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Funcionário da Brunati cumpre horário sentado à porta da empresa e facebook viralizou caso

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Francisco Teixeira, funcionário da Brunati, empresa de distribuição de café com instalações em Selho São Jorge, concelho de Guimarães, cumpre horário sentado à porta da empresa. Em causa está conflito que se arrasta desde maio e que culminou, desde há três semanas, com uma situação insólita.

O trabalhador tem passado os últimos 15 dias na sala de visitas da empresa a cumprir horário, passando nos últimos três para a porta da empresa.

O caso ficou conhecido pelo Facebook, feita por um amigo de Francisco Teixeira, e já tinha cerca de 15 mil partilhas às 10:30 horas desta quinta-feira. No “post” denuncia-se “a triste realidade”.

Tenho passado por este meu colega há já alguns meses e vejo-o sentado à porta da empresa em que trabalha. Não é todos os dias mas é muitas vezes“, lê-se na publicação colocado por Juliano Teixeira no Facebook e que gerou indignação e revolta nas redes sociais.

Segundo o Vitor Araújo, administrador da Brunati, em causa está a instauração de um processo disciplinar “por uso do telemóvel da empresa para fins comerciais particulares e durante o horário laboral“.

“Utilizava também a carrinha da empresa para vender coisas dele. Não o vou despedir, isso era o que ele queria”, referiu ao O MINHO Francisco Teixeira, confirmando o processo an Autoridade para as Condições no Trabalho de Guimarães one há duas queixas: do patrão e do funcionário.

Esta quinta-feira, Francisco Teixeira foi colocado na Trofa a realizar prospeção de mercado. A situação tem causado eco nas redes sociais, onde o caso foi denunciado, e está a tornar-se viral.

Segundo foi possível apurar, o trabalhador é funcionário há 12 anos da empresa. Em maio o administrador da empresa lhe terá anunciado que não poderia acumular uma segunda actividade que já desenvolvia há sete anos.

Algo que Francisco Teixeira contesta.

 

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Guimarães

Farfetch: Empresa do vimaranense José Neves entrou hoje na bolsa em Nova Iorque

A Farfetch é a primeira empresa tecnológica portuguesa a entrar na New York Stock Exchange (NYSE), principal índice da Bolsa de Nova Iorque.

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José Neves, à esquerda, em Nova Iorque, no dia em que a Farfetch entrou na bolsa. Foto: Facebook

A empresa Farfetch, retalhista digital de marcas de luxo fundada por o vimaranense José Neves e com ligações à cidade, desde a sua fundação, entrou esta sexta-feira, 21 de setembro, na bolsa de valores de Nova Iorque, com mais de 44 milhões de ações a 27 dólares cada (23 euros).

Em julho, a empresa que emprega mais de 3.000 trabalhadores nas áreas da fotografia, desenvolvimento de ‘software’, ‘design’ e outras, inaugurou o 13.º escritório mundial, na cidade de Braga e espera um novo edifício para servir de sede em Guimarães.

Vídeo: CNBC

Hoje, em Nova Iorque, menos de dez minutos depois do início das negociações, o valor de cada ação já estava a rondar os 28,5 dólares (24,3 euros ao câmbio atual).

A primeira empresa tecnológica portuguesa a entrar na New York Stock Exchange (NYSE) é agora reconhecida na bolsa sob a abreviatura “FTCH”, cerca de um mês depois de apresentar os documentos e oficializar o pedido de cotação, em 20 de agosto.

A entrada da Farfetch na NYSE aconteceu às 11:30 de Nova Iorque (16:30 em Lisboa), com as presenças do empresário português fundador, José Neves, do ministro da Economia, Manuel Caldeira Cabral, e de representantes das instituições bancárias que prepararam o processo de candidatura.

A cerimónia do toque do sino aconteceu às 09:30 locais e foi acompanhada por muitos convidados, empresários e investidores.

Na oferta pública inicial (IPO, na sigla em inglês), a Farfetch iniciou a dispersão de capital de 44.243.749 milhões de ações a 27 dólares cada, o que excedeu o preço inicial previsto, que começou com o intervalo de 15 a 17 dólares.

A Farfetch “está a criar riqueza para o país e está hoje, aqui, a dar uma notoriedade às nossas empresas tecnológicas”, afirmou o ministro da Economia português, Manuel Caldeira Cabral, acrescentado que este facto pode “atrair ainda mais investidores para Portugal”, fazendo alusão à forma como o Governo tem ajudado os empreendedores através do programa Startup Portugal.

José Neves, fundador da Farfetch, tem residência em Guimarães e em Londres. Foto: DR/Arquivo

A Farfetch “é uma empresa que trabalha em Portugal para o mercado global (…), que está a ajudar outras ‘startup’ portuguesas (…), que está a alavancar marcas portuguesas, mas é óbvio que tem grandes marcas de todo o mundo”, disse.

O ministro lembrou que, quando o atual Governo entrou em funções, “havia quem discutisse se esta empresa já valia mil milhões de euros”.

“Agora essa discussão está totalmente ultrapassada”, acrescentou o governante.

Empresas como a Farfetch já se estão a desenvolver em Portugal, criando um “valor em termos de criação de tecnologia e de emprego muito grande”, disse Manuel Caldeira Cabral.

O ministro da Economia considerou que José Neves, fundador da Farfetch, está a ajudar na “preparação de outras ‘startup’ portuguesas, para, quem sabe, daqui a quatro ou cinco anos, estarem elas” em Nova Iorque, a estrearem-se em bolsa.

Portugal pode ser um mercado “demasiado pequeno” para “projetos feitos em Portugal, altamente tecnológicos”, que colocam o país ao lado dos melhores, declarou.

A Farfetch é uma plataforma digital de comércio de luxo, que junta mais de 3.200 marcas a mais de 935.000 utilizadores, apresentando soluções de apresentação ‘online’ e envio dos produtos.

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Guimarães

Guimarães quer voltar a receber Taça do Mundo de ginástica artística em 2019

Guimarães já entregou a candidatura à Federação Internacional de Ginástica (FIG).

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Taça do Mundo de Ginástica Artística em Guimarães. (2018) Foto: Facebook de Multiusos de Guimarães

Guimarães entregou uma candidatura à Federação Internacional de Ginástica (FIG) para organizar, pela segunda vez, a Taça do Mundo de ginástica artística, em 2019, anunciou hoje a Tempo Livre, régie-cooperativa municipal ligada ao desporto.

A cidade minhota acolheu a prova pela primeira vez em 2018, de 14 a 17 de junho, tendo reunido no seu pavilhão multiusos cerca de 100 ginastas, oriundos de 21 países, e apresentou uma candidatura a organizar novamente o evento no próximo ano, através da Federação de Ginástica de Portugal, em parceria com a Câmara Municipal de Guimarães e com a Tempo Livre.

A cooperativa responsável pela gestão dos equipamentos desportivos municipais, em Guimarães, justificou a candidatura com a capacidade da cidade “para acolher grandes eventos”, a “qualidade e versatilidade do multiusos” e o “considerável retorno gerado pelos eventos de ginástica” anteriormente realizados.

Cartaz de 2018. Foto: Divulgação

Em maio e junho de 2018, a cidade acolheu não só a Taça do Mundo de ginástica artística, mas também o campeonato do mundo de ginástica aeróbica e as finais dos campeonatos nacionais em múltiplas variantes da ginástica, tendo reunido cerca de 1.500 atletas de 47 países.

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Cabeceiras de Basto

Armazém de alfaias agrícolas ardeu em Cavez

Causas são ainda desconhecidas.

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Bombeiros Cabeceirenses no combate às chamas, esta tarde, em Cavez. Foto: O MINHO

Um armazém de alfaias agrícolas ardeu parcialmente esta tarde de sexta-feira na freguesia de Cavez, em Cabeceiras de Basto, mas a rápida chegada e a intervenção dos Bombeiros Cabeceirenses circunscreveu logo as chamas, evitou o seu eventual alargamento.

O sinistro foi combatido pelos Bombeiros Voluntários Cabeceirenses com 16 operacionais e quatro veículos, tendo a ocorrência sido registada pelo Posto Territorial da GNR de Cabeceiras de Basto.

As causas são ainda desconhecidas, segundo apurou O MINHO junto daquele dispositivo militar do Destacamento Territorial da GNR de Fafe.

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