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Viana do Castelo

Empresa de Viana do Castelo cria champô sólido amigo do ambiente

Shaeco

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Foto: Divulgação / Shaeco

A Shaeco, empresa de Viana do Castelo, criou o champô “One & Done”, um produto amigo do ambiente, vegan e cruelty free.


Cada barra de champô “One & Done”, com 115 gramas, equivale, segundo a empresa, praticamente a três champôs “normais” de 250 mililitros. “Isto porque, no fundo, quando compramos champô líquido estamos a adquirir, essencialmente, água com um agente de limpeza”, aponta a Shaeco.

“No desenvolvimento do nosso champô sólido, vegan e cruelty-free, que durou cerca de um ano, procurámos um produto de qualidade premium com um desempenho equivalente – ou melhor – que os champôs ‘tradicionais’, tanto em termos de espuma, como aroma e propriedades de limpeza’, enfatiza Vera Maia, uma das mentoras da marca.

A Shaeco tem conseguido incrementar as vendas a uma taxa mensal de 30% – número relevante num mercado reconhecidamente de nicho, e que tem a internacionalização na estratégia.

Cerca de 20% da produção da marca segue já para exportação e a tendência é de maior crescimento nessa variável, nos próximos meses.

Mas o futuro imediato será marcado por mais novidades, visto que a Shaeco tem em desenvolvimento um condicionador sólido, um sabonete de rosto e de corpo. Igualmente dentro do conceito eco-friendly.

Transporte mais amigo do ambiente

Na sua estratégia de internacionalização, a Shaeco aderiu a uma solução de expedição ambientalmente mais responsável, com o objetivo de reduzir a sua pegada de carbono, também na cadeia logística e de transporte.

“Há preocupações – graúdas – que ganham outra dimensão quando as traduzimos por miúdos. E é por isso que, de há seis meses a esta parte, depois da sua estreia no mercado de cosmética português, a Shaeco se habituou a sublinhar que um camião de transporte cheio com o seu champô sólido One & Done é equivalente a cerca de 10 a 15 camiões carregados com embalagens de champô líquido”, realça a empresa de Viana do Castelo.

A Shaeco aderiu à solução DHL GoGreen, que minimiza e/ou evita emissões de gases poluentes relacionadas com logística, desperdício e outros impactos ambientais em toda a cadeia de fornecimento.

Assim, “as rotas terrestres deste champô ecológico deixam pegadas verdes até chegar às casas dos seus clientes”, nos mercados externos onde a marca já atua e, também, naqueles que vão cruzar a sua estratégia de internacionalização (França, EUA, Espanha, Reino Unido, Suécia, Alemanha e Emirados Árabes Unidos, entre outros).

A Shaeco é uma insígnia livre de plásticos, e que usa embalagens minimalistas 100% recicladas e recicláveis (com tintas de base vegetal) e ingredientes naturais na produção (como o óleo de argão e o extrato de coco), pretendendo, assim, poupar mais agressões ao planeta. Pelo simples facto de o champô sólido conter, em média, menos 70% de água na sua produção.

Como é compacto, permite também reduzir o impacto do transporte. Daí um consumo diminuído no combustível, na borracha dos pneus, no alcatrão da estrada e, sobretudo, na neutralização de emissão de gases poluentes (como o dióxido de carbono) que provocam o efeito estufa na atmosfera, nota a empresa.

Foi, aliás, essa a razão pela qual a multinacional da logística DHL (que opera em mais de 220 países e emite cerca de 30 milhões de toneladas de dióxido de carbono por ano) lançou o programa GoGreen – um compromisso pela sustentabilidade ambiental, que tem no horizonte a meta de zero emissões em 2050.

“A Shaeco nasceu com um grande compromisso pela sustentabilidade. E fez todo o sentido estendermos esse trilho à nossa cadeia logística mais longa, a da exportação. Daí termos aderido a uma solução de expedição mais ecológica”, explica Vera Maia.

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Viana do Castelo

Novo hotel de 7,7 milhões abre em 2022 e vai criar 35 empregos em Viana

Hotelaria

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Foto: DR

O grupo B&B Hotels vai iniciar em dezembro, em Viana do Castelo a construção de um hotel, de 7,7 milhões de euros, para abrir em 2022 e criar 35 novos empregos, disse hoje o responsável em Portugal.

Em declarações à agência Lusa, Torcato Faria disse que “os 35 novos postos de trabalho, diretos e indiretos, serão preenchidos com recursos humanos recrutados na região e formados pelo grupo”.

A nova unidade hoteleira vai ficar instalada num quarteirão situado entre as ruas Tenente Coronel Afonso do Paço e a estrada da Papanata, junto à ponte Eiffel, no centro da cidade de Viana do Castelo.

O início da construção está previsto para “a primeira quinzena de dezembro”, e implicará a “demolição de antigos armazéns” instalados nos terrenos adquiridos pelo grupo, estimando-se a abertura do hotel “em abril de 2022”.

A unidade de três estrelas, com 116 quartos, “é a décima sétima de 34 que o grupo está ou se prepara para construir em Portugal”.

O responsável em Portugal da multinacional adiantou que a área de implantação do novo hotel ronda os quatro mil metros quadrados.

O hotel “terá rés-do-chão e, em parte, o edifício terá quatro pisos, sendo que na área de colmatação, que encosta a um outro imóvel, terá um quinto piso”, especificou.

A construção do novo hotel foi avançada pela Lusa em janeiro de 2019. Hoje, na Câmara de Viana do Castelo, foi formalizado o contrato de investimento.

Torcato Faria adiantou que o grupo estima “fechar o ano de 2020 com entre 620 e 640 hotéis” espalhados por todo o mundo.

“Estamos a abrir dois hotéis por semana. Veremos se chegamos aos 620/640 até final do ano”, reforçou.

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Viana do Castelo

Professor e aluno do Politécnico de Viana premiados em conferência internacional

Por artigo científico sobre criptomoedas

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Rui Carreira e Pedro Pinto. Foto: Divulgação / IPVC

O docente do Instituto Politécnico de Viana do Castelo, Pedro Pinto, e o aluno de Engenharia Informática e atual estudante do Mestrado de Cibersegurança, Rui Carreira, foram premiados com o “Best Application Paper Award”, pelo trabalho publicado na conferência internacional Blockchain’20, realizada online a partir de L’Aquila – Itália, entre 7 e 9 de outubro.

A distinção foi atribuída pelo artigo científico que apresenta uma solução para a geração de comprovativos de propriedade e proveniência de criptomoedas.

O artigo “A Framework for On-Demand Reporting of Cryptocurrency Ownership and Provenance” da autoria de Rui Carreira e Pedro Pinto, do Instituto Politécnico de Viana do Castelo, e António Pinto, docente do Instituto Politécnico do Porto, acabou por ser considerado o melhor no âmbito das aplicações da conferência.

Um trabalho que, de acordo com os autores, alerta para algumas questões que têm de ser resolvidas no âmbito da utilização das criptomoedas. “Hoje, além das moedas tradicionais utilizadas para transações financeiras, temos disponíveis as chamadas criptomoedas que utilizam a tecnologia Blockchain, como o Bitcoin e Ethereum, que são utilizadas também como meio de pagamento de bens e serviços. O problema é que estas carteiras de criptomoedas não permitem a identificação direta do seu proprietário e o rastreamento da proveniência dos seus valores. No entanto, há situações em que um cidadão tem de provar a propriedade e a proveniência de determinados valores transacionados”.

Os autores apontam exemplos práticos: “Em Portugal, se um cidadão quer adquirir um imóvel de 250.000€ tem de reportar esta aquisição à Autoridade Tributária e, se for auditado, tem de prestar provas da propriedade e proveniência desse valor, mesmo que tenha utilizado uma criptomoeda para este pagamento”.

Nesse sentido, os autores apresentam como solução uma nova aplicação que permite, de forma expedita e totalmente digital, gerar comprovativos de propriedade e proveniência de valores de uma ou várias carteiras de criptomoedas.

A Conferência Internacional de Blockchain e Aplicações (Blockchain’20) reuniu pelo segundo ano investigadores de blockchain e inteligência artificial (IA) tendo sido, ao longo de três dias, partilhadas ideias, projetos e avanços associados a essas tecnologias e os seus domínios de aplicação.

A conferência Blockchain’20 permite aos investigadores e profissionais a oportunidade de trabalhar e publicar os seus desenvolvimentos nesta linha de investigação promissora que envolve a tecnologia blockchain, identificando e resolvendo questões críticas relacionadas, e também apontando para desafios futuros na sua aplicação.

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Viana do Castelo

Atenção, Viana. Ponte Eiffel fechada ao trânsito entre sexta-feira e sábado

Para manutenção das juntas de dilatação

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Foto: DR / Arquivo

O tabuleiro rodoviário da ponte Eiffel, em Viana do Castelo, vai encerrar ao trânsito entre as 20:00 de sexta-feira e as 24:00 de sábado, para manutenção das juntas de dilatação, informou hoje a Câmara.

Em comunicado, a autarquia justificou a necessidade do corte total da circulação automóvel “com a localização da empreitada e dimensão da ponte”.

“Por motivos de segurança e qualidade dos trabalhos a executar, é necessário efetuar o corte total, com implantação de percursos alternativos”.

Contactada pela Lusa, fonte autárquica explicou que o corte não se aplica à circulação ferroviária.

Com 142 anos, a travessia metálica liga a cidade de Viana do Castelo à vila de Darque, na margem esquerda do rio Lima.

Tem 645 metros de comprimento, é composta por dois tabuleiros metálicos, sendo o superior rodoviário, para trânsito automóvel e pedestre, e o inferior ferroviário.

Atualmente, em processo de classificação como Monumento Nacional (MN), a ponte está classificada como património da cidade.

A ligação entre as duas margens do rio Lima é ainda assegurada por uma outra travessia, localmente designada por ponte nova, de acesso à autoestrada 28 (A28), inaugurada em setembro de 1991, para aliviar o trânsito da centenária ponte Eiffel.

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