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Barcelos

Consternação em Barcelos pela morte de jovem em acidente com ambulância

Diana Rego tinha 25 anos

em

Foto: DR

Diana Rego, de 25 anos, não resistiu aos ferimentos depois de ter colidido com uma ambulância e embatido contra o muro de uma habitação, ao final da manhã deste sábado, na freguesia de Cossourado, em Barcelos.

Mulher de 25 anos morre em colisão com ambulância em Barcelos

A jovem, natural de Panque, seguia ao volante da sua viatura, a caminho da freguesia de Silva, onde trabalhava numa pastelaria, quando, por razões desconhecidas, entrou em despiste, colidindo com uma ambulância INEM alocada aos Bombeiros de Barcelos, que circulava na direção oposta.

Foto: Vitor Vasconcelos / O MINHO

Após embater na ambulância, acabou por embater frontalmente contra uma parede, perdendo a vida quase de imediato.

Familiares da jovem receberam acompanhamento de uma equipa de psicólogos do INEM.

Foto: Vitor Vasconcelos / O MINHO

No auxílio estiveram os Bombeiros de Barcelos, meios do INEM e a GNR.

A Estrada Nacional 204 esteve cortada ao trânsito para as operações de socorro, sendo reaberta ao início da tarde deste sábado.

Foto: Vitor Vasconcelos / O MINHO

Ainda não há data para as cerimónias fúnebres.

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Barcelos

Associação de Barcelos reconhecida pela maior organização representativa na área da saúde mental a nível mundial

Saúde mental

em

Ingrid Daniels e Miguel Durães Foto: Associação Recovery IPSS

A Associação Recovery IPSS, de Barcelos, foi aceite como membro eleitor da que é considerada a maior organização representativa na área da Saúde Mental a nível mundial – a Federação Mundial para a Saúde Mental.

Oficializada na passada sexta-feira, a entrada foi aprovada pelo Conselho de Diretores da referida Federação, após convite de formalização de candidatura endereçado a Miguel Durães, presidente da Direção da Revory IPSS, pela atual presidente do comité executivo, Ingrid Daniels, que esteve presente, no início de dezembro passado, no I Congresso Recovery Portugal 2019, presidido pela Ministra da Saúde, Marta Temido.

Miguel Durães considera que este momento “representa um enorme reconhecimento por parte daquela que é a maior autoridade na saúde mental a nível mundial”, completando: “Um reconhecimento com um valor intangível, aliás, incalculável. A nível institucional, apesar de já estarmos, muitas vezes, em serviço a nível internacional, é a entrada no mais alto grau possível desta organização mundial, com ligações ao mundo inteiro e a entidades como a Organização Mundial de Saúde (OMS) ou a Organização das Nações Unidas (ONU), onde, por exemplo, existem cargos representativos e consultivos para a definição de políticas de Saúde. (…) A Recovery fará a sua voz ser ouvida e continuará a estabelecer as pontes e as âncoras com outras entidades integrantes desta organização emblemática e representativa do mais alto patamar mundial na Saúde Mental e isso é algo que nos motiva e orgulha a todos”.

A Presidente da Federação Mundial para a Saúde Mental, Ingrid Daniels, salienta que “é, realmente, uma grande honra anunciar que o Conselho de Diretores da Federação Mundial para a Saúde Mental aprovou, e aceitou, a Recovery IPSS (Portugal) e o Dr. Miguel Durães, como delegado nomeado pela Direção da Recovey IPSS, como membro eleitor desta prestigiada organização internacional de saúde mental, fundada em 1948”, não deixando de se referir ao momento atual de pandemia que se vive no Mundo inteiro: “Agora, mais do que nunca, a afiliação da Recovery IPSS é de importância crítica, pois procuramos soluções duradouras, ao nível de países e em todo o mundo, para abordar as consequências médicas e de Saúde Mental da covid-19”.

A Federação Mundial para a Saúde Mental é uma organização internacional, fundada em 1948 para promover, entre todos os povos e nações, a prevenção de distúrbios mentais e emocionais, o tratamento e cuidados adequados das pessoas com esses transtornos e a promoção da saúde mental, tendo como missão “promover o avanço da consciencialização em Saúde Mental, prevenção de transtornos mentais, advocacia e intervenções focadas na recuperação de melhores práticas em todo o mundo”.

Já a Recovery IPSS, que terá o estatuto de membro eleitor – o mais alto de entre os membros e único a necessitar de aprovação pela direção, tornando-se parte da sua organização corporativa, havendo, ainda, os afiliados e os individuais – é uma IPSS sem fins lucrativos, fundada em 2004, que tem como missão “promvoer ativamente o Recovery de pessoas portadoras de doença mental e dos seus cuidadores, formais e informais, por via da metodologia «Gerar Percursos na Sociedade – Barcelos XXI», contribuindo para a validação do modelo clinico-comunitário em Portugal”.
Ao longo da sua história, já conquistou prémios ou foi reconhecida no seu trabalho com pessoas com doença mental grave e seus familiares/cuidadores informais, pela Direção-Geral da Segurança Social (2007 e 2008), pelo Alto Comissariado da Saúde do Ministério da Saúde (2010), com o Prémio Manuel António da Mota (2017), Prémio Fidelidade Comunidade (2017), Prémio BPI Solidário/Fundação la Caixa (2018) e Prémio Cinco Estrelas Regiões – Braga (2019).

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Barcelos

Segurança Social vai assumir gestão do lar da Pousa, em Barcelos

Covid-19

em

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

O Centro Distrital da Segurança Social de Braga deverá assumir, a partir de hoje, a gestão do Centro de Apoio e Solidariedade da Pousa (CASP), onde se encontram 22 idosos infetados com covid-19 e outros três que acusaram negativos nos testes de despistagem.

A iniciativa da Segurança Social surge depois de alguns familiares dos utentes se terem queixado de que “não conseguem contactá-los e de que não há ninguém responsável no interior do lar que os atenda ou forneça indicações”.

Devido à falta de funcionários, que estão doentes ou em isolamento profilático, os utentes estão a ser apoiados por uma equipa de voluntários da Cruz Vermelha de Braga, só que os voluntários acabam por ficar pouco tempo, por temerem ser contagiados com o vírus.

A este propósito, o presidente da Cruz Vermelha de Braga, Armando Osório, esclareceu a O MINHO que o organismo não gere o espaço, apenas fornece as equipas de voluntários, de acordo com o que foi estabelecido com a Câmara – que tinha a tarefa de coordenação, até hoje – a Segurança Social, e a delegação de saúde. “É natural que haja pessoas que desistam, a tarefa não é fácil”, explicou.

Já o presidente da direção do lar, Joaquim Pereira, considerou a O MINHO que a situação é “preocupante”, por, supostamente, os três utentes não-infetados não estarem separados dos restantes: “se assim for, é incompreensível”, lamentou.

Em videoconferência de imprensa da passada sexta-feira, o presidente da Câmara de Barcelos, garantiu que os não-infetados iriam permanecer numa “ala completamente separada” da dos restantes.

O dirigente da IPSS acrescenta que, desde que se soube que havia um utente infetado, todo o processo se desenvolveu com grande descoordenação: “Em Barcelos, ao contrário de outros concelhos vizinhos, ninguém sabia como as coisas se faziam”.

Joaquim Pereira desmente uma outra crítica feita por familiares, a de que os voluntários não fazem a necessária limpeza do espaço: “O lar foi desinfetado na quinta-feira pela GNR e uma equipa de sete pessoas, incluindo familiares meus e funcionários que estão de baixa, limparam as instalações”.

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Barcelos

Morreu primeira vítima de covid-19 em Barcelos

Covid-19

em

Foto: Divulgação / CM Viana do Castelo (Arquivo)

Barcelos registou hoje a primeira vítima mortal de covid-19. Trata-se de um idoso, entre os 75 e os 80 anos, da freguesia de Macieira de Rates, que estava internado no Hospital de Barcelos, confirmou a O MINHO o presidente daquela junta de freguesia, José Padrão.

A vítima mortal já sofria de problema respiratórios, sendo, portanto, doente de risco. A sua situação complicara-se nos últimos dois dias.

Segundo os dados do boletim epidiomiológico da Direção-Geral de Saúde deste sábado, no concelho de Barcelos existem 83 casos confirmados de infeção. Em todo o Minho estão confirmados 876 casos covid positivo.

Detetado em dezembro de 2019, na China, o novo coronavírus já infetou mais de um milhão de pessoas em todo o mundo, das quais morreram mais de 59 mil.

Dos casos de infeção, mais de 211 mil são considerados curados.

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