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Braga

Feira de Vieira do Minho reabre totalmente na próxima semana

Covid-19

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Foto: Divulgação / CM Vieira do Minho

A venda de produtos não alimentares na feira semanal de Vieira do Minho está autorizada a partir de dia 05, estando garantidas “todas as medidas de segurança”, disse hoje à Lusa o presidente da autarquia.

Em declarações à Lusa, António Cardoso explicou que os comerciantes de produtos não alimentares, como roupa, calçado ou artigos para o lar, “vão voltar a poder vender no terrado da feira semanal já na próxima segunda-feira”, depois de ter sido proibida a venda de bens não alimentares em feiras no âmbito das medidas de combate à pandemia causada pelo novo coronavírus.

O plano de desconfinamento faseado apresentado pelo Governo a 15 de março confere às autarquias a decisão sobre a abertura, ou não, das feiras semanais e mercados municipais à venda de produtos não-alimentares a partir de 05 de abril.

“No caso de Vieira do Minho, os feirantes de bens não alimentares vão poder voltar à feira na próxima segunda, dia da feira semanal. Vamos reabrir a todo o comércio mas vamos garantir as condições de segurança necessárias, vigilância de normas, uso de máscara e proibição de ajuntamentos. A câmara e a Polícia Municipal vão garantir essas condições”, apontou o autarca.

Questionado sobre o impacto daquela proibição, António Cardoso referiu que “foi muito grande” nos feirantes mas também na população.

“Os nossos feirantes foram muito afetados. Muito mesmo. A população também porque estava habituada a recorrer à feira para satisfazer todas as necessidades. Mas os vendedores são os mais afetados e estão ansiosos por esta reabertura”, disse.

A pandemia de covid-19 provocou, pelo menos, 2.792.586 mortos no mundo, resultantes de mais de 127 milhões de casos de infeção, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Em Portugal, morreram 16.845 pessoas dos 821.104 casos de infeção confirmados, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

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