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Incêndio na Póvoa de Varzim deixa 12 pessoas desalojadas

Três pessoas ficaram feridas. A EN 13, que liga Viana ao Porto, irá permanecer cortada naquela zona.

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Foto: Facebook de João Edgar Teixeira

O incêndio que deflagrou esta manhã num edifício da Póvoa de Varzim, no distrito do Porto, causou três feridos ligeiros, confirmou o comandante dos Bombeiros Voluntários locais, e vai deixar doze pessoas desalojadas.

Segundo Francisco Nova, três pessoas foram transportadas para o Centro Hospitalar Póvoa de Varzim/Vila do Conde, devido inalação de fumos e hipotermia.

O comandante explicou que as chamas deflagram no piso superior do edifício, onde funcionava uma pensão, e acabaram por afetar um restaurante no piso térreo e, também, a cobertura do edifício contíguo.

Devido ao nível de destruição, doze pessoas que habitavam na pensão, que estava alugada à Segurança Social, vão ficar desalojadas, estando o serviço de Ação Social da Câmara Municipal a tentar encontrar soluções, disse à Lusa fonte da autarquia.

O incêndio ocorreu na rua Paulo Barreto, que faz parte da Estrada Nacional 13, que liga o Porto a Viana do Castelo, e que permanecerá cortada no local durante as próximas horas, para que se possam efetuar os trabalhos de rescaldo.

Estiveram envolvidos nas operações, desde o alerta para o fogo às 07:19, 30 operacionais, com o apoio 12 veículos.

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Filho mata a mãe à facada na Póvoa de Varzim

Homem de 44 anos confessou o crime

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Foto: DR / Arquivo

A Polícia Judiciária (PJ) está a investigar o caso de um homem da Póvoa de Varzim que disse ter matado à facada a sua mãe, de 78 anos, na noite de segunda-feira, informou hoje fonte policial.

O homem, de 44 anos, entregou-se na esquadra policial da Póvoa de Varzim cerca das 21:00, afirmando que tinha matado a sua mãe com uma arma branca, referiu fonte do Comando Metropolitano da PSP.

A fonte disse desconhecer as motivações.

A PSP deslocou-se à residência da idosa, tendo confirmado a agressão da mulher à facada, que viria a estar na origem da sua morte.

Trata-se de um caso da competência reservada da PJ, pelo que foi chamada a Diretoria do Porto desta força policial.

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PSD de Santo Tirso demarca-se de apoio de presidentes de junta a Alberto Costa

Operação Teia

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Alberto Costa. Foto: DR/Arquivo

O PSD de Santo Tirso afirmou hoje que o manifesto de apoio dos presidentes de junta de freguesia à decisão de Alberto Costa de assumir a presidência da câmara não vincula o partido.

Em comunicado, a comissão política do PSD demarcou-se do apoio de dois dos 14 presidentes de junta que subscreveram o manifesto tornado público pela autarquia de apoio a Alberto Costa, frisando que “apenas vincula (…) cada um dos [dois] presidentes de junta” sociais-democratas.

Alberto Costa assumiu no início de junho a presidência da câmara tirsense na sequência da renúncia de Joaquim Couto, constituído arguido na operação “Teia”, em que também está envolvida a sua mulher, a empresária Manuela Couto, que ficou em prisão domiciliária com pulseira eletrónica.

Considerando que o manifesto evidência que o novo presidente da câmara “está fragilizado na sua credibilidade” e que, por isso, “se viu obrigado a pedir apoio público a todos os presidentes de junta”, e classificando o documento de “demagógico e populista”, o PSD de Santo Tirso pronunciou-se também sobre a forma como o documento “foi engendrado pelo PS, na habitual reunião de trabalho, entre o presidente da câmara e os presidentes de junta”.

“A ordem de trabalhos nada tinha que ver com o assunto em apreço. O que começou por ser apenas verbal e genérico mais tarde foi reduzido a escrito”, lê-se ainda no documento.

Atribuindo as “simpáticas e institucionais felicitações apresentadas pelos presidentes de junta” a Alberto Costa à “dependência dos orçamentos camarários”, os social-democratas recordam que o atual presidente é “arguido na operação ‘Dennis’”, criticando-o por não seguir “o exemplo do seu antecessor, que, em situação idêntica em processo-crime semelhante, renunciou ao cargo”.

Os presidentes de junta das 14 freguesias de Santo Tirso manifestaram no sábado “total solidariedade” com o presidente da Câmara, Alberto Costa, sucessor de Joaquim Couto após este ter sido constituído arguido na Operação “Teia”.

Numa nota de imprensa enviada à Lusa, a Câmara de Santo Tirso afirma ter recebido um “manifesto” em que os 14 presidentes das juntas de freguesia, representando o PS, o PSD e independentes, assumem “total apoio” ao presidente da autarquia, Alberto Costa, que era vice-presidente da autarquia e assumiu, após renuncia de Joaquim Couto, o cargo.

“Todos os presidentes de junta das 14 freguesias concordam que a solução encontrada é a que melhor serve os interesses das freguesias e permitirá dar continuidade ao trabalho que estava a ser desenvolvido”, afirmou então a Câmara de Santo Tirso.

Durante a semana passada, vários partidos criticaram a escolha de Alberto Costa, alertando, como fez o PSD, que este também foi “constituído arguido” devido à operação “Dennis”, que em dezembro desarticulou uma “associação criminosa” por crimes de fraude fiscal, branqueamento, recebimento indevido de vantagem e participação económica em negócio, entre outros, no Norte do país.

De acordo com aquela autarquia, “no documento constam as assinaturas dos presidentes de junta de freguesia de Monte Córdova, Andreia Correia (eleita pela coligação PSD/CDS-PP); de Vilarinho, Jorge Faria (eleito no movimento independente Unidos por Vilarinho); ou da União de Freguesias de Santo Tirso, Couto e Burgães, Jorge Gomes (eleito pelo PS)”.

A operação “Teia” centra-se nas autarquias de Santo Tirso e Barcelos bem como no Instituto Português de Oncologia (IPO) do Porto e investiga suspeitas de corrupção, tráfico de influência e participação económica em negócio, traduzidas na “viciação fraudulenta de procedimentos concursais e de ajuste direto”, segundo comunicado da Diretoria do Norte da Polícia Judiciária, o órgão de polícia criminal que apoia o Ministério Público neste caso.

Na operação “Teia”, além de Joaquim Couto, que saiu em liberdade mediante o pagamento de uma caução de 40 mil euros, e da sua mulher, que ficou em prisão domiciliária, são ainda arguidos o presidente da Câmara de Barcelos, que se encontra prisão domiciliária, e antigo presidente do IPO do Porto, Laranja Pontes, que saiu também em liberdade, com caução de 20 mil euros.

Notícia atualizada às 19h23.

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Presidentes de junta de Santo Tirso solidários com novo presidente da Câmara

Operação “Teia”

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Foto: DR

Os presidentes de junta das 14 freguesias de Santo Tirso manifestaram “total solidariedade” com o presidente da Câmara, Alberto Costa, sucessor de Joaquim Couto após este ter sido constituído arguido na Operação “Teia”, revelou hoje a autarquia.

Numa nota de imprensa enviada à Lusa, a Câmara de Santo Tirso afirma ter recebido um “manifesto” em que os 14 presidentes das juntas de freguesia, representando o PS, o PSD e independentes, assumem “total apoio” ao presidente da autarquia, Alberto Costa, que era vice-presidente da autarquia e assumiu a presidência após Joaquim Couto, arguido da Operação “Teia”, ter renunciado no domingo ao cargo.

“Todos os presidentes de junta das 14 freguesias concordam que a solução encontrada “é a que melhor serve os interesses das freguesias e permitirá dar continuidade ao trabalho que estava a ser desenvolvido”, diz a Câmara de Santo Tirso.

Durante a semana, vários partidos criticaram a escolha de Alberto Costa, alertando, como fez o PSD, que este também foi “constituído arguido” devido à operação “Dennis”, que em dezembro desarticulou uma “associação criminosa” por crimes de fraude fiscal, branqueamento, recebimento indevido de vantagem e participação económica em negócio, entre outros, no Norte do país.

Agora, no manifesto enviado à Câmara de Santo Tirso, os 14 presidentes de junta assumem “total apoio” a Alberto Costa.

De acordo com aquela autarquia, “no documento constam as assinaturas dos presidentes de junta de freguesia de Monte Córdova, Andreia Correia (eleita pela coligação PSD/CDS-PP); de Vilarinho, Jorge Faria (eleito no movimento independente “Unidos por Vilarinho”); ou da União de Freguesias de Santo Tirso, Couto e Burgães, Jorge Gomes (eleito pelo PS).

De acordo com a autarquia, no manifesto, os autarcas lembram que, “na qualidade de vice-presidente”, Alberto Costa “já tinha o pelouro da ligação às juntas de freguesia”.

Os presidentes de junta de freguesia sublinham ainda “o relacionamento franco, frontal e de proximidade do atual presidente da Câmara”, descreve o município.

“Por fim, os presidentes de junta de freguesia desejam as maiores felicidades a Alberto Costa no exercício do cargo, certos de que desempenhará as novas funções com sentido de serviço público e defesa dos interesses de toda a população”.

Dez das juntas de freguesia de Santo Tirso são presididas pelo PS, duas pelo PSD/CDS e duas por movimentos independentes, revelou a autarquia.

A operação “Teia” centra-se nas autarquias de Santo Tirso e Barcelos bem como no Instituto Português de Oncologia (IPO) do Porto e investiga suspeitas de corrupção, tráfico de influência e participação económica em negócio, traduzidas na “viciação fraudulenta de procedimentos concursais e de ajuste direto”, segundo comunicado da Diretoria do Norte da Polícia Judiciária, o órgão de polícia criminal que apoia o Ministério Público neste caso.

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