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Braga

Braga é a sexta cidade com mais agências bancárias em Portugal

Dados divulgados esta semana

em

Foto: DR/Arquivo

De acordo com os dados que constam das séries longas do setor bancário (1990-2018), divulgadas esta terça-feira, no final de 2018, Braga é a sexta cidade com mais agências bancárias em Portugal. Paredes de Coura e Terras de Bouro estão entre os 49 concelhos com apenas três balcões.


Ainda segundo os dados, não existiam concelhos sem agências bancárias. Contudo, existiam dois municípios com apenas uma agência, Vila Velha de Ródão (distrito de Castelo Branco) e Vila Nova da Barquinha (Santarém).

Vila Velha de Ródão teve duas agências entre 1993 e 2014, sendo que desde 2015 tem apenas uma. Já Vila Nova da Barquinha teve duas agências desde 1990, o início da série, sendo que em 2016 passou a ter apenas um balcão.

Os concelhos com mais agências bancárias são Lisboa (392), Porto (171) e Sintra (95), acompanhando a dimensão da população e o tecido económico.

O ‘top 10’ dos concelhos com mais balcões é ainda composto por Cascais (74), Oeiras (65), Braga (65), Coimbra (62), Loures (58), Matosinhos (55), Almada (54).

Os bancos têm vindo a reduzir a sua estrutura nos últimos anos, incluindo com o fecho de balcões, justificando com a necessidade de cortar custos, o desenvolvimento da digitalização e o menor recurso dos clientes às agências bancárias.

Nos últimos anos foi polémico o fecho de balcões sobretudo pelo banco público, a Caixa Geral de Depósitos (CGD), motivando protestos das populações e de autarcas.

Segundo os dados do Banco de Portugal, na última década (2008-2018), foram cerca de duas mil as agências que encerraram.

De acordo com a informação, o número de balcões bancários no território nacional mais do que duplicou na década de 90, passando de menos de 2.000 em 1990 para um valor em torno dos 5.300 em 2000.

Depois de alguma estabilização nos primeiros cinco anos do novo milénio, verificou-se um novo aumento nos anos seguintes, atingindo-se um valor máximo perto de 6.500 em 2010.

Desde então, e em especial a partir de 2013, o número de balcões registou uma grande diminuição, situando-se em 4.054 no final de 2018.

Já em termos relativos face à população, em 2018, o número de agências por milhão de habitantes cifrava-se em 405 em Portugal, acima dos 395 da média da zona euro, segundo o Banco de Portugal.

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Braga

Humorista Eduardo Madeira rendido aos encantos do Gerês

Turismo

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Foto: Facebook de Eduardo Madeira

O conhecido humorista, ator e argumentista Eduardo Madeira passou alguns dias de férias nos concelhos de Vieira do Minho e Terras de Bouro, na zona do Parque Nacional Peneda-Gerês, mostrando-se encantado com o que vivenciou.

O protagonista em programas televisivos na RTP, como Patrulha da Noite, Donos Disto Tudo ou Anti-Crise, começou por registar um momento em que entrou na freguesia de Covide, no concelho de Terras de Bouro, local situado nas abas da serra do Gerês que ganha fama por causa do nome da doença que tem impactado a vida de quase todas as nações no mundo.

“Rijo como o aço”, o comediante visitou alguns locais emblemáticos do único parque nacional do país, aproveitando para se refrescar numa das muitas lagoas escondidas por entre os recantos serranos, graças à ajuda da Equidesafios, empresa de atividades de montanha e lazer sediada na serra do Gerês.

Para pernoitar, escolheu a Pousadela Village, um aldeamento de quatro estrelas situado em Louredo da Ribeira, no concelho de Vieira do Minho, nas encostas da serra da Cabreira com vista privilegiada para o rio Cávado.

O argumentista de programas que obtiveram sucesso nas últimas décadas, como Herman Enciclopédia, Contra-Informação, Conversa da Treta ou Contemporâneos, teve ainda oportunidade de assistir in loco uma das mais características imagens rurais das regiões montanhosas do Minho: vacas na estrada.

Aos 48 anos, Eduardo Madeira, uma das figuras mais reconhecidas do humor em Portugal, parece aproximar-se cada vez mais do Norte do país, depois de ter sido bastante crítico com uma peça emitida pela TVI onde os maiores índices do novo coronavírus eram justificados por uma alegada falta de educação dos nortenhos.

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Braga

Covid-19: Mais um caso confirmado no concelho de Braga nas últimas 24 horas

Pandemia

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Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO (Arquivo)

O concelho de Braga registava, até ás 18:00 horas desta terça-feira, 1.400 casos acumulados de infetados com covid-19 desde o início da pandemia, mais um do que ontem e mais três do que nos últimos sete dias, apurou O MINHO junto de fonte local da saúde.

Destes, 1.303 estão recuperados, o mesmo número que ontem e mais seis do que na última semana, lamentando-se ainda os mesmos 74 óbitos. Existem, atualmente, 23 casos ativos de covid-19 em todo o concelho de Braga, mais um do que ontem.

Estes dados são apurados por O MINHO junto de fonte local do setor da saúde e não coincidem com os divulgados pela Direção-Geral de Saúde, no qual Braga regista há várias semanas o mesmo número de casos. A DGS já veio a público admitir que os dados não têm sido atualizados, devendo essa atualização ocorrer em breve.

Portugal regista hoje mais dois óbitos por covid-19, em relação a terça-feira, e mais 443 casos de infeção confirmados, dos quais 327 na região de Lisboa e Vale do Tejo, segundo os dados da Direção-Geral da Saúde (DGS).

De acordo com o boletim epidemiológico diário, o total de óbitos por covid-19 desde o início da pandemia é agora de 1.631 e o total de casos confirmados é de 44.859.

Há 29.714 casos recuperados, mais 269.

(notícia atualizada às 23h14 com o número correto de casos recuperados)

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Braga

Quarentena de juiz Carlos Alexandre adia instrução do inquérito da AIMinho

24 dos 127 arguidos pediram a instrução. Em causa fraude em subsídios de 9,7 milhões

em

Foto: DR

O juiz Carlos Alexandre adiou, para setembro, o debate instrutório, inicialmente marcado para dia 14 de julho, do inquérito da antiga Associação Industrial do Minho (AIMinho), devido – ao que se deduz – do facto de ter entrado em quarentena sanitária.

Estão em causa 9,7 milhões de euros de verbas comunitárias alegadamente descaminhadas da sua função.

A instrução foi solicitada por 24 dos 126 acusados, 79 pessoas singulares e 47 empresas. Entre eles não se encontra António Marques, o ex-presidente da AIMinho, entidade entretanto extinta e que se encontra em fase final de liquidação.

A acusação saiu em setembro de 2018, mas dois dos arguidos, de nacionalidade espanhola, pediram a sua tradução. Face à morosidade intrínseca do ato, o Tribunal separou os processos, facto que os arguidos não aceitaram, vindo, depois, a ser admitidos na instrução.

O inquérito do DCIAP envolve uma alegada fraude de 700 mil euros na construção do edifício do IEMinho, Instituto Empresarial do Minho, em Vila Verde, e passa pelos departamentos, de Biologia e Engenharia Biológica da Universidade do Minho. Enumera ainda, irregularidades em ações de formação, apoio às empresas, publicidade e viagens.

Seis mentores

O documento aponta seis arguidos como os mentores de um esquema de fraudes, na obtenção de subsídios e ao fisco: António Marques (ex-presidente) – que nega os crimes – , Nuno Martinho Martins, Raquel Vilaça, Rui Fernandes, Nuno Gomes e António Rocha.

“Aqueles arguidos, entre outros, lograram a fraudulenta obtenção de subsídios”, e cometeram crimes de burla “não descurando o recurso a fraudes fiscais, orientadas para a diminuição da matéria tributável e, consequentemente, do IRC a pagar”, diz o MP. O esquema passava pelo “universo de dez empresas da AIMinho, com troca de serviços fictícios e respetivos documentos contabilísticos.

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