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Alto Minho

Foi há 25 anos que Ponte de Lima foi pioneira no Minho ao criar serviço de Reumatologia

25.º aniversário

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Foto: DR / Arquivo

O Serviço de Reumatologia de Ponte de Lima assinala, durante este mês de fevereiro, os 25 anos da sua fundação, foi hoje anunciado.

Fundado a 01 de fevereiro de 1995 pelo médico João Pimenta, que criou as condições legais para implantar uma unidade de saúde vocacionada para os problemas da população idosa com dificuldades de locomoção. Para além da reumatologia, idealizou ainda os serviços de fisiatria e geriatria.

Até então, a especialidade de reumatologia existia apenas no Hospital de S. João, no Porto, instituição que formou aqueles que haveriam de ser os médicos pioneiros na descentralização deste serviço, Domingos Araújo e Maria do Carmo Afonso.

Em 1996 e 1998 juntaram-se ao serviço os médicos Lúcia Costa e Sérgio Alcino que, em conjunto com os fundadores, constituíram a espinha dorsal do serviço, sedimentando a especialidade em Ponte de Lima e expandindo-a para concelhos limítrofes.

Ao longo destes 25 anos, foram já formados nesta unidade nove médicos especialistas em reumatologia, três dos quais a fazer parte integrante dos quadros daquela unidade (José António Costa, Filipa Teixeira e Daniela Peixoto). Atualmente, o serviço tem cinco internos em formação específica de reumatologia.

Em comunicado enviado a O MINHO, o serviço de reumatologia da ULSAM congratula-se “com a possibilidade” de crescimento “ao longo dos anos”, que permitiu “continuar a prestar cuidados médicos nesta área da medicina que é, muitas vezes, erroneamente subvalorizada”.

A reumatologia é a especialidade médica que tem por objetivo o tratamento médico e a prevenção de múltiplas patologias que envolvem o sistema músculo-esquelético. Engloba doenças sistémicas inflamatórias crónicas e diversas afeções articulares e músculo-esqueléticas de causa não traumática.

No seu conjunto, as doenças reumáticas representam o grupo de patologias mais frequentes nos países desenvolvidos e constituem um dos principais motivos de consulta médica nos cuidados primários, sendo a principal causa de absentismo, de invalidez e de reforma antecipada.

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Alto Minho

Tuna junta-se para cantar “Havemos de ir a Viana” a partir de casa

Em tempos de confinamento, a Hinoportuna – Tuna do Instituto Politécnico de Viana do Castelo lançou, este domingo, um videoclipe da música “Havemos de ir a Viana”, feito a partir das casas dos seus membros. Vídeo: YouTube

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Em tempos de confinamento, a Hinoportuna – Tuna do Instituto Politécnico de Viana do Castelo lançou, este domingo, um videoclipe da música “Havemos de ir a Viana”, feito a partir das casas dos seus membros.

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Alto Minho

Covid-19: Confirmado primeiro infetado em Cerveira

Coronavírus

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Foto: DR / Arquivo

Um habitante de Vila Nova de Cerveira deu positivo no teste para Covid-19, informou hoje a autarquia, naquele que é o primeiro caso confirmado no concelho, até à data.

Num comunicado divulgado nas redes sociais, a câmara municipal acrescenta que “a entidade de saúde responsável pela comunicação dos dados não nos reportou nem a idenficação da pessoa, nem a freguesias a que pertence, no entando, dado o historial conhecido, suspeitamos que possa tratar-se de um caso anteriormente sinalizado em Mentrestido”.

Imagem: Facebook de CM Cerveira

Até às 24:00 de sábado, registaram-se 5.962 casos confirmados no país, devido à Covid-19. Morreram 119 pessoas.

Covid-19: 119 mortes e 5.962 casos confirmados no país

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Alto Minho

PCP questiona Governo sobre o encerramento “ilegal” de panificadora de Caminha

Camipão

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Foto: DR / Arquivo

O PCP questionou a ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social sobre o encerramento “ilegal” de uma panificadora em Caminha, que deixou cerca de 60 trabalhadores no desemprego.

“De acordo com informação prestada ao grupo parlamentar do PCP, a empresa Camipão, com sede no lugar da Cruz Velha, em Vila Praia de Âncora, parou o seu funcionamento ilegalmente, deixando aproximadamente 60 trabalhadores no desemprego”, refere a pergunta dirigida ao Governo pela deputada do PCP, Diana Ferreira e a que a agência Lusa teve hoje acesso.

No documento, a deputada comunista adianta que “desde 2018 se verificavam situações de incumprimento dos direitos laborais na empresa”, apontando “atrasos no pagamento de subsídios de férias e Natal e dos salários”.

“Estas situações na Camipão foram denunciadas por várias organizações sindicais que solicitaram a intervenção da Autoridade para as Condições de Trabalho (ACT). No dia 20 o Sindicato dos Trabalhadores na Indústria da Hotelaria, Turismo, Restaurantes e Similares do Norte requereu ação inspetiva, com caráter de urgência, dado até aquela data a empresa não ter pago metade do salário do mês de janeiro, bem como a totalidade do salário de fevereiro”, explica a deputada.

No requerimento enviado ao Governo, a deputada comunista acrescenta que a “Camipão não regularizou o pagamento do subsídio de Natal de 2018 a alguns trabalhadores, nem pagou o subsídio de Natal, a todos os trabalhadores, referente ao ano de 2019”.

“O extenso rol de irregularidades apontadas pelo sindicato, abrange ainda ilegalidades na marcação de férias, nas categorias profissionais e no cumprimento de direitos consagrados na contratação coletiva. No dia 25 a empresa encerrou todos os seus estabelecimentos, sem ter notificado por escrito os trabalhadores”, aponta.

Diana Ferreira sublinhou que “o encerramento ocorre num período em que os trabalhadores estão com o salário e subsídio de Natal em atraso, facto que já havia originado sérios problemas”.

“O sentimento de injustiça dos trabalhadores – que têm obrigações pessoais, familiares, contas para pagar – perante a situação relatada é muito grande”, reforça.

A deputada comunista quer saber “se Governo tem conhecimento da situação e como explica que ao longo de anos, a empresa ter praticado este incumprimento dos seus deveres sem que seja conhecida intervenção da ACT”.

Diana Ferreira reclama ainda esclarecimentos sobre as medidas que o Governo vai tomar para que sejam “integralmente respeitados” os direitos dos trabalhadores , se vai “tentar salvaguardar os postos de trabalho e a viabilidade da empresa” e como vai agir para garantir o “urgente pagamento do subsídio de desemprego aos trabalhadores afetados”.

Anteriormente a Lusa tentou, sem sucesso, contactar o administrador da empresa, José Presa, que, nas últimas eleições autárquicas foi eleito vereador do PSD na Câmara de Caminha, mandato que viria a suspender, em maio de 2019, por um ano.

Na altura a Lusa contactou o presidente da câmara, o socialista Miguel Alves, que disse não poder confirmar o encerramento, acrescentando que “na quarta-feira a Camipão suspendeu a produção de pão e fechou as lojas por haver intranquilidade e desconforto entre os funcionários”.

“A câmara teve de arranjar outra empresa para fornecer o pão para servir aos alunos e famílias carenciados do concelho a quem o município está a assegurar refeições neste período de pandemia da covid-19. Fomos avisados menos de 24 horas antes da suspensão da laboração”, explicou.

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