Grupo DST investe 50 milhões na construção de apartamentos em Barcelos e Guimarães

Projeto Mereces 718. Imagem: DR

O Grupo DST, através da sua empresa DST Real Estate, vai investir 50 milhões na construção de habitações em Barcelos e Guimarães.

Em Barcelos, a empresa bracarense anunciou hoje o arranque da construção da segunda fase do empreendimento Mereces 718, em Barcelinhos.

Em comunicado, a DST Real Estate explica que este é o 2.º de um total de 12 lotes deste novo “complexo multiusos”, o qual agregará “zona comercial, edifício de serviços e coliving/hotelaria”.

Ao Jornal de Negócios, o diretor geral do braço imobiliário do grupo bracarense, Miguel Moreira, adianta aquela área, de 22 hectares, terá 13 edifícios, onze de caráter residencial, um comercial e outro de serviços.

“Nos primeiros quatro lotes, o investimento da DST Real Estate já ascende aos 30 milhões, tendo já sido comercializados 42 dos 160 apartamentos que perfazem o conjunto de edifícios a promover”, refere o comunicado enviado a O MINHO.

Segundo o Jornal de Negócios, os T1 estão à venda por 147 mil euros, os T2 por 206 mil, os T3 por 240 mil e os T4, que correspondem às coberturas dos edifícios, por 500 mil euros.

A imobiliária salienta que este é “um projeto que está focado em criar um espaço urbano, mas com um ambiente de familiaridade e segurança”.

“O projeto Mereces 718 encontra-se na margem esquerda do Cávado, numa área com cerca de 22 hectares, onde se pretende integrar o tradicional e o tecnológico, que permitam a vivência de bairro do séc. XXI”, refere Miguel Moreira, diretor geral da dstrealestate.

O projeto foi desenhado pelo arquiteto Nuno Capa, integrando “o conceito de comunidade ao criar uma nova era habitacional, bairrista, em que as valências essenciais como zona comercial, edifício de serviços e coliving/hotelaria estarão acessíveis rapidamente, bem como os acessos a outras centralidades como Braga, Porto, Guimarães, Viana do Castelo ou mesmo a Serra do Gerês”.

Este novo complexo habitacional vai contar ainda com mais de três hectares de infraestruturas de arruamentos, passeios, estacionamento e ciclovias, que permitem a ligação acessível e segura ao centro histórico da cidade, 11 hectares para áreas de zona verde e cerca de 1,5km para equipamentos, ambos de utilização pública.

A conclusão da construção do lote 2 está prevista para março de 2024.

“Alameda da Índia” em Guimarães

Ainda este mês, a DST Real Estate vai arrancar com a construção de um empreendimento residencial na rua da Índia, em Guimarães.

Miguel Moreira avançou ao Negócios que o empreendimento tem o nome de “Alameda da Índia”, porque “vai formar uma nova alameda”, e terá 84 apartamentos, “num investimento de cerca de 20 milhões de euros”.

O responsável explica que “é a pressão da procura nestas cidades, onde há escassez de produto, que determinou a aposta da imobiliária no segmento residencial”.

“Estes nossos empreendimentos  visam dar resposta à procura local – em Barcelos, em Guimarães e nos concelhos limítrofes, assim como parte de quem trabalha no distrito de Braga”, refere Miguel Moreira.

Como O MINHO já tinha noticiado, os investimentos da DST no ramo imobiliário também se deverão a estender a Famalicão, onde, revelava Miguel Moreira em junho do ano passado, está a ser licenciado um prédio com 180 apartamentos.

 
Total
0
Partilhas
Artigo Anterior

Concurso para vinculação de mais de 10 mil professores arranca na quarta-feira

Próximo Artigo

Motociclista em estado grave após despiste em Famalicão

Artigos Relacionados
x