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GNR resgata mais 41 refugiados no mar Egeu

Migrações

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Foto: GNR / Arquivo

Os militares da GNR resgataram esta quarta-feira 41 refugiados, dos quais cinco crianças, uma delas um bebé de colo, nove mulheres e 27 homens, a sul da ilha de Samos, no mar Egeu.

Em comunicado, a GNR adianta que os militares da Unidade de Controlo Costeiro (UCC) destacados na ilha de Samos-Grécia detetaram uma embarcação de borracha que transportava migrantes, a cerca de duas milhas náuticas de distância do Porto de Pythagorio.

Um dos migrantes estava caído na água, o que obrigou a uma operação de salvamento marítimo.

Este ano a GNR efetuou mais de 600 patrulhas, o que corresponde a mais de quatro mil horas de empenhamento, tendo detetado 200 embarcações e auxiliado cerca de 1.700 migrantes.

Integrada na missão da Frontex, a GNR “desenvolve ações nas fronteiras terrestres e marítimas com a finalidade de prevenir, detetar e reprimir ilícitos relacionados com a imigração ilegal, tráfico de seres humanos e outros crimes transfronteiriços, contribuindo fundamentalmente para a salvaguarda de vidas humanas”.

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País

Mulher roubada na Baixa do Porto com ameaça de arma

Assalto

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Foto: DR / Arquivo

Uma mulher, de 39 anos de idade, foi hoje de madrugada roubada na Baixa do Porto por um grupo de quatro pessoas sob ameaça de uma arma, disse à Lusa fonte da PSP.

A fonte referiu que o alerta foi registado às 00:40 e que o roubo ocorreu na Rua das Flores, artéria perto da estação de comboios de São Bento, tendo a vítima sido ameaçada com “uma arma preta por quatro indivíduos com idades a rondar os 20 anos” que lhe levaram o “passaporte e 200 euros em numerário”.

Foi a própria vítima que fez queixa do roubo, sem saber especificar se se tratava de uma arma de fogo.

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País

Açores apresentam projeto para apoiar inovação na oferta turística

Turismo

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Foto: DR / Arquivo

O projeto CREATOUR AZORES, que visa apoiar organizações e empresas turísticas e culturais com sede nos Açores para diversificarem e inovarem a sua oferta turística, é apresentado na terça-feira em Ponta Delgada, anunciou hoje o Governo açoriano.

Segundo a Secretaria Regional da Energia, Ambiente e Turismo, na sessão de apresentação estarão “os projetos-piloto parceiros selecionados” no âmbito do CREATOUR AZORES para desenvolverem atividades de “turismo criativo”.

Numa nota enviada às redações, o Governo açoriano explica que se trata de “um projeto de investigação aplicada sobre turismo criativo”, cujo principal objetivo é “apoiar organizações e empresas turísticas e culturais, com sede na Região, a diversificarem e inovarem a sua oferta turística”.

O projeto apresenta “sinergias com outras regiões de Portugal continental, onde este modelo de turismo criativo foi implementado através do projeto CREATOUR”, lê-se na mesma nota.

De acordo com a Secretaria Regional da Energia, Ambiente e Turismo, o CREATOUR AZORES pretende também, através da abordagem do turismo criativo, promover “a sustentabilidade cultural potenciando atividades artísticas e criativas que desempenhem um papel determinante no desenvolvimento socioeconómico”.

“Através destas experiências, os turistas terão oportunidades de participar ativamente em atividades criativas, proporcionando oportunidades de aprendizagem, autoexpressão criativa e interação com as comunidades locais”, especifica.

O projeto pretende ainda “reforçar o conhecimento sobre os segmentos de mercado de turismo criativo específicos que a Região pode atrair”.

O CREATOUR AZORES (com informações disponíveis no site http://creatour.pt/azores) é coordenado pelo Observatório do Turismo dos Açores e desenvolvido em parceria com a Universidade dos Açores/Fundação Gaspar Frutuoso e com o Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra (CES), sendo financiado pelo FEDER, através do Programa Operacional Açores 2020, e por fundos regionais, através da Direção Regional para a Ciência e Tecnologia.

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País

Jerónimo diz que SNS está “sob fogo cerrado” e apela a “grande debate”

Orçamento de Estado 2020

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Foto: Divulgação

O secretário-geral do PCP afirmou hoje, em Alpiarça, que o Serviço Nacional de Saúde está “sob fogo cerrado”, com relatos diários de desgraças, desleixos e carências, “tudo a pensar em atingir o coração” deste sistema.

Jerónimo de Sousa falava no final de um almoço que reuniu perto de 300 pessoas no ginásio da coletividade Águias de Alpiarça (distrito de Santarém), inserido na campanha “Intervir, Lutar, Avançar”, que o partido tem em curso em todo o país.

“Vocês veem na televisão, não há dia nenhum em que não apareça uma desgraça, um desleixo, uma falta – de material, de equipamentos, de profissionais -, tudo a pensar em atingir o coração do Serviço Nacional de Saúde”, afirmou.

Para Jerónimo de Sousa, “este é um grande debate que está colocado – o de saber se o direito à saúde é um direito dos portugueses” ou se vinga “a tese de que a doença é a alma do negócio”.

Sublinhando que o PCP tem propostas pelas quais se vai bater também nesta área, o líder comunista advertiu que “basta o Governo não fazer nada” para o SNS ser destruído.

Reafirmando que o PCP só decidirá o seu sentido de voto no Orçamento do Estado para 2020 perante “o documento concreto”, o líder comunista advertiu que o Governo apenas poderá contar com o voto comunista no parlamento se tiver como primeira prioridade a resolução de problemas nacionais e não a preocupação das “contas certas de Bruxelas”.

Jerónimo de Sousa fez um “balanço da história recente” do partido, passado num “quadro de exigências muito grandes”, para afirmar que, apesar de o resultado obtido nas legislativas de outubro não ter correspondido às expectativas, o partido “esteve à altura” para derrotar as “forças reacionárias” e para “deitar por terra” os “vaticínios” dos que, com rancor e ódio, chegaram a afirmar que iria desaparecer.

“Estes cangalheiros fazem os vaticínios permanentemente errados. Andam há décadas nisto, a anunciar a morte. Nunca encontram é o morto para poderem celebrar”, afirmou.

Jerónimo de Sousa valorizou o que foi alcançado nos últimos quatro anos, com a reposição de direitos que “muitos consideravam perdidos”, considerando, contudo, que estão ainda por resolver “problemas centrais da sociedade”, que exigem uma definição sobre se o rumo é o de “novas conquistas” ou do retrocesso.

“Não conseguimos os nossos objetivos eleitorais, é verdade. No entanto, por opção nossa, não vamos, passo o termo, amarrar ou burro ou zangar-nos com o povo. Não, camaradas. É com este povo que lutamos”, disse, salientando que, “mesmo percebendo da incompreensão em relação à importância do reforço da CDU”, os portugueses “podem continuar a contar com esta força”.

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