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Futebol

“É um momento que não é bom, porque não ganhamos”

Dérbi do Minho

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Foto: Divulgação

Declarações do treinador de Vitória SC após o jogo da 11.ª jornad da I Liga portuguesa de futebol disputado em Guimarães e que terminou com a vitória dos bracarenses, por 2-0:


– Ivo Vieira (Treinador do Vitória SC): “Acaba por ser o resultado que se concretizou ao fim. O Braga fez dois golos. Não fizemos nenhum. Procurávamos fazer os três pontos perante 24.000 pessoas. É um momento de tristeza não dar os três pontos à nossa massa adepta. Houve uma equipa [Braga] a jogar em bloco médio-baixo, em transição. O Braga causou-nos muitos danos. No último terço, não fomos capazes de criar situações de golo. Não decidimos bem e expusemo-nos muito na transição. O que fez muito a diferença foram os duelos, em que o Braga foi muito mais forte do que nós.

Não é questão de [os jogadores do Braga] quererem mais ou não. O Braga é uma equipa, em termos atléticos, muito bem composta. Perdemos muitas bolas aéreas. O Palhinha e o Fransérgio são jogadores muito fortes fisicamente. Nas segundas bolas, tiraram vantagem. Depois, juntaram isso aos seus tecnicistas. Tivemos muita bola, mas não criámos e rematámos. Não me lembro de um momento de golo flagrante. Nos muitos cruzamentos para a área, não conseguimos finalizar.

Não me quero esconder na nossa juventude, o espaço que estes atletas têm crescido, perante jogadores com mais de 100 jogos na I Liga, mais maduros. Perante o que a equipa tem feito perante outros adversários fortes, não havia razões para acontecer isso [um jogo pior], perante este ambiente. Não fomos suficientemente competentes.

Em relação à estratégia da equipa, já tivemos outros jogos em que os adversários defenderam mais baixo. Não criámos situações tão evidentes de golo como em outros jogos. Temos de encontrar não só a estratégia, mas tem de haver atletas com características para tirar partido do jogo.

A questão de [este último ciclo de jogos] ser positivo ou negativo é algo que tem de ser relatado pelos jornalistas de forma natural. Tenho muita consciência do trabalho que faço e do trabalho dos atletas. É um momento que não é bom, porque não ganhamos. Vínhamos de uma vitória e de um empate, no campeonato. Não é uma fase assim tão catastrófica, mas, com o momento de hoje, podemos aceitar que não é bom”.

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Futebol

Liga e Federação repudiam “ataque cobarde” ao autocarro do Braga em Guimarães

Na A7

em

Foto: DR / Arquivo

A Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP) repudiou hoje de “forma veemente”, o “ataque cobarde” ao autocarro do SC Braga, após o jogo de sexta-feira, em Paços de Ferreira, da 31.ª jornada da I Liga de futebol.

“Este ataque ao autocarro bracarense é mais um inaceitável episódio de violência, perpetrado por um conjunto de criminosos sem rosto que mancham e envergonham todos aqueles que verdadeiramente amam este desporto”, refere o organismo em comunicado.

A comitiva do SC Braga foi apedrejada na autoestrada A7, já próximo da saída para Guimarães sul, apesar da escolta de batedores da GNR, após o jogo de sexta-feira, em Paços de Ferreira, que os ‘arsenalistas’ venceram por 5-1.

“É fundamental que as entidades competentes possam, o mais rapidamente possível, identificar e punir exemplarmente os responsáveis por este ato bárbaro”, refere a LPFP, deixando uma palavra de forte solidariedade para com jogadores, ‘staff’ e dirigentes do Sporting de Braga.

Já o presidente da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), Fernando Gomes, apelidou de  “vil e chocante ataque”.

“Uma equipa de futebol, os seus jogadores, treinadores, dirigentes e todos os restantes elementos de apoio, voltou a sofrer um cobarde ataque que felizmente não causou feridos graves. Desta vez, foi o Sporting Clube de Braga que viveu um pesadelo que poderia ter-se transformado numa tragédia”, refere Fernando Gomes, num comunicado no sítio da FPF.

“Acredito que as autoridades irão encontrar os responsáveis por este ato bárbaro, mas insisto que o Estado deve atuar de forma enérgica e implacável”, refere Fernando Gomes, afirmando sentir uma “enorme revolta e tristeza” face aos acontecimentos registados.

O clube minhoto publicou uma nota no seu sítio em que refere que a comitiva “foi surpreendida com o arremesso de pedras de grandes dimensões, atiradas a partir da berma e que, por mera felicidade, não resultaram em ferimentos (…) que poderiam revestir-se de enorme gravidade”.

“O futebol não pode ser um veículo de ódios tão primários, mas cabe às forças da autoridade a tomada de ações imediatas, evitando a todo o custo que chegue o dia em que lamentemos consequências mais dramáticas”, avisa o clube ‘arsenalista’, adiantando já ter apresentado queixa policial.

“Não podemos aceitar atos desta natureza e, como presidente da FPF, tudo farei para expulsar criminosos do futebol. Mas este combate tem de ser de todos”, refere ainda Fernando Gomes, manifestando a sua “profunda solidariedade a todos os elementos do clube”.

O clube minhoto publicou uma nota no seu sítio em que refere que a comitiva “foi surpreendida com o arremesso de pedras de grandes dimensões, atiradas a partir da berma e que, por mera felicidade, não resultaram em ferimentos (…) que poderiam revestir-se de enorme gravidade”.

“O futebol não pode ser um veículo de ódios tão primários, mas cabe às forças da autoridade a tomada de ações imediatas, evitando a todo o custo que chegue o dia em que lamentemos consequências mais dramáticas”, avisa o clube ‘arsenalista’, adiantando já ter apresentado queixa policial.

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Futebol

Autocarro do Braga apedrejado em Guimarães

SC Braga

em

Foto: DR / Arquivo

O autocarro do SC Braga foi apedrejado por desconhecidos no na A7, em Guimarães, no início desta madrugada, avança a CMTV.  Uma das pedras, de grandes dimensões, atingiu um passageiro do carro que seguia na frente do autocarro, partindo um vidro. Embora as primeiras informações dessem conta de que o homem sofreu ferimentos, o clube diz não existirem vítimas.

O SC Braga já confirmou o ataque através de comunicado emitido durante a madrugada deste sábado por “dever de denúncia pública”, salientando a felicidade de não ocorrerem ferimentos “de enorme gravidade”.

O clube refere que a comitiva, que era escoltada por batedores da GNR, foi surpreendida na A7, já próximo do nó de saída para Guimarães Sul, quando “foi surpreendida com o arremesso de pedras de grande dimensão, atiradas a partir da berma e que por mera felicidade não resultaram em ferimentos que (…) poderiam revestir-se de enorme gravidade para os elementos que integravam a comitiva”.

“Se a cobardia daqueles que levam a cabo tais ataques não pode sequer ser adjetivada, importa porém alertar consciências e tomar medidas de escrupulosa severidade para que tais atentados à vida humana não se repitam”, sublinha o clube.

“O futebol não pode ser um veículo de ódios tão primários e de comportamentos criminosos, mas cabe às forças da autoridade a tomada de ações imediatas, evitando a todo o custo que chegue o dia em que lamentemos consequências mais dramáticas”, acrescenta.

“Quem repetidamente age na impunidade e coloca em risco vidas alheias não pode ter lugar na nossa sociedade e deve ser encarado como uma séria ameaça à mesma e à segurança que todos prezamos”, finaliza.

O SC Braga já apresentou queixa junto das autoridades e “acompanhará ativamente este processo, que se espera exemplar e dissuasor de episódios futuros”.

(notícia atualizada às 03h38)

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Futebol

“O Paulinho é um ponta de lança de excelência”

Artur Jorge

em

Foto: DR / Arquivo

Declarações após o jogo Paços de Ferreira–SC Braga, que terminou com a vitória dos bracarenses, por 5-1, da 31.ª jornada da I Liga de futebol:

Pepa (treinador do Paços de Ferreira): “A parte emocional não fica nada afetada pela personalidade e caráter dos jogadores. Podia ser mais grave se tivéssemos perdido a cabeça, mas ninguém perdeu a cabeça e isso foi a única coisa positiva.

Cinco amarelos nos primeiros 25 minutos, para uma equipa que gosta de pressionar alto, tornou-se mais difícil. O lance do segundo penálti é a imagem disso.

A equipa estava muito condicionada e sentiu-se de mãos atadas dentro de campo, mas também é verdade que devíamos ter criado mais profundidade e não conseguimos.

Foi uma derrota pesada, mas é o que fica, vamos recuperar rápido para o próximo jogo.”

Artur Jorge (treinador do SC Braga): “O que facilitou foi o empenho e o compromisso que os jogadores tiveram. A forma como obtivemos os golos é secundário, o importante é termos consciência de que entrámos fortes no jogo, assumimos a partida e, dessa forma, chegámos cedo à vantagem e continuámos em cima dessa vantagem.

O Paulinho é um ponta de lança de excelência. É uma mais-valia acima da média. Está no topo dos melhores marcadores, sendo um objetivo secundário, e é o reflexo do que a equipa tem feito, potenciando o Paulinho.

Hoje foram mais três pontos e continuamos a olhar para o terceiro lugar, sabendo que não dependemos só de nós, mas podem esperar um Braga forte até ao final campeonato.”

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