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Braga

Incêndio deflagra em restaurante de Famalicão

Ocorrência

em

Foto: Bombeiros Voluntários de Famalicão

Um incêndio deflagou, ao início da tarde desta sexta-feira, numa restaurante na rua da Luz, freguesia do Telhado, em Famalicão.


O fogo teve origem no sistema de ventilação da cozinha e foi prontamente apagado pelos bombeiros que acorreram ao local.

Foto: Bombeiros Famalicenses

Extinto o incêndio, os operacionais fizeram a ventilação tática do espaço.

As chamas foram combatidos pelos Bombeiros Famalicenses, com dez voluntários e três veículos, e Bombeiros de Famalicão, com oito elementos e duas viaturas.

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Braga

Braga foi o segundo distrito do país com mais área ardida em 2020

Incêndios

em

Foto: DR

O fogo posto e as queimas e queimadas foram as principais causas dos incêndios florestais registados este ano e investigados até 15 de setembro, segundo o último relatório do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF).

O relatório provisório de incêndios rurais do ICNF avança que as causas mais frequentes dos incêndios, até 15 de setembro, foram o “incendiarismo – imputáveis” (36%), seguido das queimas e queimadas (27%) e reacendimentos (12%).

O ICNF sublinha que, entre 01 de janeiro e 15 de setembro, se registaram 8.807 fogos, 5.444 dos quais foram investigados, o que representa 62% do número total de incêndios e responsáveis por 37% da área ardida.

O documento refere que, destes incêndios, a investigação permitiu atribuir uma causa a 3.502 incêndios (64% dos incêndios investigados e responsáveis por 33% da área total ardida).

O relatório precisa que, entre 01 de janeiro e 15 de setembro, os 8.807 incêndios rurais provocaram 66.116 hectares (ha) de área ardida, entre povoamentos (33.185 ha), matos (26.171 ha) e agricultura (6.760 ha).

De acordo com os dados provisórios, a área ardida aumentou este ano cerca de 60% em relação ao mesmo período de 2019, tendo até 15 de setembro ardido mais 25.000 hectares de floresta.

Por sua vez, deflagraram este ano menos 829 incêndios florestais (8,6%) do que em 2019.

“O ano de 2020 apresenta, até ao dia 15 de setembro, o segundo valor mais reduzido em número de incêndios e o sexto valor mais reduzido de área ardida, desde 2010”, lê-se no relatório.

O incêndio que este ano consumiu mais área ardida foi o que se registou a 13 de setembro no concelho de Proença-a-Nova (distrito de Castelo Branco), onde arderam 16.510 hectares de florestas.

O ICNF sublinha que os incêndios com área ardida inferior a um hectare são os mais frequentes, representando 86% do total, e que ocorreram, até 15 de setembro, 11 incêndios com área ardida superior ou igual a 1000 hectares, aqueles que são considerados os fogos “de maior dimensão”.

Por sua vez, registaram-se 62 “grandes incêndios”, aqueles que têm uma área ardida igual ou superior a 100 hectares, e que resultaram em 56.223 hectares de área ardida, cerca de 85% do total da área ardida.

O ICNF frisa também que o maior número de incêndios se registaram nos distritos do Porto (2.355), Braga (943) e Aveiro (617), mas foram maioritariamente fogos “de reduzida dimensão” e não ultrapassam um hectare de área ardida.

O distrito mais afetado em área ardida foi Castelo Branco, com 25.872 hectares, cerca de 39% da área total ardida até 15 de setembro, seguido de Bragança, com 6.414 hectares, e de Vila Real(5.440 hectares).

Segundo os dados provisórios, o mês de julho foi aquele que apresenta o maior número de incêndios rurais, com um total de 3.112, mas no que respeita à área ardida, setembro foi o mês que registou maior área ardida este ano, com um total de 27.492 hectares.

O relatório do ICNF concluiu que a área ardida este ano é aquela que era “expectável” tendo em conta a severidade meteorológica verificada.

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Braga

Tecnológica quer contratar 300 para trabalho remoto. E há preferência por Braga

Emprego

em

Foto: Dr / Arquivo

A empresa portuguesa Talkdesk quer recrutar 300 colaboradores até final deste ano para exercerem funções em trabalho a partir de casa. Uma das cidades onde a tecnológica tem interesse é Braga, face à evolução estudantil com bom ritmo tecnológico que a área apresenta.

A Talkdesk é um unicórnio na linguagem internacional do mundo empresarial, ou seja, está avaliada em bolsa com um valor de mais de mil milhões de dólares (cerca de 850 milhões de euros).

A plataforma, que disponibiliza assistência ao cliente sem necessidade de instalações físicas, já trabalha com empresas de elevado valor de mercado, como é o caso da IBM ou do portal de viagens Trivago. Fundada em 2011 por dois portugueses – Tiago Paiva e Cristina Fonseca – personaliza o atendimento telefónico desses mesmos clientes, para esclarecer dúvidas, entre outros assuntos.

Uma ronda de investimento de 143 milhões de dólares, operada em julho deste ano, permite que a empresa possa contratar mais 700 funcionários, metade deles em solo luso.

Em entrevista ao Dinheiro Vivo, João Coelho, um dos responsáveis de recursos humanos, explica que já foram contratados em Portugal cerca de 100 colaboradores desde o mês de abril, e todos trabalham exclusivamente em modo remoto.

Há três anos que a Talkdesk pretende chegar aos 1000 funcionários em 2020. A plataforma fundada em 2011 pelos portugueses Tiago Paiva e Cristina Fonseca ajuda as empresas a personalizarem o atendimento telefónico aos clientes com um sistema na cloud, ou seja, sem necessidade de infraestrutura física.

Em Portugal, existem atualmente cerca de 700 colaboradores, na sua grande maioria focados em engenharia. Lá fora, há mais 350 funcionários. Até final do ano, entram mais 600, 300 dos quais em Portugal.

“Teremos mais de 1.500 pessoas até ao final deste ano. Estamos a preparar as nossas equipas de recursos humanos para conseguirmos assegurar o cumprimento deste objetivo, ambicioso mas realista”, disse.

Em Portugal, o responsável explica que Braga é uma das cidades onde a empresa quer contratar, dada a proximidade com academias como a UMinho, que formam engenheiros de excelência.

Também Viseu, Guarda, Vila Real, Fundão, Beja, Faro, Açores e Madeira estão entre as cidades preferidas para o recrutamento, por serem “um universo de oportunidades interessante”.

Atualmente, em Portugal, a empresa funciona exclusivamente de forma remota, situação que já era preferencial mas foi acelerada pela pandemia atual. A sede que a Talkdesk possui em Lisboa está vazia, embora continue arrendada pela empresa, algo que deverá terminar brevemente, levando a que os proprietários do espaço peçam uma indemnização de cerca de 1,5 milhões de euros.

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Braga

PSP apreende 9.422 euros e centenas de doses de droga em Braga

Tráfico de droga

em

Foto: Divulgação / PSP

A operação de combate ao tráfico de estupefacientes hoje realizada no bairro das Enguardas, em Braga, resultou num total de 10 detidos e na apreensão de droga, dinheiro e armas, revelou a PSP.

Em comunicado, a PSP descreve que os detidos são cinco homens e cinco mulheres, com idades entre os 17 e os 67 anos, e que foi apreendida heroína suficiente para cerca de 240 doses individuais, bem como 71,28 gramas de liamba, além de diverso material utilizado no corte e acondicionamento do estupefaciente.

Foto: O MINHO

Foto: O MINHO

“Com esta ação, o Comando da PSP de Braga acredita ter dado um sério golpe no tráfico de droga na cidade de Braga com origem naquela zona, bem como contribuído para aumentar o sentimento de segurança da mesma e artérias adjacentes, que têm sido alvo de uma preocupação e trabalho constante por parte desta polícia”, destaca a PSP de Braga.

Foram igualmente apreendidos 9.422 euros, duas armas de proibidas (faca e matraca) e 60 euros em notas falsas.

A operação contemplou a realização de 14 buscas domiciliárias e sete mandados de detenção.

De acordo com a PSP, a ação visou “um conjunto alargado de indivíduos que, de forma organizada, se dedicavam ao tráfico de estupefacientes junto do Bairro das Enguardas, na cidade de Braga”.

Nesta ação policial, foi empenhada toda a estrutura de investigação criminal do Comando de Braga e das equipas de intervenção rápida.

A operação contou com a colaboração da Unidade Especial de Polícia, através do Grupo Operacional Cinotécnico, e de elementos da estrutura de investigação criminal da PSP dos comandos de Vila Real, Viana do Castelo e Aveiro.

Os detidos vão ser levados a tribunal, para primeiro interrogatório judicial e aplicação das respetivas medidas de coação.

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