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Braga

Escadório do Bom Jesus em destaque em Itália: Uma das “dez maravilhas de todo o mundo”

“Braga pelo mundo. Desta vez num dos sites mais importantes de Itália “ TGcom24” com o tema das 10 escadas mais famosas do mundo, e claro lá está o Bom Jesus”

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O escadório do Bom Jesus, em Braga, consta de uma lista escolhida pelo site de notícias TGCOM24, de Itália, como uma das dez maravilhas, de todo o mundo, da categoria.

De acordo com a publicação do grupo Mediaset, a arquitetura e beleza das escadas que integram o Santuário do Bom Jesus do Monte, são comparáveis às da London City Hall, em Londres, Chand Baori, na Índia, Gruta de Batu, na Malásia, e outras escadarias no Brasil, Áustria, Estados Unidos e Itália.

O artigo, com uma fotogaleria, intitulado “Escadas famosas: dez maravilhas de todo o mundo”, publicado no passado dia 21 de fevereiro (pode ser visualizado através desta ligação), foi dado a conhecer à Câmara de Braga pelo Turismo do Porto e Norte de Portugal, numa carta que o Vereador do Turismo, Altino Bessa, partilhou hoje nas redes sociais.

Carta do Turismo do Porto e Norte. Foto: Facebook de Altino Bessa

Carta do Turismo do Porto e Norte. Foto: Facebook de Altino Bessa

“Braga pelo mundo. Desta vez num dos sites mais importantes de Itália “ TGcom24” com o tema das 10 escadas mais famosas do mundo, e claro lá está o Bom Jesus”, escreve o vereador.

No artigo publicado no site da TGCOM24 lê-se: “A vida é feita nas escadas, diz o ditado. Mas as escadas não são todas iguais: algumas são autênticas obras-primas de arquitetura, beleza ou até fantasia. O facto de que elas servem para colocar em comunicação dois lugares situados a alturas diferentes parece quase um fato secundário: em muitos casos é bom simplesmente admirá-los”.

O grupo Mediaset, controlado pelo ex-primeiro ministro e empresário Sílvio Berlusconi, é um dos maiores conglomerados na área da comunicação social italiana.

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Póvoa de Lanhoso

Póvoa de Lanhoso volta a rejeitar transferência de competências do Estado

Nas áreas da proteção e saúde animal e segurança dos alimentos, educação, cultura e saúde

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Foto: DR

A Câmara da Póvoa de Lanhoso decidiu rejeitar a transferência de competências nas áreas da proteção e saúde animal e segurança dos alimentos, educação, cultura e saúde, anunciou hoje o município.

Segundo a autarquia, os decretos-lei relativos àquelas transferências de competências “carecem de sustentação e clareza suficiente das suas linhas orientadoras para uma implementação consistente e consciente”.

O município alude, concretamente, a “insuficiência” de recursos financeiros e humanos constantes nos mapas da saúde que foram remetidos para pronúncia e a “ausência da informação que o Governo se comprometeu a enviar aos municípios relativamente à área educação”.

Aponta ainda o caso da proteção e saúde animal e segurança dos alimentos, “que exigem a intervenção de equipas técnicas com experiência e formação adequada suportadas por uma organização administrativa vultuosa, que os municípios apenas poderão vir a constituir à custa de vultuosos investimentos e elevadas despesas de manutenção”.

A Câmara da Póvoa de Lanhoso, de maioria PSD, considera ser “essencial a promoção de uma reflexão mais alargada”, até porque o orçamento municipal em vigor, aprovado em 2018, “não reflete o impacto de uma eventual aceitação, quer porque se desconhece o envelope financeiro adstrito a cada uma das competências, quer porque não há dados suficientes para determinar e quantificar esse impacto”.

“Muito embora a lei-quadro determine a inscrição de verba em sede dos orçamentos municipais de 2019, 2020 e 2021 dos montantes que incorporam o Fundo de Financiamento da Descentralização, certo é que a esta data este montante é ainda desconhecido, facto que entendemos ser essencial no âmbito duma discussão mais concreta do processo de descentralização, em especial, em matérias cujo impacto no âmbito do orçamento municipal pode ser bastante significativo”, refere ainda o município.

Póvoa de Lanhoso já tinha rejeitado competências previstas nos decretos-lei publicados em novembro de 2018 e relativos às áreas das praias, jogos de fortuna ou azar, vias de comunicação, atendimento ao cidadão, habitação, património, estacionamento público, bombeiros voluntários e justiça.

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Terras de Bouro

Ciclovia de Terras de Bouro custa 425 mil euros e estará pronta em seis meses

Entre a Ponte de Gondoriz e o Açude de Moimenta

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Foto: DR/Arquivo

A Câmara de Terras de Bouro assinou o contrato de execução de uma ecovia entre a Ponte de Gondoriz e o Açude de Moimenta, um investimento superior a 425 mil euros, anunciou hoje o município.

Em comunicado, o município acrescenta que o prazo de execução da empreitada é de 180 dias.

Aquele lanço integrará a futura ecovia do Homem e Cávado, que ligará Esposende a Terras de Bouro.

Assinatura entre o Município de Terras de Bouro e a empresa PEDRIVALÕES. Foto: CM Terras de Bouro

Esta ecovia será constituída por dois troços, tendo o primeiro a extensão de 55 quilómetros, assegurando a ligação entre a ecovia Litoral Norte, em Esposende, a Goães, no concelho de Amares.

O segundo terá a extensão de 20 quilómetros e assumir-se-á como a continuidade do primeiro, até Moimenta, no concelho de Terras de Bouro.

Quando estes dois eixos estiverem concretizados, ficarão ligadas por ciclovias o Parque Natural Litoral Norte, em Esposende, e as portas do Parque Nacional Peneda-Gerês.

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Braga

Greve de funcionários deixa milhares sem aulas em Braga

Greve vai durar dois dias

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Foto: Facebook de Sindicato dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais do Norte

Milhares de jovens em Braga estão sem aulas por causa da greve de funcionários que decorre esta quinta e sexta-feira, nomeadamente em agrupamentos como o de Maximinos ou André Soares.

Segundo o diretor do Agrupamento de Escolas de Maximinos, Joaquim Gomes, não há condições de segurança para que as aulas decorram com normalidade, pode ler-se no aviso.

Segundo avança o Jornal de Notícias, o diretor do agrupamento admitiu que o quadro precisa ser reforçado. A secundária, por exemplo, precisa de pelo menos 17 funcionários, mas atualmente conta com 14.

O diretor avançou que o quadro será reforçado nas próximas semanas.

Em declarações à agência Lusa, o dirigente sindical Artur Sequeira, da Federação dos Sindicatos dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais (FSTFPS), afeta à CGTP, adiantou, cerca das 08:20, que há muitas escolas de portas fechadas em todo o país “para demonstrar o descontentamento dos trabalhadores.

“Sei que há muitas escolas fechadas. Ainda não sei números concretos pois as escolas abrem às 08:00, mas sabemos que vamos ter muitas escolas fechadas, com maior incidência nas que têm maiores necessidades durante o ano letivo”, disse.

De acordo de Artur Sequeira, são vários os problemas que afetam o setor e a “solução” apontada pelo Governo “não vai ter impacto na vida das escolas”.

“O Ministério da Educação anunciou mais mil vagas para assistentes operacionais, que não vão resolver o problema porque a este concurso vão concorrer os trabalhadores com vínculo precário, ou seja, estes podem ocupar as cerca de mil vagas prometidas pelo ministério da Educação”, salientou.

No entendimento de Artur Sequeira, a solução para o problema passa por integrar os precários e por outro lado abrir vagas para novos trabalhadores.

Os sindicatos exigem a abertura de concurso para, no “mínimo”, 3.067 trabalhadores, garantindo a entrada de 1.067 novos e de 2.500 que já estão em funções.

Segundo o dirigente da FSTFPS, a portaria que define os rácios de funcionários por escola está a ser cumprida com recurso a “tempos parciais”.

“O que queremos é a integração de todos os precários que estão nas escolas, o fim do recurso à precariedade, a realização de mapas com pessoal necessário, a recuperação das carreiras dos trabalhadores e ainda um aumento salarial que respeite os trabalhadores e a sua antiguidade”, sublinhou.

A 21 de fevereiro o Ministério da Educação adiantou que iria contratar mais mil funcionários para as escolas, com contratos por tempo indeterminado, de efetividade na função pública, e criar uma bolsa que permita aos diretores substituir os trabalhadores em baixa médica.

Já no início de março a Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas (ANDAEP) divulgou os resultados de um inquérito realizado nas escolas sobre assistentes operacionais e assistentes técnicos, os quais revelaram que um em cada 10 funcionários escolares está de baixa médica.

Entre os 25% de escolas do continente que responderam ao inquérito, 83% dos diretores escolares queixa-se da falta de funcionários e, segundo contas da ANDAEP, seriam precisos quase mais quatro mil funcionários para as escolas poderem funcionar normalmente.

Naquele período em análise, “quase 10 por cento dos funcionários estavam de baixa médica”, alertou Filinto Lima, presidente da ANDAEP, sublinhando que o estudo veio confirmar o alerta lançado pelos diretores da falta de funcionários.

Dos 7.301 assistentes operacionais colocados naquelas escolas, 702 estavam “incapacitados para desempenhar as suas funções”, lê-se no inquérito.

O não cumprimento do rácio definido na legislação também aparece nesta lista: Dos 7.445 assistentes operacionais que aquelas escolas deveriam ter, estavam colocados apenas 7.301.

Mesmo que fosse cumprida a legislação, os diretores consideram que continuariam a ter problemas, já que os rácios “são irrealistas, porque não preveem vários critérios”, disse Filinto Lima.

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