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Famalicão exige rastreio em todos os lares e assume custos

Covid-19

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Foto: Divulgação

O presidente da Câmara de Famalicão, Paulo Cunha, defendeu hoje a necessidade urgente de rastrear a covid-19 em todos os lares do concelho e manifestou “total disponibilidade” do município para assumir os respetivos custos.


“O rastreio é absolutamente urgente porque nos lares o contágio tem um efeito brutal e dramático”, referiu.

Por isso, o município manifesta-se disponível para custear o rastreio e para dar todo o apoio logístico e operacional necessário.

Uma disponibilidade que Paulo Cunha diz ter sido hoje mesmo comunicada à delegada de saúde do concelho.

O concelho de Famalicão tem 21 lares, com um total de 700 utentes e 1.300 trabalhadores.

Hoje mesmo, Paulo Cunha revelou que o lar de Famalicão que no domingo foi evacuado devido à covid-19 conta com um total de 32 infetados, entre utentes e funcionários.

“O efeito de contágio nos lares é brutal e dramático. São ambientes fechados, de enorme proximidade, e, por isso, o rastreio é fundamental”, reiterou o autarca.

O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, já infetou mais 480 mil pessoas em todo o mundo, das quais morreram perto de 22.000.

Depois de surgir na China, em dezembro, o surto espalhou-se por todo o mundo, o que levou a Organização Mundial da Saúde (OMS) a declarar uma situação de pandemia.

Em Portugal, registaram-se 60 mortes, mais 17 do que na véspera (+39,5%), e 3.544 infeções confirmadas, segundo o balanço feito hoje pela Direção-Geral da Saúde, que identificou 549 novos casos em relação a quarta-feira (+18,3%).

Dos infetados, 191 estão internados, 61 dos quais em unidades de cuidados intensivos, e há 43 doentes que já recuperaram.

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Famalicão poupa 40 por cento na iluminação pública após substituição de luminárias

Poupança energética

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Foto: Divulgação / CM Famalicão

A Câmara de Famalicão vai conseguir uma poupança de cerca de 40 por cento na sua fatura com a iluminação pública no concelho, através da substituição das luminárias equipadas com lâmpadas convencionais por luminárias do tipo Led, foi hoje anunciado.

Depois de terminada a primeira fase do processo que decorreu no ano passado e abrangeu o centro urbano da cidade, as estradas nacionais e a Via Intermunicipal (VIM), a autarquia vai avançar agora com a segunda fase que implica a substituição das luminárias na via pública das vilas de Joane, Ribeirão e Riba de Ave e nas estradas municipais do território.

A decisão de contratar a empreitada para esta segunda fase, que envolve um investimento municipal de mais de um milhão de euros, foi aprovada esta quinta-feira em reunião do executivo municipal.

Segundo o presidente da autarquia, Paulo Cunha, “trata-se de um investimento âncora para o município, por várias razões”.

E explicou: “Em primeiro lugar estão as razões ambientais, pois como é sabido as lâmpadas Led são uma solução mais amiga do ambiente e com elas estamos a contribuir para a redução da pegada ecológica no concelho e para um futuro mais sustentável”.

Mas o autarca não escondeu a importância do aspeto financeiro. “Claro que há aqui um clara poupança orçamental. Com as soluções Led, vamos consumir significativamente menos energia o que se reflete numa poupança de cerca de 40 por cento nos gastos com a iluminação pública”, sublinhou.

Ao todo, nas duas fases, serão substituídas cerca de 10 mil lâmpadas, num investimento dos dois milhões de euros.

Com todas as todas as estradas nacionais, municipais e núcleos urbanos da cidade e das vilas de Famalicão equipadas com tecnologia Led, fica apenas a faltar os caminhos vicinais, que são os caminhos públicos de ligação entre lugares das freguesias.

“Quando chegarmos aos caminhos vicinais atingiremos cem por cento do território”, adiantou ainda o autarca.

Recorde-se ainda que neste âmbito, a autarquia instalou, em 2016, lâmpadas do tipo LED em mais de uma dezena de parques e praças do concelho. Entretanto, concluiu também os projetos de sustentabilidade e eficiência energética para a Casa das Artes e Piscinas Municipais de Oliveira S. Mateus e Joane.

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GNR apreende armas e 120 preservativos em rusga em alterne de Cabeceiras de Basto

Crime

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Foto: DR / Arquivo

Dois homens foram constituídos arguidos na sequência de uma rusga efetuada por militares do Núcleo de Investigação Criminal da GNR, num alegado bar de alterne, em Cabeceiras de Basto, foi hoje anunciado.

Em comunicado, o comando territorial de Braga dá conta da operação, onde foram identificadas sete mulheres, entre os 30 e os 45 anos, doze clientes, entre os 18 e os 65 anos e apreendidos 120 preservativos e 1.260 euros.

“A ação foi efetuada na sequência de uma investigação, iniciada em novembro do ano passado, relacionada com crime de lenocínio, tendo os militares do NIC [de Fafe] dado cumprimento a três mandados de busca, dois em residências e um em estabelecimento comercial”, explica a GNR.

Foram ainda realizadas duas buscas domiciliárias, às residências do proprietário do estabelecimento e arrendatários do espaço, em Chaves e Felgueiras, tendo sido apreendido uma arma transformada para calibre 6.35mm, onze munições e um aerossol gás pimenta.

Os suspeitos foram constituídos arguidos por crime de lenocínio e posse de armas proibidas e os factos remetidos ao Tribunal Judicial de Cabeceiras de Basto.

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Obras de José de Guimarães “à mostra” no arquivo municipal da cidade berço

‘Tímida Modernidade’

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Foto: DR

O Arquivo Municipal Alfredo Pimenta, em Guimarães, acolhe, a partir de sexta-feira, a exposição “Tímida Modernidade”, composta por 14 obras do artista José de Guimarães, foi hoje anunciado.

Em comunicado, a cooperativa A Oficina refere que em exposição estarão obras que normalmente podem ser vistas no Paço dos Duques de Bragança.

De acesso gratuito, a exposição poderá ser visitada até 14 de fevereiro.

Esta mostra percorre uma série de obras de José de Guimarães, como “A Ratoeira”, de 1984, ou “Devorador de automóveis”, “A Dança” e “Cosmos”, todas de 1990.

Obras que, sublinha a organização, permitem o acesso à prática do artista entre o final dos anos de 1980 e os primeiros momentos da última década do século XX.

“Poderemos olhar para esta exposição como uma exposição-arquivo, que recua no tempo para continuar a questionar o futuro”, refere.

O acesso à inauguração da exposição é gratuito, por ordem de chegada e limitado à lotação do espaço, sendo obrigatórios o uso de máscara, a desinfeção das mãos à entrada e o distanciamento social de dois metros.

Os visitantes também não poderão tocar nos objetos expostos.

“Tímida Modernidade” são as palavras que terminam a carta redigida por José de Guimarães aquando da doação, em 1992, de um vasto núcleo de obras da sua autoria à cidade de Guimarães.

Desde então, esta série de pinturas, desenhos, guaches e esculturas têm permanecido em exposição no Paço dos Duques de Bragança.

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