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Incêndio de Mondim de Basto tem um setor dominado e outro está cerca de 80%

Distrito de Vila Real

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Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO / Arquivo

O incêndio que lavra na Senhora da Graça, concelho de Mondim de Basto, tem “um setor dominado” e no Monte Farinha está “cerca de 80%”, disse hoje à Lusa o comandante distrital de operações de socorro de Vila Real.


“Em Mondim de Basto, nós sectorizamos [o incêndio], um setor está dominado”, o outro, no Monte Farinha, mais conhecido como a Senhora da Graça, onde tradicionalmente termina uma das principais etapas da Volta a Portugal em bicicleta, “está cerca de 80%”, disse Álvaro Ribeiro.

O comandante adiantou que os operacionais estão “a terminar um trabalho que envolve meios apeados e, devido à situação do terreno muito acidentado, é demorado executar essa manobra”, mas espera que o incêndio seja dado como dominado “nas próximas horas”.

Às 09:00 de hoje, 242 operacionais, apoiados por 73 viaturas e um meio aéreo, estavam no combate ao incêndio, que deflagrou na tarde de sexta-feira, a página da Proteção Civil.

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Surto em fábrica na Trofa deixa 190 trabalhadores em isolamento obrigatório

Covid-19

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Foto: CGTP / Arquivo

190 trabalhadores de uma fábrica na Trofa estão obrigados a isolamento profilático por causa de um surto de covid-19 dentro daquelas instalações.

De acordo com António Lima, gerente da Preh, em declarações ao jornal Notícias da Trofa, para além dos 190 isolados há ainda 19 casos positivos de infeção pelo novo coronavírus. Outros 65 trabalhadores foram testados e os resultados deram negativo, disse a mesma fonte.

O responsável adianta ainda que foram tomadas todas as medidas de prevenção e de contingência de acordo com o estipulado pelas autoridades locais de saúde, que seguem as normas da Direção-Geral da Saúde.

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Póvoa de Varzim: “Ainda vemos muita gente nas praias que não quer saber da covid”

Covid-19

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Foto: DR

O aumento de casos de covid-19 no concelho da Póvoa de Varzim, distrito do Porto, não tem sido suficiente para abalar a dinâmica da cidade como estância balnear, embora a população e visitantes admitam “alguns receios”.

Na quarta-feira a ministra da Saúde, Marta Temido, revelou preocupação com um surto que, nas últimas semanas fez disparar o número de infetados na Póvoa de Varzim e, sobretudo, na cidade vizinha de Vila do Conde, onde foram confirmados pela autarquia local 173 casos ativos.

A câmara municipal poveira ainda não se pronunciou oficialmente sobre o número de pessoas infetadas no concelho, mas há quem fale, na cidade, na existência de algumas dezenas, numa situação potenciada pela proximidade geográfica, familiar e social com Vila do Conde.

“É natural que o surto passe de uma cidade para outra, porque convivemos e trabalhamos nos dois lados. Ainda hoje estive com familiares meus de Caxinas, e sei que há lá pessoa infetadas. Tento ter cuidado e uso sempre máscara, mas nunca se sabe”, disse à agência Lusa, Armanda Silva, natural da Póvoa, enquanto passeava na marginal da cidade.

A professora confessou que o “assunto [do aumento de casos] tem sido falado”, mas, apesar de confessar “alguns receios, não tem notado que tal impeça as pessoas de fazerem a sua vida normal.

“Sinto que as ruas estão mais vazia, mas já desde o início do verão, não por estes casos de que se fala agora. Parece-me que há menos pessoas a virem cá passar férias, mas ainda vemos muita gente nas praias, que não quer saber da covid”, completou.

Na marginal da Póvoa de Varzim, o movimento continua a ser típico de época balnear e, apesar de nem todas as esplanadas estarem cheias, a cidade ainda é um destino preferencial para muitos turistas, sobretudo dos concelhos vizinhos do interior.

“Já tinha marcado um apartamento para as férias com a família nesta primeira quinzena [de agosto], e, apesar de se falar deste surto, não desisti. Há sempre o risco, mas tentamos ter cuidado. Não podemos estar a viver com medo”, partilhou Joaquim Faria, operário em Guimarães, que usufruía de uma esplanada junto à praia.

Já Hugo Fernandes, que trabalha num café perto da marginal, não notou uma quebra de clientes devido aos relatos deste recente surto nas duas cidades, embora reconheça que tal tem sido tema de conversa frequente no estabelecimento.

“Todos os dias se fala disso, e quem vem de fora pergunta sempre se há novos casos. Na verdade, não sabemos porque não há muita informação. Dizem que são algumas dezenas, mas não é por isso que as pessoas deixam de vir”, partilhou.

Evidente é uma quebra, em comparação com o ano anterior, em termos de clientes nos espaços de restauração e bebidas da cidade, mas que já se vem constando desde julho.

“Até estamos a trabalhar bem, mas é raro haver aquelas ‘avalanches’ de pessoas típicas do mês de agosto. Acho que os turistas não vêm devido às dificuldades económicas e não por terem medo do vírus, ou destes casos que agora se fala”, analisou Hugo Fernandes.

Já Fátima Cunha, presidente da Associações de Concessionários das Praias da Póvoa de Varzim, falou em “quebra significativa” no volume de negócios, também apontando para uma eventual menor disponibilidade financeira dos visitantes.

“Há esplanadas vazias e muitas barracas de praia por alugar. Pelo que me dizem, aquelas pessoas que dantes vinham à Póvoa passar um mês inteiro de férias, optam por vir apenas uma semana ou até ficarem em casa nas suas cidades. Esperamos que na segunda quinzena [de agosto] a situação melhore, porque a quebra tem sido significativa”, partilhou a dirigente à agência Lusa.

Segundo os dados mais recentes da Direção-Geral de Saúde foram registados, desde o início da pandemia, 242 casos de covid-19 na Póvoa de Varzim, enquanto que em Vila do Conde foram contabilizadas 496 pessoas que contraíram a doença.

A pandemia de covid-19 já provocou mais de 749 mil mortos, incluindo 1.772 em Portugal.

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Migrantes marroquinos iniciam motim no aeroporto do Porto

Violência

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Foto: DR

Um grupo de onze migrantes marroquinos acabou detido depois de ter iniciado uma tentativa de motim dentro do Centro de Instalação Temporária do Aeroporto Sá Carneiro, no Porto, onde estavam alojados.

O Corpo de Intervenção da Unidade Especial de Polícia da PSP teve de evitar mais distúrbios do que aqueles causados dentro do centro, impedindo que o grupo causasse problemas no restante aeroporto.

A informação é avançada pelo Jornal de Notícias, explicando que os onze elementos fazem parte do grupo de 22 que foi intercetado pela Polícia Marítima quando desembarcava numa praia de Loulé, no início de junho.

Depois de terem sido informados pelo Tribunal de Loulé de que ficariam mais 30 dias no centro do aeroporto que também serve a região do Minho, os migrantes revoltaram-se e partiram as paredes e o mobiliário do espaço onde se encontravam alojados, à guarda do SEF.

Número de estrangeiros impedidos de entrar em Portugal aumentou 32,9% em 2019

Diz a mesma fonte que um outro cidadão estrangeiro que se encontrava retido no mesmo local sofreu ferimentos após agressões do grupo enfurecido. Só com a chegada do corpo de intervenção da PSP é que os indivíduos conseguiram ser manietados e terminar a violência.

Os onze cidadãos marroquinos estão há cerca de 60 dias naquele aeroporto, à espera de uma decisão sobre o pedido de asilo humanitário que solicitaram ao Governo português. No entanto, não querem permanecer naquelas instalações.

Depois do incidente, inspetores do SEF deram ordem de detenção aos indivíduos, que vão conhecer em breve as medidas de coação a que estarão sujeitos.

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