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Funcionários do entreposto de Famalicão do Lidl em greve

Ribeirão

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Foto: DR

O Sindicato dos Trabalhadores do Comércio, Escritórios e Serviços de Portugal (CESP) acusou hoje a cadeia de supermercados Lidl Portugal de não respeitar o direito à greve e não estar aberta a negociações.


“Em causa estão situações muito precárias e pessoas que há anos procuram melhorar a sua situação laboral, mas ganham entre 300 e 400 euros, tendo de recorrer a outros empregos, quando são funcionários efetivos e necessidades essenciais. O Lidl prefere ter mais gente a trabalhar e pagar menos”, disse Bruno Silva, do CESP, coordenador do sindicato no distrito de Braga.

O CESP agendou uma greve para sexta-feira, sábado e domingo no Entreposto – Norte da rede de supermercados Lidl, que fica na freguesia de Ribeirão, concelho de Famalicão.

Em comunicado, o sindicato refere que “com o receio esperado do impacto da luta dos trabalhadores neste armazém e o não abastecimento das lojas, já hoje, deram entrada cinco trabalhadores contratados a uma empresa de trabalho temporário, a Work Permit”.

“À estrutura sindical deste entreposto não lhe foi dado a conhecer o plano de contingências. E espanta-se que estes novos trabalhadores estão a desempenhar as mesmas tarefas dos trabalhadores Lidl efetivos e sem qualquer medida de distanciamento”, acrescenta a nota.

Segundo Bruno Silva esta prática é “reiterada” nesta cadeia de supermercados que “naturalmente adivinha uma adesão à greve avassaladora”, à imagem, acrescentou o sindicalista, da greve que aconteceu a meio do ano passado, na qual o CESP diz ter registado uma adesão de 90%.

“Apressaram-se a contratar uma empresa de trabalho temporário para fazer face ao impacto que vão ter [devido à greve]. Temos conhecimento de que as lojas do Norte estão a receber orientações para que os produtos sejam encomendados [aos gestores do Entreposto] até ao fim de semana. Querem que os efeitos da greve sejam diminutos”, referiu Bruno Silva.

Ainda de acordo com nota do sindicato, os objetivos da greve são o aumento dos salários de todos os trabalhadores, a negociação do caderno reivindicativo, bem como a resolução dos problemas dos trabalhadores do Lidl.

O CESP acusa a empresa de “não quer conversar”. “Ao longo dos anos esteve disponível para ver o caderno reivindicativo, dialogar, mas nunca esteve disposta a negociar”, disse Bruno Silva.

Já na nota do CESP lê-se como slogan da greve “A um posto de trabalho permanente, exigimos um vínculo efetivo”, argumentando o sindicato que ao Lidl Portugal “tudo serve” e este “recorre apressadamente a mão-de-obra barata e precária”, enumerando o recurso a trabalhadores oriundos de países do sul da Ásia, nomeadamente paquistaneses e indianos.

“São países que se encontram com elevados níveis de contaminação do SARS-CoV-2 [novo coronavírus] e ainda recentemente impuseram medidas mais duras, como o confinamento das suas populações”, lê-se na nota.

Para o sindicato é “inaceitável” que “muitos trabalhadores aufiram salários bem inferiores ao salário mínimo nacional” o que faz com que, diz a estrutura sindicalista, “vivam abaixo do limiar da pobreza”.

“Importa para o Lidl é investir milhões de euros a cada ano em publicidade e campanhas de marketing, entrando pelas casas adentro publicidade enganosa e camuflando aos olhos de todos os portuguesas a dura realidade que vivem estes trabalhadores Lidl”, conclui a nota.

A agência Lusa contactou via email e telefone a cadeia de supermercados, tendo esta remetido esclarecimentos para mais tarde.

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Homem desaparecido desde sexta quando ia a um funeral em Famalicão

Desaparecimento

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Foto: DR

Uma família lançou um apelo à população em busca de informações sobre o paradeiro de um homem que se encontra desaparecido desde a passada sexta-feira, quando saiu de casa para ir a um funeral no concelho de Famalicão.

Segundo disse a O MINHO uma sobrinha, Sandra Silva, o homem, chamado António Alves da Silva, saiu de casa na passada sexta-feira, em Santo Tirso, dizendo que ia a um funeral de um cunhado na freguesia de Lousado, em Famalicão.

Desde então, o homem, que sofre de princípios de demência, embora medicado, nunca mais foi visto.

A sobrinha indica que António se deslocava num Opel Corsa preto, modelo antigo, na última vez que foi visto junto a um café, em Areias, concelho de Santo Tirso, pelas 14:30 de sexta-feira.

A família já reportou o caso às autoridades que estão a desenvolver diligências para encontrar o desaparecido, que mora sozinho.

Informações podem ser reportadas ao comando distrital da PSP (253 200 420), GNR (253 203 030) ou diretamente à sobrinha, Sandra Silva (914210985).

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Freguesia de Famalicão oferece 250 euros por cada nascimento

Natalidade

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Foto: Facebook / Divulgação

A Junta da União de Freguesias de Ruivães e Novais, em Famalicão está a oferecer um cheque de 250 euros a cada família que tenha tido um nascimento.

Esse cheque é reservado a compras no comércio local e pretende ser “um incentivo à natalidade”.

Segundo Duarte Veiga, presidente daquela autarquia, em 2020 foram entregues 1.000 euros junto da comunidade das duas freguesias, totalizando quatro nascimentos.

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Pedra cai de telhado e deixa homem em estado crítico em Famalicão

Acidente de trabalho

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Foto: DR

Um homem de 39 anos ficou com ferimentos muito graves na sequência de um acidente de trabalho, ao final da tarde desta sexta-feira, em Famalicão.

Ao que apurou O MINHO junto de fonte do comando territorial da GNR em Braga, o homem estaria a proceder a trabalhos junto a um pavilhão em construção na freguesia de Fradelos quando uma pedra de grande porte terá caído do telhado, atingindo o homem num braço e numa perna.

Para o local foram acionados os Bombeiros de Famalicão com uma ambulância.

Face à gravidade dos ferimentos, a vítima foi transportada de emergência, em estado crítico, para o Hospital de São João, no Porto, com acompanhamento da equipa médica da VMER de Famalicão.

A GNR registou a ocorrência.

O alerta foi dado às 18:10 para a rua de Portemião.

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