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Bastonária dos Enfermeiros anuncia recandidatura ao cargo

Ana Rita Cavaco

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Ana Rita Cavaco, Bastonária da Ordem dos Enfermeiros. Foto: Facebook (Arquivo)

A bastonária da Ordem dos Enfermeiros, Ana Rita Cavaco, anunciou hoje no Porto a sua recandidatura ao cargo nas eleições que vão decorrer dentro de seis meses.

“Eu estou aqui inteira, livre, como sempre estive, para vos dizer que podem contar comigo para mais quatro anos se essa for a vossa vontade. Se essa for a vontade dos enfermeiros portugueses”, afirmou Ana Rita Cavaco no seu discurso de encerramento da I Convenção Internacional dos Enfermeiros, que hoje termina no Porto.

A bastonária assume assim, pela primeira vez, a recandidatura à liderança da Ordem dos Enfermeiros, num momento de particular crispação com a ministra da Saúde, após insinuações sobre extrapolação de funções da bastonária e a realização de uma sindicância à Ordem.

Ana Rita Cavaco fez um balanço do seu mandato, comparando-o a uma viagem “improvável” e com “lutas desgastantes”.

“Foi uma bonita viagem. Dura, mas bonita. Voltava a fazê-la, mesmo sabendo que teria de pagar o preço por estar inequivocamente ao vosso lado”, disse.

A bastonária assume que deu a cara “por um tempo novo”, sentido a sua missão cumprida, porque “os enfermeiros perderam o medo de resistir”.

A representante dos enfermeiros rejeitou ainda “falsos consensos ou silêncios hipócritas” e insistiu que “não há regulação da profissão sem assegurar o número mínimo de enfermeiros nos serviços” e também não existe regulação “sem a capacidade de perceber que os baixos salários influenciam a prestação dos cuidados”.

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Mais de 50 jornalistas subscrevem abaixo-assinado em defesa de Maria Flor Pedroso

Entre os quais Adelino Gomes, Henrique Monteiro, Anabela Neves e Francisco Sena Santos

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Foto: DR / Arquivo

Mais de 50 jornalistas, entre os quais Adelino Gomes, Henrique Monteiro, Anabela Neves e Francisco Sena Santos, subscreveram hoje um abaixo-assinado em defesa da jornalista Maria Flor Pedroso, diretora de informação da RTP.

“Confrontados com o grave ataque público à integridade profissional da jornalista Maria Flor Pedroso, os jornalistas abaixo-assinados não podem deixar de tomar posição em sua defesa, independentemente das questões internas da empresa onde é diretora de informação, que manifestamente nos ultrapassam”, referem os 55 jornalistas que subscrevem o documento.

No abaixo assinado, com quatro pontos, os jornalistas – de várias redações – apontam que “Maria Flor Pedroso é jornalista há mais de 30 anos, sem mácula”, uma “jornalista exemplar” e “reconhecida e respeitada pelos pares”.

Os subscritores defendem que a diretora de informação da RTP “é uma das mais sérias profissionais do jornalismo português”, tendo chegado “por mérito ao cargo que atualmente ocupa”.

Maria Flor Pedroso é “defensora irredutível do jornalismo livre, rigoroso”, “sem cedências ao mediatismo, a investigações incompletas, ou à pressão de poderes de qualquer natureza”, sublinham no abaixo-assinado.

Recordam ainda que a profissional “foi escolhida pelos pares para presidir à Comissão Organizadora do 4.° Congresso dos Jornalistas Portugueses, uma iniciativa que se revelou um marco na discussão dos problemas da profissão”.

Maria Flor Pedroso “é frontal”, “rejeita favores” e “nunca foi acusada de mentir”, salientam no seu abaixo-assinado.

A diretora de informação da RTP garantiu hoje que “nunca” informou a diretora do Instituto Superior de Comunicação Empresarial (ISCEM) sobre a investigação que o programa “Sexta às 9” estava a fazer sobre a instituição, refutando acusações da jornalista Sandra Felgueiras.

Em causa está um relato feito pela coordenadora do programa, em 11 de dezembro, numa reunião com o Conselho de Redação, em que adiantou que o “Sexta às 9” estava a investigar suspeitas de corrupção no âmbito do processo de encerramento do ISCEM, que passava pelo alegado recebimento indevido de “dinheiro vivo”.

Nesse âmbito, Sandra Felgueiras acusou Maria Flor Pedroso de ter transmitido informação privilegiada à visada na reportagem, o que a diretora “rejeitou liminarmente”, de acordo com as atas do Conselho de Redação.

Na próxima segunda-feira, está agendado um plenário na RTP, convocado pelo Conselho de Redação, sobre a situação que envolve a diretora de informação e o programa “Sexta às 9”.

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Funcionários públicos com tolerância de ponto em 24 e 31 de dezembro

Despacho já foi assinado pelo primeiro-ministro

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Foto: Divulgação

O primeiro-ministro, António Costa, assinou esta sexta-feira um despacho em que o Governo concede tolerância de ponto nos dias 24 e 31 de dezembro aos trabalhadores que exercem funções públicas no Estado.

De acordo com uma nota divulgada pelo gabinete do primeiro-ministro, o Governo justifica a tolerância de ponto “considerando que é tradicional a deslocação de muitas pessoas para fora dos seus locais de residência no período natalício e de ano novo, tendo em vista a realização de reuniões familiares”.

Na mesma nota, invoca-se “a prática que tem sido seguida ao longo dos anos” e “a tradição existente no sentido da concessão de tolerância de ponto, nesta época, nos serviços públicos não essenciais”.

“É concedida tolerância de ponto aos trabalhadores que exercem funções públicas nos serviços da administração direta do Estado, sejam eles centrais ou desconcentrados, e nos institutos públicos nos próximos dias 24 e 31 de dezembro de 2019. Excetuam-se os serviços e organismos que, por razões de interesse público, devam manter-se em funcionamento naquele período, em termos a definir pelo membro do Governo competente”, lê-se no despacho.

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Ministro afirma que forças de segurança já receberam mais de mil novas viaturas

Segundo Eduardo Cabrita, a frota da GNR foi reforçada em 507 viaturas desde meados de 2018

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Foto: DR / Arquivo

O ministro da Administração Interna disse esta sexta-feira, no Cartaxo, que as forças de segurança já receberam mais de mil das 2.300 novas viaturas a serem entregues até 2021. Eduardo Cabrita falava na cerimónia de entrega de mais 41 novas viaturas à Guarda Nacional Republicana (GNR), que decorreu à tarde em frente à Câmara Municipal do Cartaxo (no distrito de Santarém).

Segundo o ministro, a frota desta força foi reforçada, desde meados de 2018, em 507 viaturas. Eduardo Cabrita reafirmou que, até 2021, serão entregues um total de 2.300 novas viaturas à GNR, à Polícia de Segurança Pública (PSP) e ao Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF), no âmbito do concurso lançado em novembro de 2017.

A aquisição de novas viaturas, que começaram a ser entregues em meados de 2018, insere-se na Lei da Programação de Investimentos para as Forças e Serviços de Segurança, que prevê, entre 2018 e 2021, uma verba de 450 milhões de euros para infraestruturas, edifícios, armamento, equipamentos de proteção individual, viaturas, frisou.

As 41 viaturas entregues esta sexta-feira destinam-se às componentes territorial, de investigação criminal, de manutenção de ordem pública, cinotécnica, de honras de Estado e de apoio logístico, incluindo 15 motos para patrulhamento e três viaturas elétricas.

“Esta é uma componente de rejuvenescimento, neste caso do parque automóvel da GNR, um contributo mais para a Guarda contribuir para aquilo que é essencial: Portugal continuar a ser reconhecido como um dos países mais seguros do mundo”, afirmou o ministro, lembrando a proximidade e a “capilaridade” desta força, que possui “mais de 500 postos um pouco por todo o país”.

O Comandante-Geral da GNR salientou a importância da renovação de uma frota automóvel que conta com mais de 6.000 viaturas, que fazem, em média, 200.000 quilómetros por dia, o que disse ser demonstrativo da presença desta força em 94% do território nacional.

Botelho Miguel referiu o crescente número de viaturas elétricas e híbridas da frota, o que inseriu nas preocupações de gestão sustentável de recursos e de proteção da natureza e do ambiente, também uma das vertentes de atuação da Guarda.

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