Seguir o O MINHO

Alto Minho

Fortes que defenderam Valença nas guerras com espanhóis vão ser de interesse municipal

Guerras da Restauração

em

Valença quer ver classificados das seis fortificações abaluartadas em terra da época das Guerras da Restauração, existentes no concelho, como Imóveis de Interesse Municipal (IIM), foi hoje anunciado.

Decorre, de momento o levantamento e preparação do dossier, com vista à classificação, do Forte de S. Jorge na freguesia da Silva, do Forte de São Luiz Gonzaga, em São Pedro da Torre, do Forte de Belém, em Arão, dos Forte do Tuído e de São Francisco ou Balagota, em Gandra e do Forte da Gingleta em Verdoejo.

Em comunicado, a autarquia dá nota de que estes fortins térreos “estavam integrados no sistema fortificado da linha de defesa do rio Minho, na fronteira Portugal / Espanha, constituindo pontos avançados de defesa e ataque à Fortaleza de Valença”.

Para o Município de Valença é “fundamental avançar com a classificação face à importância e interesse histórico cultural a nível nacional destes bens”, assim como “a proteção legal destas estruturas é o primeiro passo para a valorização de um património que merece ser estudado, interpretado e dado a conhecer”.

Com a classificação destes bens, a autarquia pretende,  “sobretudo, proteger, valorizar e salvaguardar estas estruturas militares, as quais nos remetem para a consolidação e defesa da fronteira de Portugal, considerada uma das mais estáveis e antigas dos mundo”.

A implementação deste projeto por parte do Município de Valença conta com o financiamento do programa Touring Cultural| Identidade Cultural do Minho, através do Norte 2020 / Cim Alto Minho.

Populares