Seguir o O MINHO

País

Diocese de Pyongyang, na Coreia do Norte, vai ser consagrada à Senhora de Fátima

Religião

em

Foto: DR

A diocese de Pyongyang, na Coreia do Norte, vai ser consagrada à Senhora de Fátima, foi hoje anunciado.


Em comunicado, a Fundação AIS / ACN Portugal explica que o anuncio foi feito pelo Arcebispo de Seul, durante uma cerimónia evocativa dos 70 anos do início da Guerra da Coreia, que resultou na divisão daquele país, que ainda hoje se mantém.

Durante a cerimónia, foi pedido à Senhora de Fátima para que interceda pela reconciliação entre o povo coreano, cuja guerra provocou mais de três milhões de mortos e resultou num fosso que dividiu famílias e amigos.

Foi ainda pedido a Nossa Senhora que ajude as famílias cristãs que serão “perseguidas” pelo regime da Coreia do Norte, liderada por Kim Jung Un.

Recorde-se que o Arcebispo de Seol, cidade situada na Coreia do Sul, é também o administrador apostólico da diocese de Pyongyang, que é a capital da Coreia do Norte.

Anúncio

País

Covid-19: Mais doze mortos, 963 infetados e 486 recuperados no país

Pandemia

em

Foto: O MINHO / Arquivo

Portugal regista hoje mais doze mortos e 963 novos casos de infeção por covid-19, em relação a sexta-feira, segundo o boletim epidemiológico diário da Direção-Geral da Saúde (DGS).

De acordo com o boletim, desde o início da pandemia até hoje registam-se 78.247 casos de infeção confirmados e 1.995 mortes.

Há ainda 49.845 recuperados, mais 486 do que ontem.

Continuar a ler

País

Ministro da Defesa anula diretiva da linguagem não discriminatória nas Forças Armadas

Política

em

Foto: DR / Arquivo

O ministro da Defesa anulou, na sexta-feira, a diretiva que proibia as Forças Armadas de utilizar linguagem discriminatória, alegando tratar-se de um “documento de trabalho” que carecia de “aprovação superior”.

A decisão de João Gomes Cravinho sobre a “Diretiva para a Utilização de Linguagem Não Discriminatória” foi tornada pública pela AOFA – Associação de Oficiais das Forças Armadas, que publicou na sua página de Facebook o despacho do ministro.

O documento é assinado por João Gomes Cravinho e foi enviado ao Estado-Maior-General das Forças Armadas, Exército, Marinha e Força Aérea, bem como a todos os órgãos e organismos da Defesa Nacional.

No despacho pode ler-se: “Tomei conhecimento do envio pela secretaria-geral dos ofícios (…) com o título ‘Diretiva Sobre a Utilização de Linguagem Não Discriminatória’, dirigido ao EMGFA, aos Ramos, e aos serviços centrais do Ministério (…). Por carecer de aprovação superior, e por se tratar de um documento de trabalho que não evidencia um estado de maturação adequado, devem considerar-se anulados os referidos ofícios”.

Em causa está uma proposta de diretiva elaborada pela secretaria-geral do Ministério da Defesa Nacional com orientações para uma “linguagem não discriminatória” e mais igualitária nas Forças Armadas, na qual se propõe, por exemplo, que em vez de escrever “o coordenador”, deverá utilizar-se “a coordenação”, em vez de “os participantes”, “quem participa”, ou até o “sejam bem-vindos” deve ser trocado por “boas vindas a todas as pessoas”.

Este documento causou mal estar entre os militares e suscitou indignação e críticas no setor, tendo o ministro da Defesa vindo então relativizar o impacto da diretiva, considerando serem “mais relevantes” outras medidas em curso.

“O que é verdadeiramente importante é o trabalho que está a ser feito na promoção da igualdade de género dentro das Forças Armadas”, afirmou o governante, na altura, em declarações à Lusa, acrescentando que as questões linguísticas são um aspeto “absolutamente menor”, que “não tem relevância nenhuma”.

“Do meu lado, confesso que não pretendo passar muito tempo a pensar nessa matéria”, acrescentou João Gomes Cravinho.

Na publicação da AOFA no Facebook, em que é dado a conhecer o teor do despacho, a associação considera a diretiva “humilhante”, “desajustada” e “inoportuna”, e lamenta que o bom senso não tenha prevalecido e que “tudo se tenha ‘resolvido’ com base na Força Bruta da Razão e dos Danos Políticos que o mediatismo exacerbado certamente provocou nas últimas 48 horas”.

Os oficiais das Forças Armadas justificam que o documento era humilhante por permitir que o secretário-geral do Ministério da Defesa Nacional (MDN) desse ordens às chefias militares, desajustado porque inaplicável às Forças Armadas enquanto “exemplo de equidade e igualdade de género”, e “inoportuna” por se sobrepor a “dezenas de problemas graves que o MDN nada faz por resolver nas Forças Armadas”.

A AOFA manifesta ainda algumas reservas quanto a este assunto, afirmando que apesar de a questão estar resolvida em termos técnicos, “resta saber que eventuais outras consequências daqui resultarão”.

Continuar a ler

País

Governo disponível para aumentar salário mínimo em 23 euros

Salário Mínimo Nacional

em

Foto: DR

Duarte Cordeiro, secretário de Estado dos Assuntos Parlamentares, disse hoje, em conferência de imprensa no Parlamento, que o Governo está disponível para aumentar o salário mínimo nacional “em linha com os aumentos da última legislatura”.

De acordo com a TVI, o aumento será de 23,75 euros, aumentando assim o salário para o valor total de 658,75 euros.

Esta proposta deverá ser apresentada nas negociações para o Orçamento do Estado para 2021.

Continuar a ler

Populares