

08 agosto, Arcos de Valdevez/ Ponte de Lima: Um helicóptero ligeiro de combate a incêndios despenhou-se em Refóios do Lima, Ponte de Lima, quando regressava de um fogo em Miranda, Arcos de Valdevez, e duas pessoas ficaram feridas.

26 julho, Coimbra A queda de uma asa delta com motor na praia do Poço da Cruz, a norte da povoação da Praia de Mira, Coimbra, causou um morto e um ferido grave. A vítima mortal foi um homem português, de 48 anos, enquanto o ferido, com 25 anos, era de nacionalidade francesa.

29 junho, Paços de Ferreira: Um helicóptero ligeiro da Proteção Civil caiu na localidade de Lamoso, concelho de Paços de Ferreira, quando estava a reabastecer-se de água numa lagoa para combater um incêndio naquela localidade, causando ferimentos ao piloto.

18 junho, Coruche: A queda de um avião ligeiro no distrito de Santarém (entre os concelhos de Coruche e de Benavente), que estava carregado com produto para a pulverização agrícola, provocou ferimentos graves no piloto.

26 maio, Santo Tirso: A queda de uma avioneta junto ao campo de futebol do Água Longa, concelho de Santo Tirso, causou a morte aos dois ocupantes, ambos do sexo masculino.

06 fevereiro, Azambuja: Um ultraleve caiu na pista do Campo de Voo de Alqueidão, concelho de Azambuja, na fase de descolagem. Os dois tripulantes morreram carbonizados.

03 janeiro, Tomar: A queda de um ultraleve, no concelho de Tomar, distrito de Santarém, causou a morte do piloto, de 43 anos, e ferimentos graves no outro ocupante, de 51 anos. O acidente ocorreu no campo de voo de Valdonas.

2014

04 dezembro, Portalegre: Um helicóptero despenhou-se perto do aeródromo de Ponte de Sor, no distrito de Portalegre, e os dois tripulantes morreram.

25 outubro, Mirandela: Queda de um ultraleve no aeródromo de Mirandela provocou ferimentos nos dois ocupantes, um em estado grave.

12 setembro, Sagres, Vila do Bispo: Pescadores recolheram, ao largo de Sagres, documentação referente a um piloto e um ultraleve. O aparelho foi encontrado no mar, dois dias depois, ao largo do Porto da Baleeira. O piloto, de 74 anos, continua desaparecido até hoje.

15 maio, Setúbal: Uma aeronave fez uma aterragem perto da aldeia do Possanco, na Comporta, concelho de Alcácer do Sal, provocando ferimentos ligeiros nos dois ocupantes.

30 abril, Évora: Morte dos dois tripulantes que seguiam a bordo de uma aeronave que se despenhou na zona de Monte da Chaminé, perto do Aeródromo Municipal de Évora.

12 abril, Sines: Um homem, com cerca de 40 anos, morreu após o parapente em que voava ter caído no mar, ao largo da costa norte de Sines.

2013

05 janeiro, Portalegre: Queda de uma aeronave numa zona rural, na Herdade Sobral da Lameira, concelho de Alter do Chão, distrito de Portalegre, motivou a morte do piloto e único ocupante do aparelho.

18 dezembro, Monchique: A queda de um helicóptero em Monchique, Algarve, provocou a morte de um dos tripulantes e ferimentos nos outros dois ocupantes, durante uma operação de vistoria de cabos elétricos.

2012

05 setembro, Évora: A queda de uma aeronave em zona rural, nas imediações do Aeródromo Municipal de Évora, provocou um morto.

03 setembro, Ourém – A queda de um helicóptero de combate ao fogo junto ao parque de merendas de Espite, no concelho de Ourém, fez dois feridos ligeiros.

18 agosto, Braga: A queda de uma aeronave junto a habitações em S. Pedro, no concelho de Braga, causou dois mortos.

Cronologia: Em 2012, a queda de uma aeronave causou dois mortos em Braga

19 julho, Beja: Registada amaragem de um avião anfíbio, que participava no combate ao incêndio em Tavira na albufeira do Roxo, devido a uma falha técnica, sem causar vítimas.

03 julho, Cascais: Uma aeronave caiu na Quinta de Manique, a norte do aeródromo de Tires, no concelho de Cascais, o que causou dois feridos sem gravidade.

26 junho, Cascais: Uma aeronave despenhou-se em Matarraque, São Domingos de Rana, concelho de Cascais, e morreram os dois ocupantes, de 21 e 29 anos.

02 junho, Sintra: Dois tripulantes, de 67 e 45 anos, foram as vítimas mortais da queda de um ultraleve na zona de Azóia, concelho de Sintra.

03 abril, Benavente: A queda de um ultraleve nas imediações do Campo de Voo de Benavente provocou a morte dos dois ocupantes, de 18 e 21 anos.

25 março, Águeda: A queda de uma aeronave em Águeda provocou a morte do piloto, com cerca de 50 anos.

2011

Não se registaram acidentes fatais, facto inédito há mais de uma década em Portugal, segundo o GPIAA. Nesse ano, a entidade registou seis acidentes e quinze incidentes.

2010

15 dezembro, Sintra: Um ultraleve caiu na praia da Aguda, em Sintra, provocando a morte do passageiro, de 22 anos, e lesões graves no piloto, que viria a sobreviver.

29 agosto, Leiria: Um avião ultraleve despenhou-se na pista do Aeroclube da Lagoa de Óbidos, tendo morrido os dois ocupantes.

10 agosto, Portimão: A queda de uma aeronave de publicidade em Portimão causou um ferido ligeiro.

21 março, Castelo Branco: Duas pessoas morreram devido à queda de uma aeronave em Castelo Branco.

06 março, Montemor-o-Novo: Duas pessoas morreram na queda de uma aeronave junto à localidade de Ciborro. O aparelho despenhou-se quando se preparava para aterrar numa pista particular situada junto a um arrozal, numa zona isolada.

12 fevereiro, Cascais: Uma aeronave ligeira caiu no Aeródromo de Tires e provocou três feridos ligeiros. A aeronave era proveniente do Aeródromo de Évora, onde funciona a Escola Civil de paraquedistas.

2009

24 maio, Funchal: Uma aeronave ligeira, um aparelho privado de acrobacias modelo Zelin 142, despenhou-se na pista do Aeroporto da Madeira, um acidente que provocou um morto, um copiloto da TAP e proprietário da aeronave, e um ferido, mecânico de aeronaves.

13 junho, Seia: Um helicóptero, da empresa Helisul e que estava a fazer filmagens aéreas ao serviço de uma produtora, caiu numa encosta da Serra da Estrela, a 1.600 metros de altitude, no meio de giestas, ficando seguro por um cabo instalado pelos bombeiros. O realizador e operador de câmara ficaram gravemente feridos, registando-se ainda outro ferido ligeiro.

12 julho, Porto: Uma pessoa morreu na queda de uma avioneta em Ponte de Lima.

17 julho, Santarém: Uma aeronave com dois passageiros capotou para fora da pista quando estava a aterrar no aeródromo de Santarém, provocando um ferido ligeiro.

12 agosto, Fundão: Um avião de combate a incêndios aterrou de emergência em Ferreiras, concelho de Fundão. Os dois tripulantes saíram ilesos.

14 agosto, Évora: Uma aeronave, um bimotor Beech 99 conduzido pelo dono do avião e proprietário da empresa de paraquedismo SkyDive, caiu no Bairro de Almeirim, o que causou a morte dos dois ocupantes. O aparelho causou ainda danos no edifício em que raspou quando caiu.

16 agosto, Setúbal: A queda de uma aeronave ligeira na zona de Alcácer do Sal, na Herdade de Palma, resultou na morte do piloto do aparelho, de 79 anos, e um dos donos da propriedade agrícola. Registou-se ainda um ferido grave, de 18 anos, com queimaduras nas pernas, e dois feridos ligeiros, familiares das vítimas e que se encontravam em terra.

15 setembro, Beja: Uma avioneta caiu em Aldeia de Sete, em Castro Verde, e fez três mortos.

03 outubro, Covilhã: Um avião despenhou-se durante um festival aéreo na Covilhã. Os dois tripulantes do avião, o piloto e uma jornalista, sofreram ferimentos ligeiros.

09 outubro, Castro Marim: Uma aeronave caiu em São Bartolomeu do Sul, registando-se a morte do piloto, único ocupante do aparelho.

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