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Viana do Castelo

Falta de profissionais atrasa abertura de unidade de retaguarda em Viana do Castelo

Pandemia

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Foto: Divulgação / CM Viana do Castelo

O presidente da Comissão Distrital de Proteção Civil de Viana do Castelo apontou hoje a dificuldade de contratação de profissionais como principal razão do impasse na abertura da unidade de saúde de retaguarda instalada no centro cultural daquela cidade.

“O espaço está preparado com camas, mobiliário, enfermaria, zonas de apoio logístico, circuitos definidos e climatização pronta a funcionar logo que tenhamos utentes. Aguardamos a mobilização dos recursos humanos, situação mais complexa pela falta de disponibilidade do mercado. Está a ser muito difícil contratar”, afirmou hoje à agência Lusa Miguel Alves.

Em causa está uma unidade de saúde de retaguarda, que, segundo a Câmara de Viana do Castelo, pode disponibilizar até 200 camas e está, desde abril, instalada no centro cultural da capital do Alto Minho.

Inicialmente esteve prevista a desativação desta unidade, no final de outubro, mas, entretanto, a Câmara de Viana do Castelo e a Unidade Local de Saúde do Alto Minho (ULSAM) decidiram prolongar o seu funcionamento até final de novembro devido ao aumento de casos de covid-19 na região.

Miguel Alves, que é também presidente da Câmara de Caminha, adiantou que o impasse na abertura daquela unidade foi abordado hoje, numa reunião da Comissão Distrital de Proteção Civil, assegurando que o espaço começará a funcionar “logo que haja recursos humanos”, mas escusando-se a indicar uma data.

“Posso garantir empenhamento total de todos para garantir a abertura do espaço o mais rapidamente possível. A Unidade Local de Saúde do Alto Minho (ULSAM) tem de acautelar a contratação ou encaminhamento de médicos e enfermeiros para a unidade e a Segurança Social tem de tratar da contratação de auxiliares de ação direta e auxiliares de ação geral”, frisou.

O autarca socialista adiantou que aquela unidade “não só vai receber utentes das Estruturas Residenciais para Idosos (ERPI), como também vai estar preparada para receber pessoas hospitalizadas que não apresentam sintomas”.

“Pessoas que possam receber alta hospitalar, libertando camas, mas que precisem de vigilância médica”, especificou.

A pandemia de covid-19 provocou pelo menos 1.328.048 mortos resultantes de mais de 55 milhões de casos de infeção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Em Portugal, morreram 3.472 pessoas dos 225.672 casos de infeção confirmados, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

Viana do Castelo

Presidenciais: Alterados locais de voto em sete concelhos, entre os quais Viana

Eleições presidenciais 2021

Foto: Ilustrativa / Arquivo

A administração eleitoral informou hoje que foram alterados 20 locais de voto nas eleições presidenciais de domingo em sete concelhos do país, para garantir a segurança devido à pandemia de covid-19. Em Viana do Castelo, há mudança em Amonde e Mujães.

Em comunicado, a administração eleitoral da secretaria-geral do Ministério da Administração Interna (SGMAI) admite ainda que “estas alterações, e outras que possam ainda ocorrer” até domingo, “por motivos de força maior, estão a ser comunicadas localmente pelos canais das respetivas Câmaras Municipais e Juntas de Freguesia”.

As mudanças das mesas de voto, para locais maiores, vão acontecer nos concelhos de Viana do Castelo, Aljustrel, Mirandela, Vila Flor, Coimbra, Soure, Marco de Canaveses, Coruche, Ourém e Santarém.

São abrangidas pelas mudanças mesas colocadas nas freguesias de Amonde e Mujães (Viana do Castelo), Aljustrel e Rio de Moinhos (Aljustrel), Barcel, Marmelos e Valverde da Gestosa (Mirandela), Santa Comba da Vilariça (Vila Flor), Santo António dos Olivais (Coimbra), Alfarelos, Figueiró do Campo, Gesteira e Brunhós, Granja do Leneiro, Soure, União de Freguesias de Gracias Pombalino, Vinha da Rainha (Soure), Alpendurada, Várzea e Torrão, (Marco de Canaveses) e Nossa Senhora da Piedade (Ourém), Moçarria (Santarém),

As autoridades dão ainda garantias que “estarão reunidas todas as condições de segurança sanitária nas 12.450 secções de voto” nas eleições presidenciais de domingo.

Todas estas mudanças, comunicadas à administração eleitoral pela Comissão Nacional de Eleições (CNE) e câmaras municipais, têm por objetivo “garantir toda a segurança sanitária do ato eleitoral, dado o contexto de pandemia”, ainda segundo o comunicado da SGMAI.

O presidente da Comissão Nacional de Eleições (CNE), José Soreto de Barros, afirmou hoje que recebeu informações de que estão reunidas as condições para a constituição de todas as mesas de voto para as eleições presidenciais de domingo.

Esta posição foi transmitida em conferência de imprensa, na Assembleia da República, depois de questionado sobre os problemas verificados em alguns municípios resultantes do desdobramento das mesas de voto por causa das novas normas de segurança por causa da epidemia de covid-19 em Portugal.

“A última informação disponível é que está garantida a constituição de todas as mesas” de voto, declarou.

Na mesma conferência de imprensa, José Soreto de Barros considerou que votar nas presidenciais de domingo “é seguro” e pediu aos eleitores que se informem antecipadamente em que local exercem o direito de voto.

As eleições presidenciais, que se realizam em plena epidemia de covid-19 em Portugal, estão marcadas para domingo e esta é a 10.ª vez que os portugueses são chamados a escolher o Presidente da República em democracia, desde 1976.

Concorrem às eleições presidenciais de domingo sete candidatos: Marisa Matias (apoiada pelo Bloco de Esquerda), Marcelo Rebelo de Sousa (PSD e CDS/PP) Tiago Mayan Gonçalves (Iniciativa Liberal), André Ventura (Chega), o ex-militante do PS Vitorino Silva, mais conhecido por Tino de Rans e presidente do RIR – Reagir, Incluir, Reciclar, João Ferreira (PCP e PEV) e a militante do PS Ana Gomes (PAN e Livre).

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Viana do Castelo

PSP encerra vias pedonais e ecovias junto ao mar em Viana

Confinamento

Foto: PSP

Vários espaços públicos pedonais da zona ribeirinha de Viana do Castelo foram encerrados pela PSP no âmbito das medidas de contenção no novo coronavírus, após solicitação da Câmara Municipal.

Em nota publicada nas redes sociais, o comando distrital da PSP em Viana dá conta da implementação de medidas físicas efetivas de interdição de acessos com vista ao encerramento de vários espaços públicos pedonais na cidade.

Os espaços encerrados incidem na Praia Norte, na zona ribeirinha, que vai da Praça da Liberdade até ao Parque da Cidade, e ainda na ecovia de Cabedelo.

Estes locais foram encerrados por estarem “identificados como sendo suscetíveis de potenciar aglomerados de cidadãos, mormente para a prática de passeios higiénicos, exercício físico e convívio social”.

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Viana do Castelo

Viana apoia investigação científica sobre raça Garrano

Biodiversidade

A Câmara de Viana do Castelo estabeleceu hoje um protocolo que visa o desenvolvimento de um projeto de investigação científica sobre equinologia, assente na raça autóctone Garrano que se encontra presente na Serra d’Arga, em estado semisselvagem.

Segundo a autarquia, aquele protocolo envolve a Junta de Freguesia de Montaria, o Instituto do Cavalo e da Equitação Portuguesa e a Associação O Caminho do Garrano.

Este projeto “irá dar continuidade às investigações iniciadas em 2016 através das Universidades de Kyoto e Sorbonne-Nouvelle”.

A investigação “pretende também contribuir para a valorização do património local nos vários domínios materiais e imateriais, sobretudo através da dinamização do ecoturismo sustentável e do turismo científico”.

Para dinamizar este projeto de investigação científica, o município de Viana do Castelo atribui à Associação O Caminho do Garrano um apoio financeiro de 19.200 euros, a transferir mensalmente no montante de 1.600 euros.

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