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Região

GNR apreende 70 mil cigarros de contrabando em operação na A3

Autoestrada que liga Porto a Valença

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Foto: DR / Arquivo

A Unidade de Ação Fiscal da GNR apreendeu 70 mil cigarros de contrabando durante uma operação numa área de serviço da A3, a autoestrada que liga Porto a Valença, informou hoje aquela força policial.


“Caso a mercadoria tivesse sido introduzida no consumo através dos circuitos comerciais marginais, o tabaco apreendido teria causado um prejuízo ao Estado, em sede de Imposto de Transações e de IVA, num valor aproximado de 16 mil euros”, assinala a GNR, num comunicado em que precisa que a apreensão ocorreu na quarta-feira na área de serviço de Coronado, na zona da Trofa, distrito do Porto.

O tabaco seguia em dois veículos “sem ostentar a estampilha fiscal exigida para comercialização em território nacional” e os condutores, um de 45 anos e outro de 61, “não se faziam acompanhar de qualquer documentação comercial ou aduaneira comprovativa do pagamento dos impostos devidos.

Além de apreender o tabaco, a Unidade de Ação Fiscal da GNR, que contou com o apoio da Unidade Nacional de Trânsito da mesma força policial, elaborou de dois autos de contraordenação aduaneira por introdução irregular de mercadoria no consumo.

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Braga

Braga entre as 10 cidades europeias a quem os turistas não dão o devido valor

A cidade de Braga foi considerada uma das 10 mais subvalorizadas na Europa pela produtora WatchMojo, um dos maiores canais do YouTube com mais de 13 bilhões de visualizações e 22 milhões de subscritores. Para a empresa canadiana, Braga é a segunda cidade mais subvalorizada da Europa, muito por culpa de Porto e Lisboa estarem a tornar-se em destinos preferenciais na Europa. Imagens: Mojo

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Foto: DR

A cidade de Braga foi considerada uma das 10 mais subvalorizadas na Europa pela produtora WatchMojo, um dos maiores canais do YouTube com mais de 13 bilhões de visualizações e 22 milhões de subscritores. Para a empresa canadiana, Braga é a segunda cidade mais subvalorizada da Europa, muito por culpa de Porto e Lisboa estarem a tornar-se em destinos preferenciais na Europa. Imagens: Mojo

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Cávado

Esposende vai recuperar moinhos para criar parque temático

Parque Temático de Moinhos de Vento

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Foto: Divulgação / CM Esposende

A Câmara de Esposende vai arrancar com a obra de recuperação de três moinhos de vento, propriedades do município, iniciando assim a primeira fase do processo de constituição do Parque Temático dos Moinhos de Vento da Abelheira, em Marinhas, foi hoje anunciado.

Em comunicado, a autarquia dá conta de que esta recuperação dos moinhos insere-se no âmbito da candidatura Qualificação das Experiências de Turismo da Natureza no Minho – Redes de Visitação da Natureza – Moinhos da Abelheira/Esposende, integrada na Estratégia de Eficiência Coletiva PROVERE, financiada a 85% e terá um investimento de 155 mil euros.

Esta ação integra-se na estratégia de promoção do Turismo no Município de Esposende através da valorização e preservação do seu património material e imaterial.

A intervenção global está prevista para os sete moinhos, mas nesta fase a autarquia vai avançar com a recuperação dos três edifícios que são propriedade da Câmara.

“No futuro ficará ali implantado o parque temático ligado às energias renováveis e ao ciclo do pão”, refere Benjamim Pereira, presidente da Câmara de Esposende.

As obras de conservação abrangem os moinhos de vento números “3”, “6” e “7”, os quais são já propriedade do município, mas o futuro parque temático abrange sete espaços expositivos, onde será apresentado todo o processo que envolve a sementeira e a recolha do grão, assim como os diversos processos necessários à sua preparação para a moagem.

Aos moinhos estarão associados os temas da eletricidade; do ciclo do pão e da etnografia a ele associado; das questões ambientais do uso de energias; das respostas sensoriais que a cultura do cereal permite experimentar através do tato, olfato e visão, às questões sobre os cereais híbridos ou geneticamente modificados. Um dos espaços, distinto pelo aspeto arquitetónico vanguardista, abordará o futuro da energia.

Relativamente ao moinho “3”, a autarquia pretende3 fazer a recuperação funcional a partir dos vestígios remanescentes no local, recuperando toda a informação tecnológica e capitalizando os resultados na reconstituição fidedigna do moinho (no que respeita a materiais, técnicas construtivas, volumes, paleta de cores, soluções tecnológicas tradicionais e molinologia local).

No que se refere aos outros dois moinhos, pretende uma recuperação parcial, garantindo emprego de técnicas não invasivas e consequentemente a preservação da integridade dos elementos existentes.

Esposende reúne vários moinhos eólicos e hidráulicos. Entre os núcleos dos engenhos de moagem movidos pela força do vento, além dos de Abelheira estão referenciados os de Cedovém em Apúlia, entre outras unidades disseminadas pelo concelho.

Refira-se que a Casa das Marinhas, foi inspirada, arquitetada e construída a partir de um moinho e transformada em habitação, pelo conceituado arquiteto esposendense Viana de Lima. Portugal assinala o Dia Nacional dos Moinhos a 07 de abril

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Guimarães

Guimarães leva nova marca à maior feira de calçado mundial

Ambituous, de São Torcato

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A “coragem” e “resistência” das 33 empresas portuguesas de calçado que participam na maior feira do setor, em Milão, Itália, contrastava hoje com a reduzida afluência de visitantes ao certame, cujo primeiro dia foi uma sombra de edições anteriores.

Durante uma visita à comitiva portuguesa, o secretário de Estado Adjunto e da Economia, João Neves, reconheceu que esta edição da feira é “diferente de todas”, mas sublinhou “a importância da presença de um número muito expressivo de empresas portuguesas [33], em circunstâncias muito difíceis”.

Desvalorizando a perda de peso da comitiva nacional no contexto global de “expressiva diminuição” do total de expositores e de visitantes esperados, João Neves preferiu destacar a “capacidade de resistência” dos participantes e o facto de que “quem vem a uma feira como esta vem para fazer negócio e não para ver as tendências do mercado, como noutras edições porventura aconteceu”.

“Portanto estamos esperançados que, do ponto de vista do negócio possa ser uma feira positiva”, sustentou.

Uma opinião partilhada pelo ‘brand manager’ da Ambitious, a marca própria da empresa de Guimarães Celita, para quem a presença nesta edição da MICAM “é um sinal de coragem e de proximidade que é preciso dar aos retalhistas”.

“Esta estação foi difícil de planear, mas assim que foi possível recomeçámos as nossas viagens e estou há já duas semanas na estrada. Os nossos clientes não vão poder viajar tanto, por isso temos de estar mais próximos deles”, disse à agência Lusa Pedro Lopes.

Com exportações para 47 mercados, muitos dos quais extracomunitários, a empresa considera que a ausência de compradores de fora da Europa, dadas as restrições impostas pela pandemia, “é a maior quebra” nesta edição do evento.

“Mas não é por isso que a feira deixa de fazer sentido, até porque a Itália é o nosso principal mercado”, acrescenta.

Após ter faturado 20 milhões de euros em 2019, a Celita prevê terminar este ano com uma quebra de “15 a 20%” nas vendas, com o “melhor início de ano de sempre” que estava a registar até à explosão da pandemia a permitir compensar, em parte, o mês de paragem total em abril e a quebra de atividade dos restantes meses.

Face ao apelo de alguns dos industriais portugueses para que o Governo não afrouxe os apoios às empresas, o secretário de Estado Adjunto e da Economia assumiu a “responsabilidade” do executivo de “ter uma palavra forte de suporte às atividades económicas”.

“Continuaremos a apoiar os empresários e os trabalhadores para manter as empresas e os empregos”, garantiu João Neves, atribuindo a menor adesão das empresas às medidas sucedâneas do regime transitório de ‘lay-off’ simplificado ao retomar progressivo da atividade.

Embora admitindo uma adaptação das medidas de apoio em caso de deterioração das conjuntura, até porque “o clima é de enorme incerteza”, o governante quase excluiu um regresso por muitos defendido do ‘lay-off’ simplificado no Orçamento do Estado para 2021: “Penso que não estamos nessa fase”, disse.

Já o secretário de Estado da Internacionalização, Eurico Brilhante Dias, que acompanhou João Neves na visita à comitiva portuguesa na MICAM, destacou que, “apesar de todas as restrições, o setor de bens teve em julho um decréscimo de apenas 7% face ao mês homólogo de 2019” e tem vindo “progressivamente a diminuir o ‘gap’” relativamente ao ano anterior.

“Os exportadores portugueses foram cruciais para que Portugal saísse da última crise. Foram, em grande medida, uns heróis e desta vez não vai ser diferente, serão os exportadores e estas empresas que vão fazer com que Portugal ultrapasse este momento particularmente difícil em todo o mundo”, considerou.

*** Patrícia Dinis, enviada da agência Lusa ***

*** A jornalista viajou a convite da Associação Portuguesa dos Industriais do Calçado, Componentes, Artigos de Pele e Seus Sucedâneos (APICCAPS) ***

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