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Braga

GNR desmantela rede de contrabando de tabaco que atuava em Braga

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Foto: GNR

A GNR desmantelou uma rede de contrabando de tabaco que atuava nos distritos do Porto, Braga e Aveiro, tendo apreendido durante a operação 52 mil cigarros ilegais e cerca de cem mil euros, informou esta quarta-feira aquela autoridade.


Em comunicado de imprensa, a GNR informa que foi desmantelada na terça-feira, “em várias cidades dos distritos do Porto, Braga e Aveiro”, após a realização de 22 mandados de busca domiciliários e de 25 não domiciliárias, uma rede que de forma organizada e reiterada se dedicava ao comércio ilícito de cigarros.

Os militares da GNR constituíram oito arguidos, com idades entre os 30 e 65 anos, que ficaram sujeitos à medida de coação de termo de identidade e residência, apreendendo 52 mil cigarros sem estampilha fiscal, o equivalente a 2.600 maços de tabaco.

Da operação policial resultou ainda a apreensão de 98 mil euros em numerário e nove mil euros em cheques, sete viaturas, 35 telemóveis, 135 litros de aguardente, uma arma branca e dois aerossóis de defesa “em situação ilegal”.

A GNR recorda que anteriormente, no âmbito desta investigação, tinha detido cinco indivíduos e apreendido cerca de um milhão de cigarros, com valor estimado de 200 mil euros e quatro viaturas.

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Braga

Homem tenta matar cunhado com tesoura de podar por causa de partilhas em Braga

Polícia Judiciária investiga

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Foto: DR / Arquivo

Um homem de 73 anos agrediu com uma tesoura de poda um cunhado, de 60 anos, por volta das 18:30 de terça-feira, em Este S. Pedro, Braga, confirmou O MINHO junto de fonte do Comando Territorial da GNR. O caso está a ser tratado como tentativa de homicídio, pelo que a investigação foi entregue à Polícia Judiciária (PJ).

Ao que O MINHO apurou, na origem da contenda estará uma questão de partilhas, sendo que já há um histórico de discussões entre ambos e outros familiares por esse motivo.

A vítima, atingida no peito, sofreu ferimentos ligeiros e recebeu assistência médica no Hospital de Braga.

Os militares da GNR do Posto do Sameiro acorreram ao local, mas, por se tratar de uma tentativa de homicídio, foi chamada a PJ de Braga.

Fonte da PJ confirma a O MINHO que o caso está em investigação, não revelando mais pormenores, designadamente se houve detenção.

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Braga

Braga foi o segundo distrito do país com mais área ardida em 2020

Incêndios

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Foto: DR

O fogo posto e as queimas e queimadas foram as principais causas dos incêndios florestais registados este ano e investigados até 15 de setembro, segundo o último relatório do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF).

O relatório provisório de incêndios rurais do ICNF avança que as causas mais frequentes dos incêndios, até 15 de setembro, foram o “incendiarismo – imputáveis” (36%), seguido das queimas e queimadas (27%) e reacendimentos (12%).

O ICNF sublinha que, entre 01 de janeiro e 15 de setembro, se registaram 8.807 fogos, 5.444 dos quais foram investigados, o que representa 62% do número total de incêndios e responsáveis por 37% da área ardida.

O documento refere que, destes incêndios, a investigação permitiu atribuir uma causa a 3.502 incêndios (64% dos incêndios investigados e responsáveis por 33% da área total ardida).

O relatório precisa que, entre 01 de janeiro e 15 de setembro, os 8.807 incêndios rurais provocaram 66.116 hectares (ha) de área ardida, entre povoamentos (33.185 ha), matos (26.171 ha) e agricultura (6.760 ha).

De acordo com os dados provisórios, a área ardida aumentou este ano cerca de 60% em relação ao mesmo período de 2019, tendo até 15 de setembro ardido mais 25.000 hectares de floresta.

Por sua vez, deflagraram este ano menos 829 incêndios florestais (8,6%) do que em 2019.

“O ano de 2020 apresenta, até ao dia 15 de setembro, o segundo valor mais reduzido em número de incêndios e o sexto valor mais reduzido de área ardida, desde 2010”, lê-se no relatório.

O incêndio que este ano consumiu mais área ardida foi o que se registou a 13 de setembro no concelho de Proença-a-Nova (distrito de Castelo Branco), onde arderam 16.510 hectares de florestas.

O ICNF sublinha que os incêndios com área ardida inferior a um hectare são os mais frequentes, representando 86% do total, e que ocorreram, até 15 de setembro, 11 incêndios com área ardida superior ou igual a 1000 hectares, aqueles que são considerados os fogos “de maior dimensão”.

Por sua vez, registaram-se 62 “grandes incêndios”, aqueles que têm uma área ardida igual ou superior a 100 hectares, e que resultaram em 56.223 hectares de área ardida, cerca de 85% do total da área ardida.

O ICNF frisa também que o maior número de incêndios se registaram nos distritos do Porto (2.355), Braga (943) e Aveiro (617), mas foram maioritariamente fogos “de reduzida dimensão” e não ultrapassam um hectare de área ardida.

O distrito mais afetado em área ardida foi Castelo Branco, com 25.872 hectares, cerca de 39% da área total ardida até 15 de setembro, seguido de Bragança, com 6.414 hectares, e de Vila Real(5.440 hectares).

Segundo os dados provisórios, o mês de julho foi aquele que apresenta o maior número de incêndios rurais, com um total de 3.112, mas no que respeita à área ardida, setembro foi o mês que registou maior área ardida este ano, com um total de 27.492 hectares.

O relatório do ICNF concluiu que a área ardida este ano é aquela que era “expectável” tendo em conta a severidade meteorológica verificada.

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Braga

Tecnológica quer contratar 300 para trabalho remoto. E há preferência por Braga

Emprego

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Foto: Dr / Arquivo

A empresa portuguesa Talkdesk quer recrutar 300 colaboradores até final deste ano para exercerem funções em trabalho a partir de casa. Uma das cidades onde a tecnológica tem interesse é Braga, face à evolução estudantil com bom ritmo tecnológico que a área apresenta.

A Talkdesk é um unicórnio na linguagem internacional do mundo empresarial, ou seja, está avaliada em bolsa com um valor de mais de mil milhões de dólares (cerca de 850 milhões de euros).

A plataforma, que disponibiliza assistência ao cliente sem necessidade de instalações físicas, já trabalha com empresas de elevado valor de mercado, como é o caso da IBM ou do portal de viagens Trivago. Fundada em 2011 por dois portugueses – Tiago Paiva e Cristina Fonseca – personaliza o atendimento telefónico desses mesmos clientes, para esclarecer dúvidas, entre outros assuntos.

Uma ronda de investimento de 143 milhões de dólares, operada em julho deste ano, permite que a empresa possa contratar mais 700 funcionários, metade deles em solo luso.

Em entrevista ao Dinheiro Vivo, João Coelho, um dos responsáveis de recursos humanos, explica que já foram contratados em Portugal cerca de 100 colaboradores desde o mês de abril, e todos trabalham exclusivamente em modo remoto.

Há três anos que a Talkdesk pretende chegar aos 1000 funcionários em 2020. A plataforma fundada em 2011 pelos portugueses Tiago Paiva e Cristina Fonseca ajuda as empresas a personalizarem o atendimento telefónico aos clientes com um sistema na cloud, ou seja, sem necessidade de infraestrutura física.

Em Portugal, existem atualmente cerca de 700 colaboradores, na sua grande maioria focados em engenharia. Lá fora, há mais 350 funcionários. Até final do ano, entram mais 600, 300 dos quais em Portugal.

“Teremos mais de 1.500 pessoas até ao final deste ano. Estamos a preparar as nossas equipas de recursos humanos para conseguirmos assegurar o cumprimento deste objetivo, ambicioso mas realista”, disse.

Em Portugal, o responsável explica que Braga é uma das cidades onde a empresa quer contratar, dada a proximidade com academias como a UMinho, que formam engenheiros de excelência.

Também Viseu, Guarda, Vila Real, Fundão, Beja, Faro, Açores e Madeira estão entre as cidades preferidas para o recrutamento, por serem “um universo de oportunidades interessante”.

Atualmente, em Portugal, a empresa funciona exclusivamente de forma remota, situação que já era preferencial mas foi acelerada pela pandemia atual. A sede que a Talkdesk possui em Lisboa está vazia, embora continue arrendada pela empresa, algo que deverá terminar brevemente, levando a que os proprietários do espaço peçam uma indemnização de cerca de 1,5 milhões de euros.

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