Dois lotes, 84 apartamentos. Empreendimento de 20 milhões da DST já ganha forma em Guimarães

Foto: DR

O novo empreendimento habitacional da construtora bracarense DST, chamado “Alameda da Índia”, na cidade de Guimarães, “já está a ganhar forma”. É um investimento de 20 milhões de euros, que contempla 84 apartamentos divididos em dois lotes.

“O Alameda da Índia, o novo empreendimento imobiliário que estamos a construir para a dstrealestate, empresa do grupo do ramo imobiliário, já está a ganhar forma”, escreve a empresa de Braga na sua página de Facebook, onde partilha fotografias da evolução da obra.

Localizado na cidade de Guimarães, a três minutos do centro histórico, o empreendimento é composto por 84 apartamentos de tipologias T1, T2 e T3, distribuídos por dois lotes.

A DST adianta que o Lote 3 encontra-se em fase de acabamentos, com a execução de revestimento exterior em capoto, instalação interior das redes de eletricidade e AVAC, aplicação de cerâmicos e de pinturas.

Já no Lote 3A a construtora está a concluir a estrutura em betão armado e a iniciar as alvenarias.

“Para a sua execução contamos com o apoio essencial de diversas empresas do grupo, nomeadamente, a tlaboratório para os ensaios de betão, a tgeotecnia para as fundações especiais e a dte, responsável pelas instalações técnicas de eletricidade e AVAC”, refere a publicação.

Como O MINHO noticiou no ano passado, o empreendimento residencial fica localizado na rua da Índia e tem o nome de “Alameda da Índia”, porque “vai formar uma nova alameda”, e terá 84 apartamentos, “num investimento de cerca de 20 milhões de euros”, explicava o diretor geral do braço imobiliário do grupo bracarense, Miguel Moreira.

O responsável explicava, na altura, em que também foram anunciadas construções em Barcelos, que “é a pressão da procura nestas cidades, onde há escassez de produto, que determinou a aposta da imobiliária no segmento residencial”.

“Estes nossos empreendimentos visam dar resposta à procura local – em Barcelos, em Guimarães e nos concelhos limítrofes, assim como parte de quem trabalha no distrito de Braga”, referia Miguel Moreira.

 
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