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Braga

Grupo DST constrói novo hotel na baixa de Lisboa

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A construtora dst, sa, empresa do grupo dst, está a construir o Madalena Beautique Hotel, em Lisboa, uma unidade quatro estrelas do Grupo The Beautique Hotels, que nascerá em finais de 2018 da reabilitação de um edifício existente na baixa Pombalina.


Segundo fonte do grupo, a empreitada representa um volume de negócios superior a três milhões de euros e representa uma oferta de mais 38 quartos à atual capacidade hoteleira existente na capital. O projeto conta com assinatura do arquiteto Miguel Saraiva e a decoração será da responsabilidade de Nini Andrade Silva.

A reabilitação do edificado será realizada em cinco pisos acima do solo, prevendo ainda o alargamento da cave existente destinados à futura área técnica. No piso 0 estará localizado o lobby, o restaurante/bar e diversos espaços técnicos. Os restantes quatro pisos estão exclusivamente destinados aos 38 quartos duplos que reforçarão a oferta hoteleira na cidade de Lisboa, cujo fluxo turístico não pára de aumentar.

A dst sa será responsável pelos trabalhos de demolição, betão armado, estrutura metálica de reforço, especialidades e acabamentos deste projeto hoteleiro, no qual a tgeotecnia, também do grupo dst, terá a seu cargo a realização de microestacas que permitirá a execução em segurança dos trabalhos de escavação e betão armado previstos.

Para José Teixeira, presidente do Conselho de Administração do grupo dst, esta empreitada “é muito importante para a valorização do trabalho que a dst,sa, tem vindo a desenvolver na área da reabilitação urbana, assente num know-how ímpar que lhe permite encontrar as melhores soluções quando as intervenções se centram no património edificado”, sublinhando ainda que “este é também um investimento que reforça a aposta no turismo, uma das grandes alavancas da economia nacional”.

Nos últimos três anos, o grupo dst faturou mais de 60 milhões de euros com a construção e reabilitação de mais de uma dezena de unidades hoteleiras no coração da cidade de Lisboa, algumas das quais ainda em execução e cujas aberturas estão previstas para o corrente ano. A experiência do grupo dst na intervenção de equipamentos hoteleiros estende-se a outras regiões, nomeadamente Braga e Porto, onde se encontra a construir um hotel.

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Braga

Braga entre as cinco melhores cidades do mundo para viver na reforma

Ranking da revista International Living

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Foto: DR / Arquivo

A revista International Living incluiu Braga numa ‘shorlist’ de cinco cidades mais pequenas, menos conhecidas e economicamente mais acessíveis no mundo ideais para viver a reforma.

A lista The 75 Best Towns and Cities For Retirement – by region destaca, segundo a publicação, locais que oferecem “um estilo de vida rico em cultura, excelentes infraestruturas e restaurantes e entretenimento de primeira classe”.

“Como tantas cidades em Portugal, a história de Braga foi influenciada pela ocupação romana, e a arquitetura e a paisagem da cidade lembram vividamente aqueles dias antigos”, refere a International Living, destacando as muitas “igrejas, capelas e conventos”, mas também a Universidade do Minho, que acrescenta “diversidade à população, com alunos Erasmus vindos de toda a Europa”.

“Essa influência jovem dá impulso a uma cidade que de outra forma seria muito tradicional”, escreve a publicação.

A revista destaca também o clima moderado, que permite “fazer o que quiser, dentro e fora de casa, praticamente o ano todo”.

“Quando se trata de uma reforma confortável e acessível, as cidades mais pequenas podem ser uma boa opção – quando oferecem a vitalidade de um estilo de vida cosmopolita, mas sem as multidões ou os elevados custos de vida numa grande cidade”, considera Jennifer Stevens, editora executiva da International Living, citada em comunicado.

“Da nossa lista completa de 75 vilas e cidades que merecem atenção – todas em países que fazem parte do nosso Global Retirement Index – destacamos cinco pequenas cidades onde já existe uma comunidade de expatriados, onde têm acesso a cuidados médicos confiáveis e acessíveis, o clima é confortável e o estilo de vida oferece diversões atrativas – de praias a grandes ofertas de arte. E, no final de contas, o custo de vida é baixo enquanto a qualidade de vida é alta”, acrescenta ainda, citada pelo site Idealista.pt.

Além de Braga, a revista destacou ainda Toulouse, em França, Corozal, em Belize, Loja, no Equador e Dalat, no Vietname.

A International Living já tinha elegido Portugal como o melhor país para viver na reforma em 2020.

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Braga

Hospital de Braga já fez 29 mil testes covid: “Não queremos voltar ao início”

Covid-19

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Foto: Município de Braga

O Hospital de Braga já fez mais de 29 mil testes de despistagem à covid-19. O anúncio foi feito esta terça-feira pelo presidente do Conselho de Administração daquela unidade hospitalar pública.

João Porfírio de Oliveira falava num curto vídeo divulgado nas redes sociais no âmbito da campanha de sensibilização “Braga Fecha a Porta ao Vírus”.

Explica ainda que foram internados mais de 250 doentes naquela unidade desde que a pandemia começou a atingir Portugal, em março de 2019.

O administrador indicou ainda que o hospital reestruturou-se para “fazer face às necessidades da população”, mas deixou o desabafo: “Não queremos voltar ao início”.

“Contámos com todos para a prevenção. Siga as recomendações das autoridades de saúde”, finalizou o responsável.

O concelho de Braga registava vinte novas infeções pelo novo coronavírus entre quinta-feira e as 09:30 do passado sábado.

Durante o mesmo período, não houve casos de recuperações do SARS CoV-2, totalizando o concelho 1.393 casos recuperados desde o início da pandemia.

Em termos acumulados, são já 1.698 casos de pessoas infetadas com a doença.

Lamentam-se ainda 74 óbitos, número que permanece igual desde o passado dia 16 de junho.

Existiam, no sábado, 231 casos ativos de covid-19 em todo o concelho de Braga.

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Braga

Terras de Bouro é o 2.º concelho do país onde mais cresceu o consumo no verão

Turismo

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Foto: O MINHO / Arquivo

O concelho de Terras de Bouro é o segundo do país onde o consumo global registado através de operações bancárias mais aumentou neste verão, só ficando atrás de Manteigas, no distrito da Guarda.

Os dados são do SIBS Analytics, que considerou o valor das operações por cada concelho no país face a 2019, destacando a variação de Terras de Bouro, que teve um aumento global de 16% relativamente a 2019.

Manteigas (34%), Porto Santo (5%) e Grândola (3%) foram os restantes concelhos onde se registou aumento relativamente ao ano anterior.

As maiores quebras no consumo deste verão foram registadas nas principais cidades: Lisboa (-32%), Porto (-23%) e Algarve (-15%), que estará em linha com a quebra de 48% relativamente a cartões bancários internacionais, que apontam para turistas estrangeiros.

A análise da SIBS, publicada na segunda-feira, refere que, em termos globais, Portugal assistiu a uma quebra de 9% na movimentação dos cartões bancários, nacionais e internacionais. Em termos de cartões portugueses, a quebra foi de 3%.

Estes dados revelam o perfil do novo turista, de nacionalidade portuguesa e que procura fugir dos locais mais óbvios de férias, procurando refúgio no interior.

Houve ainda um aumento significativo no investimento pago com cartões portugueses em alojamento turístico, cerca de 25%. Já as operações com cartões estrangeiros para alojamento quebraram 41%.

O registo de cartões provenientes dos Estados Unidos aponta a maior quebra, cerca de 78%, seguundo-se Reino Unido, com 52%. Espanha, França e Alemanha tiveram reduções entre os 30 e os 35%.

“O verão de 2020 trouxe alterações relevantes nos padrões de consumo de portugueses e estrangeiros. Nenhuma evolução pode ser dissociada do contexto sem precedentes que vivemos de combate à covid-19. O consumo dos portugueses atenuou a quebra global do consumo neste verão mas foi insuficiente para compensar a redução de 48% de consumo de cartões estrangeiros em Portugal”, disse o diretor da SIBS, Gonçalo Amaro.

“Os dados do SIBS Analytics revelam que o turismo tem sido um dos setores mais afetados pela evolução da pandemia mas existem casos positivos de crescimento das operações em regiões com menos concentração populacional e que tiveram maior procura de turistas nacionais como Grândola, a Serra da Estrela, o PN Peneda Gerês ou a ilha de Porto Santo. Pelo contrário, as principais regiões do litoral como Lisboa, Porto e o Algarve foram bastante impactadas pela redução do turismo internacional ”, vincou.

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