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Alto Minho

Covid-19: Alto Minho tem 478 casos ativos (mais 123 em três dias)

Dados locais

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Foto: CM Viana do Castelo (Arquivo)

O Alto Minho contava, esta segunda-feira, com 478 casos ativos de covid-19, mais 123 em relação à passada sexta-feira, segundo dados recolhidos por O MINHO junto da Unidade Local de Saúde do Alto Minho.


Os dados remetem para as 18:30 horas desta segunda-feira.

O distrito de Viana do Castelo soma, desde o início da pandemia, 1.608 casos (mais 121 nos últimos três dias), 66 óbitos e 1.064 recuperados (menos 2 em relação a sexta-feira).

Viana do Castelo, com 215 casos ativos, foi o concelho que registou a maior subida (mais 60 ativos).

Segue-se Caminha que, em relação a sexta-feira, tem mais 21 casos ativos, num total de 62.

Paredes de Coura duplicou o número de casos ativos, passado de 13 para 26.

Ponte de Lima tem mais 12 casos ativos (total 51).

Arcos de Valdevez tem mais sete casos (16 no total), Melgaço mais um (9), Valença mais três (63), Monção mais três (11) e Cerveira mais três (21).

Ponte da Barca mantém-se com quatro casos ativos.

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Alto Minho

‘Ferryboat’ entre Caminha e Galiza parado em fins de semana prolongados

Estado de emergência

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Foto: Divulgação / CM Caminha

O ‘ferryboat’ que liga Caminha, no Alto Minho, a A Guarda, na Galiza, vai parar nos dois fins prolongados, dos feriados de 01 e 08 de dezembro, acompanhando as restrições previstas no estado de emergência, foi hoje divulgado.

Em comunicado hoje enviado às redações, o presidente da Câmara de Caminha, no distrito de Viana do Castelo, refere que a decisão vai ao encontro das medidas do conselho de ministros que deram conteúdo prático e legal à renovação do estado de emergência entre as 00:00 do dia 24 de novembro e as 23:59 de 08 de dezembro.

Aquelas essas medidas, acrescenta o socialista Miguel Alves, acresce o facto de Caminha se enquadrar nos concelhos de risco extremo de infeção de covid-19.

Para Miguel Alves “devem as autoridades municipais a dar exemplo do cumprimento da legislação, pesando ainda na decisão o facto de haver, adicionalmente, uma medida específica de proibição de circulação na via pública nos dias 28, 29 e 30 de novembro e 01, 05, 06, 07 e 08 de dezembro, a partir das 13:00”.

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Alto Minho

“Valença não tem metade dos casos ativos que lhe atribuem”

Presidente da Câmara exige saída da lista de risco “extremamente elevado”

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Foto: CM Valença / Arquivo

O presidente da Câmara de Valença exigiu hoje a correção dos “erros” na lista de casos ativos de covid-19 que coloca o concelho no risco “extremamente elevado” de contágio da doença, “prejudicando fortemente” a economia local.

“Valença não tem metade dos casos ativos que lhe atribuem. Segundo os últimos dados que nos forneceram, são 201 os casos ativos de covid-19. Este número tão elevado não é real. Conhecendo o concelho como conheço, teremos cerca de 50 casos ativos. As listagens estão desatualizadas. Temos pessoas que estão recuperadas há meses e que ainda constam da listagem de casos ativos. É uma vergonha”, afirmou hoje à Lusa Manuel Lopes (PSD).

Valença integra a lista de 47 concelhos em risco “extremamente elevado”, por terem mais de 960 casos de infeções por 100 mil habitantes nos últimos 15 dias.

“Ainda na quinta-feira, na reunião da Comunidade Intermunicipal (CIM) do Alto Minho, os meus colegas também comungam da mesma ideia. As listagens não têm ponta por onde se pegue e estão a prejudicar fortemente a economia do concelho”, reforçou.

Segundo Manuel Lopes, a CIM do Alto Minho irá reportar a situação à Direção Geral da Saúde (DGS).

“Se não tivéssemos este número tão elevado de casos positivos, que na realidade não existe, em vez de estarmos em risco extremamente elevado, poderíamos estar num mais moderado, sem tantas restrições que tanto prejudicam a economia do nosso concelho”, alertou.

O autarca da segunda cidade do Alto Minho disse ter conhecimento de diversos casos de pessoas que estão recuperadas, mas que continuam a integrar a lista como estando infetados com o novo coronavírus.

“Tenho vizinhos meus, amigos meus. Não é um nem dois, são dezenas que tiveram positivos, estiveram confinados, tiveram alta pela linha Saúde 24, pelo médico de família e que estão a trabalhar há mais de um mês, totalmente recuperados, mas que ainda constam da lista de casos ativos. Há um presidente de Junta que já está na rua há 15 dias e continua a constar da lista como caso ativo”, especificou.

Manuel Lopes reclamou ainda o acesso à listagem das pessoas que estão positivas para atuar com mais eficácia.

“Não percebo por que razão, sendo presidente de Câmara, responsável máximo da proteção civil municipal, não tenho acesso à listagem dos casos ativos, mas a GNR tem. Era muito importante até para percebermos onde estão localizados os surtos”, reforçou.

No distrito de Viana do Castelo, além de Valença, também o concelho de Caminha está incluído na lista de municípios em risco “extremamente elevado”.

A pandemia de covid-19 provocou pelo menos 1.422.951 mortos resultantes de mais de 60,4 milhões de casos de infeção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Em Portugal, morreram 4.209 pessoas dos 280.394 casos de infeção confirmados, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

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Alto Minho

Monção vai ter novo parque empresarial

Investimento de 1,6 milhões

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Capacidade Parque empresarial da Lagoa já está "esgotada"

A Câmara de Monção lançou hoje o concurso público para a construção, por 1,6 milhões de euros, de um polo industrial em Vale do Mouro para dar resposta à procura de promotores locais, nacionais e estrangeiros.

“Este projeto surge da necessidade de colmatar a grande falta de terrenos industriais que, neste momento, existe no concelho de Monção. A capacidade do polo industrial da Lagoa está totalmente esgotada”, disse hoje à agência Lusa, o presidente da Câmara de Monção, António Barbosa (PSD).

Contactado pela Lusa, a propósito da publicação, hoje, em Diário da República (DR), do anúncio do concurso público daquela empreitada, o autarca garantiu o início da empreitada no primeiro trimestre de 2021 e a previsão de conclusão dos trabalhos para o verão de 2022.

“O nosso objetivo é responder à procura de empresas locais que pretendem novos espaços para poderem alavancar às suas empresas e, por outro lado, responder à procura interessante por parte de empresas nacionais e estrangeiras que se querem fixar em Monção”, referiu.

O novo polo industrial com cerca de 60 mil metros quadrados, com 13 novos lotes, num investimento superior a 1,6 milhões de euros, com uma comparticipação de 750 mil euros de fundos comunitários e, o restante, esforço municipal.

“Quando fizemos a candidatura aos fundos comunitários tivemos de apresentar declarações de compromisso de várias empresas interessadas em fixar-se no novo polo industrial. Essa demonstração de interesse inicial ultrapassa em 50% a capacidade do parque”, especificou António Barbosa.

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