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Famalicão

Famalicão de luto com a morte de Gouveia Ferreira, notável dirigente e advogado

Presidente do Famalicense Atlético Clube e antigo dirigente dos Bombeiros de Famalicão

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Foto: Divulgação

Morreu Manuel António Gouveia Ferreira, advogado famalicense e, desde 2017, um dos “notáveis” do dirigismo desportivo, depois de ter sido agraciado com o galardão de Mérito Desportivo, por parte da Câmara de Famalicão.

Dirigente do ano, em 2017, no Famalicense Atlético Clube (FAC), um dos mais ecléticos clubes desportivos da região, a participar em modalidades nas principais divisões nacionais, Gouveia Ferreira dirigiu ainda o Clube Aventura Famalicão. No aspecto humanitário, presidiu à direção dos Bombeiros Voluntários de Famalicão.

 

Era também conhecido na praça pública por ser um crítico mordaz, recorrendo a sátira e ironia nos artigos de opinião que foi publicando, ao longo da última década, no jornal famalicense Opinião Pública, do grupo que alberga a Fama TV e a Rádio Digital.

O corpo estará em câmara ardente a partir das 16:00, desta segunda-feira, na casa mortuária da Igreja Matriz velha, na Praça 9 de Abril. A família informa ainda que não haverá lugar a cerimónia religiosa, com o corpo a ser levantado para um crematório no final da manhã de terça-feira.

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Famalicão

Jovens detidos por tráfico de droga em Famalicão

Polícia de Segurança Pública

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Foto: DR / Arquivo

Dois jovens, de 19 e 20 anos, foram detidos, na noite da passada quinta-feira, por elementos da PSP, no centro da cidade de Famalicão, por suspeitas de tráfico de estupefacientes, divulgou aquela polícia.

Em comunicado, a PSP refere que a detenção ocorreu na Alameda Padre Manuel Simões, por volta das 23:15 de quinta-feira.

Aos suspeitos, foi-lhes apreendido liamba suficiente para 40 doses, que se encontravam divididas em sacos de plástico e a quantia de 85 euros em dinheiro.

Os detidos foram notificados para comparecerem no Tribunal Judicial de Vila Nova de Famalicão.

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Famalicão

Entram por janela do 1.º andar e assaltam duas moradias de luxo em Famalicão

Roubaram jóias e várias peças em ouro

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Foto: Imagem ilustrativa

Duas moradias de luxo foram assaltadas, na passada quinta-feira, em Famalicão, com os suspeitos a levarem objetos de elevado valor, avança este sábado o jornal Correio do Minho.

Tudo terá acontecido ao final da tarde, nas freguesias de Louro e Outiz, na zona Oeste do concelho, levando ao alerta das autoridades.

A mesma fonte indica que os larápios terão, em ambos os casos, escalado até ao primeiro andar dos edíficios, estroncando uma janela para aceder ao interior.

Uma vez lá dentro, tomaram posse de relógios, jóias, vários artigos em ouro, bolsas de mulher e algum dinheiro.

A investigação criminal da GNR encontra-se a investigar os assaltos.

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Famalicão

Lusodescendente de Famalicão vende vinho português a sessenta restaurantes de Paris

Karine da Costa fez “trabalho de formiguinha”

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Foto: DR

Seis dezenas de restaurantes de Paris servem vinhos portugueses graças a Karine da Costa [Linkedin], depois de um “trabalho de formiguinha” que desenvolve desde 2018 para divulgar os néctares de produtores de várias regiões demarcadas.

Karine da Costa. Foto: Facebook de Karine da Costa

“Nunca encontrava vinhos portugueses nos restaurantes da moda de Paris. Agora já começa a haver, mas há dois, três anos, não havia mesmo”, contou Karine da Costa à agência Lusa, durante o IV Encontro de Investidores da Diáspora, que está a decorrer até sábado, em Viseu.

Filha de pai natural de Vila Nova de Famalicão e de mãe de Mêda, Karine da Costa, de 26 anos, sempre viveu em Paris, mas “conhecia a qualidade dos vinhos portugueses” e lamentava não os conseguir encontrar nos restaurantes da capital francesa.

“Eu queria ter mais ligação a Portugal. Fui fazer uma formação em viticultura a Albufeira para ter bases sobre o setor e outra em enologia em Paris”, contou.

Karine da Costa começou nesta área em maio de 2018, com os vinhos verdes, mas atualmente trabalha também com produtores das regiões do Dão, do Douro e do Tejo. No próximo ano, juntar-se-ão os vinhos do Algarve, do Alentejo e de Lisboa.

“Primeiro começo pela seleção das vinhas, só trabalho com pequenos produtores independentes, que dão importância ao meio ambiente, e com castas autóctones”, explicou.

Como não fazia parte da área da restauração e dos vinhos, tem de ir “tocar às portas” dos restaurantes.

“Chego lá, apresento-me, combino um encontro para poderem provar os produtos. Vejo o tipo de restaurante, o tipo de comida, e faço uma seleção dos meus produtos que combinam mais”, explicou, acrescentando que, este ano, terão sido enviadas cerca de 2.500 garrafas para Paris.

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