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Catarina Martins diz ao PS que “arrogância não é boa conselheira”

“Estranho ler que António Costa está já a dizer o que se pode ou não fazer na próxima legislatura”

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A coordenadora do BE, Catarina Martins, estranhou hoje que o primeiro-ministro, António Costa, esteja já a dizer o que se pode fazer na próxima legislatura, lembrando ao PS que “a arrogância não é boa conselheira”.

Num comício para a campanha das eleições europeias, na Praça dos Poveiros, no Porto, Catarina Martins afirmou que “à política pedem-se soluções construídas com as pessoas, nunca contra elas” e apesar de nos últimos dias se ter ouvido falar muito da atual legislatura, esta “ainda não acabou”.

“E é por isso que é estranho ler que António Costa está já a dizer o que se pode ou não fazer na próxima legislatura e, pior ainda, ouvir Pedro Marques [cabeça-de-lista do PS nas eleições europeias de 26 de maio] atacar quem luta pelos direitos do trabalho como ouvimos ontem à noite”, criticou.

A coordenadora do BE referia-se à manchete de hoje do jornal Expresso, segundo a qual, depois das eleições legislativas de outubro, “António Costa recusa-se a mexer em dossiês de professores”.

“A arrogância não é boa conselheira, é bom que o Partido Socialista se lembre. A arrogância não é boa conselheira, a responsabilidade da política é criar soluções e são as pessoas que dizem que soluções querem”, recordou.

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Os números do Euromilhões

Sorte

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Foto: O MINHO

É esta a chave do sorteio do Euromilhões desta terça-feira, 12 de novembro: 1, 21, 23, 25 e 39. (números) e 2 e 4 (estrelas).

Em jogo para o primeiro prémio está um valor de 104 milhões de euros.

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Aprovada audição de ministro da Educação no Parlamento

Falta de funcionários nas escolas

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Foto: DR / Arquivo

Os requerimentos do PCP, do Bloco de Esquerda e do CDS-PP para chamar o ministro da Educação ao parlamento foram hoje aprovados por unanimidade na Comissão de Educação, disse à agência Lusa a deputada comunista Ana Mesquita.

Tiago Brandão Rodrigues deverá, assim, responder aos deputados sobre falta de funcionários nas escolas, a requerimento do PCP e do BE.

O CDS-PP requereu a presença do ministro no parlamento para prestar esclarecimentos sobre o plano para não chumbar alunos no ensino básico, anunciado pelo governo.

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País

Substituir funcionários nas escolas vai ser mais rápido, promete Ministério

Escolas

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Foto: O MINHO / Arquivo

As escolas vão poder substituir funcionários de forma mais célere, podendo contratar ao fim de 12 dias de ausência do trabalho, anunciou hoje o Ministério da Educação.

Até agora, os diretores tinham que esperar um mês (30 dias) para poder resolver ausências prolongadas, recorrendo a uma “bolsa de contratação” que permitia suprir essas situações.

Desde o início do ano, a carência de funcionários tem levado ao encerramento de escolas, greves e à realização de manifestações por parte dos encarregados de educação, que temem pela segurança dos alunos.

O Ministério decidiu corrigir a situação e prepara-se para publicar um diploma que tornará o processo mais rápido: “O despacho, que seguirá agora para publicação, possibilita estas substituições ao fim de 12 dias de ausência”.

Quando o diploma for publicado, a substituição de assistentes operacionais passará a ser mais célere.

A Federação Nacional dos Sindicatos dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais estima que as escolas precisem de “mais 6000 trabalhadores” e anunciou na segunda-feira uma greve nacional dos trabalhadores não docentes das escolas em protesto contra a “falta crónica” destes funcionários.

Em entrevista à agência Lusa, o ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, recordou que no seu mandado anterior foi alterada a portaria de rácios para que as escolas pudessem ter mais assistentes técnicos e que nos últimos três anos as escolas viram chegar mais 4.300 funcionários.

Entretanto, foi dada a possibilidade de contratar mais 1.067 funcionários.

“A generalidade dos processos de recrutamento dos 1.067 assistentes operacionais (AO) está terminada, estando estes AO já a trabalhar nos respetivos Agrupamentos de Escolas, o que possibilita esse acesso recentemente criado ao mecanismo de reserva de recrutamento, o qual permite colmatar possíveis faltas temporárias”, acrescenta hoje o gabinete de imprensa do Ministério da Educação.

Além destas contratações, a tutela garante que “têm sido outorgadas horas suplementares, em casos pontuais, suprindo também necessidades existentes”.

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