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Presidente da República lamenta morte em serviço de GNR atropelado

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Presidente da República lamentou este domingo a morte em serviço de um militar da Guarda Nacional Republicana (GNR), em consequência de um acidente rodoviário, em Arreigadas, Paços de Ferreira, e o ferimento de outro militar no local.

Foi com profunda consternação que o Presidente da República tomou conhecimento, ao fim desta tarde, da morte em serviço do militar da GNR, o cabo Jorge Gomes, e do ferimento de um outro militar que o acompanhava no local numa operação de sinalização de um primeiro acidente”, lê-se numa mensagem de Marcelo Rebelo de Sousa divulgada no portal da Presidência da República na Internet.

O chefe de Estado declara-se “sensível à relevância da missão de fiscalização das estradas pela GNR como forma de dissuasão dos comportamentos de risco e de redução da sinistralidade rodoviária” e “agradece o espírito de missão de todos os elementos da Unidade Nacional de Trânsito neste momento difícil”.

Na mesma nota, Marcelo Rebelo de Sousa afirma que estará “atento à recuperação do militar ferido” e dirige “as mais sentidas condolências à GNR e aos familiares do militar que perdeu a vida no cumprimento da sua missão”.

O despiste de uma viatura hoje, cerca das 16:00, na A42, em Arreigadas, Paços de Ferreira, no distrito do Porto, provocou três mortos, um dos quais um militar da GNR, dois feridos graves e um ligeiro.

Segundo a mesma fonte, a viatura que se despistou abalroou um veículo ligeiro e um reboque e o militar da GNR que morreu terá sido atropelado quando prestava assistência a um outro acidente ocorrido pouco tempo antes no local.

A condutora da viatura que se despistou terá sido a vítima de 20 anos. O condutor do reboque terá sido a outra vítima mortal.

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Sindicato dos Jornalistas adverte para “as implicações” do ‘lay-off’

Covid-19

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Foto: DR / Arquivo

O Sindicato dos Jornalistas advertiu hoje para “as implicações” do recurso ao ‘lay-off’ no jornalismo, decorrente da pandemia, uma vez que esta decisão vai enfraquecer as redações portuguesas e conduzir a uma “diminuição efetiva” da produção jornalística.

De acordo com um comunicado divulgado hoje, o Sindicato dos Jornalistas “alerta para as implicações do recurso ao ‘lay-off’ no jornalismo”, uma vez que desta decisão “decorre uma diminuição efetiva da capacidade de produção jornalística”.

Apesar de reconhecer que o ‘lay-off’ poderá ser “a melhor solução para algumas situações pontuais” e um “instrumento de alívio financeiro” de curto prazo, o sindicato considera que vai fragilizar as “já enfraquecidas redações de grande parte, se não na totalidade”, dos órgãos de comunicação social portugueses.

O ‘lay-off’ simplificado é uma das medidas aprovadas pelo Governo de resposta à crise provocada pela pandemia de covid-19 e consiste num apoio às empresas de manutenção dos contratos de trabalho.

Os trabalhadores têm direito a receber dois terços da remuneração, assegurando a Segurança Social o pagamento de 70% desse valor, sendo o remanescente suportado pela entidade empregadora.

“Há anos que as redações se debatem com falta de jornalistas para fazerem melhor jornalismo e muito do trabalho realizado é feito em condições de precariedade laboral e financeira, que, neste contexto, se agravará”, prossegue a nota do sindicato, sublinhando que as medidas de apoio aprovadas para o setor do jornalismo devem estar focadas na preservação dos jornalistas e da “pluralidade da informação”.

O Sindicato dos Jornalistas também receia que uma medida que deve ser de alívio temporário “venha servir de expediente” para acentuar a “tendência de encurtar” as redações.

O SARS-CoV-2, responsável pela pandemia da doença covid-19, já infetou mais de 1,5 milhões de pessoas em todo o mundo, das quais morreram quase 89 mil.

Dos casos de infeção, mais de 312 mil são considerados curados.

Em Portugal, segundo o balanço feito hoje pela Direção-Geral da Saúde, registaram-se 409 mortes e 13.956 casos de infeções confirmadas.

Dos infetados, 1.173 estão internados, 241 dos quais em unidades de cuidados intensivos, e há 205 doentes que já recuperaram.

Portugal, onde os primeiros casos confirmados foram registados no dia 02 de março, encontra-se em estado de emergência desde as 00:00 de 19 de março e até ao final do dia 17 de abril.

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Criminalidade diminuiu para menos de metade durante pandemia

Covid-19

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Foto: DR / Arquivo

Os crimes violentos e a criminalidade geral diminuíram em Portugal cerca de 42 e 56%, respetivamente, durante a pandemia, face ao registo do mesmo período do ano passado, revelou hoje a PSP.

Entre 13 e 31 de março deste ano, altura em que o país já estava a enfrentar a pandemia de covid-19, a PSP registou menos 218 crimes violentos e menos 5258 de criminalidade geral, em comparação com o mesmo período de 2019, destaca a força de segurança em comunicado.

A PSP divulgou ainda que os crimes com decréscimo mais acentuado são os de furto por carteirista, com menos 427 denúncias, correspondendo a uma diminuição de 91% e os de ofensa à integridade física simples, com uma redução de 68%, registando-se menos 470 denúncias.

O roubo na via pública diminuiu 62%, com menos 167 registos, o furto em residência teve um decréscimo de 62% com menos 146 ocorrências e o furto de veículos motorizados diminuiu 57%, com 459 ocorrências.

Devido “ao atual quadro do estado de emergência” em Portugal, a PSP dedica “grande atenção à variação da criminalidade”.

E acrescentou: “especialmente a algumas tipologias criminais que, potencialmente, poderão conhecer agravamentos e ou novas formas de concretização”.

Os crimes de burla com fraude bancária, abandono de animais e furtos em outros edifícios que não residências ou estabelecimentos comerciais e industriais sofreram um aumento, revela ainda.

A burla com fraude bancária teve um crescimento de 67%, correspondendo “a uma variação de 31 casos”.

O crime por abandono de animais cresceu 100%, com 10 situações detetadas e o furto em outros edifícios cresceu 16%, com um total de sete ocorrências.

Quanto aos crimes de violência doméstica, este tiveram uma redução de 38%, com menos 336 ocorrências, e uma quebra de 15% em todo o mês de março, em dados divulgados pela PSP no início de abril.

A força de segurança iniciou “a intensificação dos contactos pessoais com as vítimas de violência doméstica” e divulgou o email [email protected]

“Pretende-se com estes contactos apurar da estabilidade da vivência familiar e, se necessário, proceder à imediata reavaliação individualizada de risco e reajuste das medidas de proteção da(s) vítima(s)”, acrescenta ainda o comunicado.

Também entre 13 e 31 de março a PSP deteve 55 cidadãos por desobediência “no quadro legal específico deste estado de exceção” e encerrou 226 estabelecimentos.

A PSP realizou 2825 operações durante este período, controlando mais de 35 mil pessoas e 54 mil veículos e respetivos ocupantes, acrescenta ainda.

A sinistralidade rodoviária diminuiu 49%, o que corresponde a menos 1236 acidentes, menos cinco vitimas mortais, menos cinco feridos graves e 456 feridos ligeiros.

O comunicado realça a satisfação da PSP com o “elevado grau de adesão da população ao quadro legal em vigor e às recomendações das autoridades de saúde e às restrições em vigor”.

O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, já infetou mais de 1,5 milhões de pessoas em todo o mundo, das quais morreram quase 89 mil.

Em Portugal, segundo o balanço feito hoje pela Direção-Geral da Saúde, registaram-se 409 mortes, mais 29 do que na véspera (+7,6%), e 13.956 casos de infeções confirmadas, o que representa um aumento de 815 em relação a quarta-feira (+6,2%).

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Costa promete universalidade no acesso ao digital para o próximo ano letivo

Covid-19

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Foto: Twitter / Arquivo

O primeiro-ministro, António Costa, assumiu hoje o compromisso de que no início do próximo ano letivo haverá o acesso para todos os alunos do básico e secundário às plataformas digitais, quer em termos de rede quer de equipamentos.

Esta garantia foi deixada já no final da conferência de imprensa de hoje, que decorreu após o Conselho de Ministros que decidiu medidas excecionais para o resto do ano letivo devido à covid-19 e na qual António Costa esteve acompanhado pelo ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues.

Em relação ao ensino à distância, o esforço que o executivo está a fazer “é duplo”.

“Primeiro, o compromisso que estou em condições de assumir de no início do próximo ano letivo, aconteça o que acontecer, nós termos assegurado a universalidade do acesso às plataformas digitais quer em rede quer em equipamentos para todos os alunos do básico e do secundário”, prometeu.

Por outro lado, já para este ano e para os alunos do secundário, de acordo com o primeiro-ministro, está a ser feito um esforço “para poder apoiar os alunos do secundário que não têm equipamentos necessários ou que não têm acesso à rede para poderem ter a melhor qualidade possível do ensino à distância”.

“Nós sabemos que a desigualdade digital no secundário é bastante menor do que é no ensino básico”, afirmou, ressalvando que “com 78 disciplinas é impossível assegurar uma oferta televisiva porque não há espetro de canais suficientes para que isso seja possível”.

Já em relação à evolução da pandemia, de acordo com António Costa, é preciso ir projetando a vida e medidas “tendo em conta o fator de incerteza” que existe.

Entre os mais otimistas e os mais pessimistas, o chefe do executivo assume-se como “um realista”.

“Vou vendo os números dia a dia, vou acompanhando, desejando sempre o melhor, preparando-me sempre para o pior”, afirmou.

Questionado sobre os apoios extraordinários às famílias, Costa lembrou que este tipo de apoio não existia.

“Esta é uma situação nova e portanto muitas famílias têm dificuldade na gestão dos seus filhos. É compreendendo esta especificidade que nós criamos um apoio extraordinário que não existia e que é necessariamente limitado”, admitiu.

Já sobre a situação das creches, o primeiro-ministro explicou que, “tal como um conjunto múltiplo de outras atividades, estão sujeitas às decisões e à avaliação” que forem sendo feitas no geral.

“As condições de mobilidade dentro das creches são distintas da educação pré-escolar”, destacou.

Relativamente ao pagamento das creches continuar a ser feito apesar destas estarem fechadas, Costa disse apenas que essa é uma “matéria que tem a ver com próprio e os proprietários das creches”.

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