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Braga

Braga reforça aposta na rede WiFi no centro histórico

Investimento de 50 mil euros para aumentar a potência de sinal e a capacidade para suportar mais dispositivos ligados

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Foto: Divulgação/CM Braga

O Município de Braga anunciou esta segunda-feira que está a reforçar a cobertura da rede WiFi instalada no Centro Histórico, em particular nas zonas de maior afluxo turístico.

O investimento, de aproximadamente 50 mil euros, resulta da aprovação de uma candidatura à ‘Linha de Apoio a Projectos WIFI em Centros Históricos’, disponibilizada pelo Turismo de Portugal.

As principais áreas de intervenção foram a Praça Conde de Agrolongo, Praça Municipal, o Jardim de Santa Bárbara, a Praça da República e a Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva – este último é um equipamento frequentado por cada vez mais por Turistas que procuram explorar Braga e a sua Cultura, justificando-se assim esta melhoria no local.

“O novo “WiFi Braga” estará disponível a partir desta quarta-feira, dia 17 de Abril. Com a entrada em vigor desta rede melhorada – com maior potência de sinal e capacidade para suportar mais dispositivos ligados – será ainda integrada uma nova plataforma de gestão e será pedido a todos os utilizadores para se registarem novamente – aceitando, dessa forma, os termos e políticas de acordo com a Lei de Protecção de Dados”, diz a Câmara de Braga, em comunicado.

Recorde-se que, além da zona histórica, o WiFi Braga está disponível nas Piscinas da Ponte, no Parque Municipal de Campismo e Caravanismo e no Estádio Municipal.

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Braga

Supremo mantém penas máximas para cinco arguidos do processo Máfia de Braga

25 anos

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Foto: O MINHO / Arquivo

O Supremo Tribunal de Justiça manteve hoje as penas de 25 anos de prisão a cinco dos arguidos do processo ‘Máfia de Braga’ e reduziu de 23 para 19 anos de cadeia a pena de um sexto arguido.

Em 20 de dezembro de 2017, o Tribunal de São João Novo, no Porto, condenou os irmãos Pedro, Adolfo e Manuel Bourbon, Rafael Silva, Hélder Moreira e Emanuel Paulino (conhecido como o Bruxo da Areosa) à pena máxima, por sequestro, homicídio e profanação de cadáver de João Paulo Fernandes, um empresário de Braga, cujo corpo foi dissolvido em ácido sulfúrico.

Após recurso dos arguidos, em 17 de outubro de 2018, o Tribunal da Relação do Porto manteve cinco penas máximas e reduziu para 23 anos de cadeia a condenação do arguido Hélder Moreira, dono dos armazéns onde os crimes ocorreram, tendo todos os arguidos recorrido para o Supremo Tribunal de Justiça (STJ).

Segundo o acórdão do STJ, a que a agência Lusa teve hoje acesso, o coletivo de juízes, composto pelos conselheiros Santos Cabral (presidente), Raul Borges e Pires da Graça (relator) negou provimento aos recursos apresentados pelos irmãos Pedro, Adolfo e Manuel Bourbon, por Rafael Silva e por Emanuel Paulino (conhecido como o Bruxo da Areosa), mantendo as penas máximas.

Quando ao arguido Hélder Moreira, o STJ deu “parcial provimento” ao recurso do arguido, condenando-o como cúmplice do crime de homicídio qualificado na pena de 15 anos de prisão. Em cúmulo jurídico, o Supremo aplicou-lhe a pena única de 19 anos de cadeia, reduzindo em quatro anos a condenação (23 anos de prisão) determinada anteriormente pelo Tribunal da Relação do Porto.

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Braga

UMinho procura mulheres com problemas de ovulação para estudo sobre infertilidade

O estudo pretende “identificar corretamente a causa e corrigir, de forma dirigida, a disfunção, para que uma mulher consiga engravidar de forma segura e eficaz”

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A Escola de Medicina da Universidade do Minho está à procura de 150 voluntárias com disfunção ovulatória para realizar um estudo sobre infertilidade, cujo objetivo é procurar “a causa e corrigir” aquela característica responsável por ciclos menstruais irregulares.

Em comunicado enviado hoje à Lusa, a Universidade do Minho (UMinho) explica que a disfunção ovulatória é “uma das principais causas de infertilidade feminina” e refere precisar de voluntárias para realizar aquele estudo.

O estudo pretende “identificar corretamente a causa e corrigir, de forma dirigida, a disfunção, para que uma mulher consiga engravidar de forma segura e eficaz”, acrescenta.

Segundo o texto, os investigadores e médicos da Escola de Medicina da UMinho, ligados também aos hospitais de Braga, Famalicão e Guimarães, procuram mulheres entre os 18 e 38 anos.

“Embora a disfunção ovulatória seja muito frequente, os mecanismos subjacentes às suas principais causas (como o Síndrome do Ovárico Poliquístico) ainda não são completamente compreendidos. A falta de conhecimento sobre estes mecanismos e a forma como interagem tem contribuído para orientações clínicas, muitas vezes, incorretas ou pouco eficazes”, explica uma das investigadoras principais do projeto, Vanessa Silva.

O estudo, realizado através de uma avaliação clínica com recurso a ecografia, análises hormonais e questionários de avaliação clínica, procura “compreender o que conduz a ciclos menstruais irregulares ou à ausência de menstruação”.

A disfunção ovulatória é causa da infertilidade feminina em 35% dos casos, pelo que, numa segunda fase, as mulheres que estão a tentar engravidar podem continuar a ser monitorizadas e acompanhadas pelo médico, sendo também ajudadas na correção da disfunção.

Todos os exames e acompanhamento realizado com as voluntárias é gratuito, desde as análises clínicas às ecografias e consulta médica.

A UMinho explica ainda que podem ser pedidas mais informações através do correio eletrónico [email protected]

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Braga

Droga e armas apreendidas em Amares

Cerca de 400 doses de haxixe

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Foto: Divulgação

Um homem de 49 anos foi detido em Amares por tráfico de droga, e um jovem de 24 foi constituído arguido, no mesmo concelho, por ameaças e posse de arma proibida esta segunda-feira

Durante uma investigação, os militares apuraram que o jovem fez ameaças com recurso a uma arma de fogo, no interior de um estabelecimento de restauração e bebidas. No decorrer das diligências de investigação, foram efetuadas dez buscas, cinco domiciliárias e cinco em veículos, tendo detetado que outro indivíduo tinha na sua posse produtos estupefacientes.

Os militares apreenderam 400 doses de haxixe, uma pistola, 100 munições de diversos calibres, 3.830 euros em numerário.

O detido e o suspeito constituído arguido, ficaram sujeitos à medida de coação de termo de identidade e residência.

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