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Esposende

Esposende combate lagarta do pinheiro nas escolas

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Foto: DR

O Município de Esposende procedeu, durante o mês de janeiro, à intervenção de abate das espécies hospedeiras da lagarta do pinheiro nos estabelecimentos concelhios de ensino básico, na medida em que a contenção da praga por via das metodologias preventivas se demonstrou, nesta fase, já não ser suficientemente eficaz.

A lagarta do pinheiro é o principal inseto desfolhador dos pinheiros e cedros em Portugal e o seu nome advém-lhe do facto de constituir longas procissões de lagartas que se dirigem das árvores para o solo, onde irão crisalidar.

Nos últimos anos, e provavelmente com direta relação com as alterações climáticas, têm-se observado ataques de elevada intensidade desta praga, e, em ambiente urbano, impõe-se uma vigilância constante e combate urgente dadas as consequências que pode trazer em termos de saúde pública.

O contacto físico direto com as lagartas deve ser sempre evitado, pois possuem pelos urticantes que podem causar graves reações alérgicas no Homem e animais. Também a inalação terá os mesmos efeitos, de entre os quais se indica a urticária, com registo de irritações na pele (geralmente ardor, comichão e manchas avermelhadas na pele), irritações nos olhos (olhos avermelhados, inchados e com comichão), e alterações no aparelho respiratório (dificuldade respiratória).

Para evitar a propagação desta praga, deixa-se um alerta geral à população para que as situações de natureza privada sejam devidamente tratadas pelos respetivos proprietários dos terrenos/árvores, nunca descurando as questões de segurança, nomeadamente devendo ser utilizadas luvas máscara e óculos durante o processo de remoção das lagartas e de sua queima.

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Esposende

Esposende atua contra degradação de imóveis

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Foto: Divulgação/CM Esposende

O Município de Esposende anunciou que tem vindo a proceder ao levantamento dos prédios urbanos degradados existentes no concelho, no sentido de garantir a sua conservação e manutenção obrigatórias.

Em causa estão as edificações em estado de degradação, em risco de ruína ou que, por questões de salubridade, possam constituir perigo para a saúde pública.

“Não obstante a legislação determinar a realização de obras de conservação dos edifícios pelo menos uma vez em cada período de oito anos e de permitir o agravamento da taxa do IMI, vão subsistindo situações em os edifícios atingem um grau de degradação acentuado obrigando a Câmara Municipal a intervir. Assim, com base na avaliação de cada situação mediante a realização de uma vistoria, a Autarquia define o tipo de intervenção a realizar e estipula o prazo de execução das obras de conservação necessárias à melhoria do arranjo estético dos edifícios em caixa, medidas que são sempre sujeitas à aprovação do executivo municipal”, explica a Câmara, em comunicado.

Por esta via, o Município pretende evitar que os edifícios cheguem a um estado de degradação irreversível, acautelando também possíveis ocorrências que possam colocar em perigo as pessoas.

Benjamim Pereira, presidente da Câmara, refere que “frequentemente, o Município vê-se obrigado a notificar os proprietários para efetuarem este tipo de intervenções, tal é o estado a que deixam chegar os seus imóveis”, acrescentando que “além da questão estética, que em nada favorece a imagem que queremos para o nosso concelho, é, sobretudo, o aspeto da segurança de pessoas e bens que está em causa”.

O autarca lembra que, no âmbito do PARU – Plano de Ação de Regeneração Urbana, os proprietários com imóveis nas zonas urbanas de Apúlia, Esposende, Fão e Marinhas poderão beneficiar de incentivos para obras de requalificação, para além da isenção de taxas.

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Esposende

Incêndio num anexo em Esposende provoca danos materiais

Incidente ocorreu durante a madrugada.

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Foto: DR

Um incêndio urbano provocou danos na madrugada desta quarta-feira na freguesia de S. Paio de Antas, no concelho de Esposende.

Segundo informações dos Bombeiros Voluntários de Esposende, o incêndio ocorreu num anexo de uma habitação, na rua do Monte. O alerta foi dado pouco antes das 03:00, e estiveram no local dois veículos de combate com oito operacionais.

Quando os bombeiros chegaram, o anexo estava todo tomado pelas chamas.

“A nossa preocupação foi a proteção das habitações contíguas”, adiantou o comandante das operações de socorro, adjunto comando Júlio Melo, dos Bombeiros de Esposende.

O incidente provocou avultados danos nos equipamentos agrícolas.

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Esposende

PSP do Porto fez buscas e detenções por tráfico de droga em Esposende

Operação.

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Foto: Divulgação/PSP

A PSP do Porto fez buscas e detenções por tráfico de droga em Esposende, Vila da Conde e na Trofa, num universo relacionado com o tráfico de vários tipos de droga nesta região.

Numa operação de combate ao tráfico de estupefacientes, o Comando Metropolitano do Porto da Polícia de Segurança Pública desencadeou treze buscas, realizando 12 detenções, apreendendo aos suspeitos mais de duas mil doses de estupefacientes, designadamente haxixe, heroína, cocaína, liamba e MDMA, além de mais de seis mil euros em numerário.

O Dispositivo da Polícia de Segurança Pública do Comando Metropolitano do Porto, através da Divisão de Investigação Criminal, incidiu a sua operação sobre “um conjunto alargado de indivíduos que de uma forma organizada se vinham dedicando ao tráfico de estupefacientes na área do Grande Porto”, segundo um comunicado enviado a O MINHO.

Nas doze buscas domiciliárias e uma não domiciliária, foram detidos oito homens e quatro mulheres, com idades entre os 19 e os 38 anos, a quem foram globalmente apreendidos haxixe suficiente para 1.796 doses, heroína bastante para 376 doses, liamba convertível em dez doses, cocaína para 20 doses individuais, MDMA para quatro doses, dois veículos ligeiros de passageiros, um motociclo e a quantia de 6.894 euros, bem como uma pistola com 40 munições e ainda diversos objetos utilizados para venda direta de estupefacientes.

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