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Braga

Braga acolhe 23 refugiados do Iraque e do Sudão

Ao abrigo de programa da ONU

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Foto: Ilustrativa / DR

Portugal recebeu mais 23 refugiados, provenientes da Turquia e do Egito, que chegaram na quinta-feira ao abrigo do Programa Voluntário de Reinstalação do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR), anunciou hoje o Governo. Ao todo são sete famílias do Iraque, do Sudão e do Sudão do Sul, que se encontravam na Turquia e no Egito e foram agora acolhidas em Braga.

Um comunicado conjunto dos gabinetes da ministra de Estado e da Presidência e do ministro da Administração Interna adianta que, até ao momento, chegaram a Portugal 530 pessoas no âmbito do Programa Voluntário de Reinstalação do ACNUR e da Comissão Europeia.

Dos 530 refugiados, 245 chegaram do Egito e 285 da Turquia.

“O acolhimento e a integração das pessoas refugiadas têm sido uma prioridade do Governo, num esforço contínuo que envolve Estado central e autarquias locais, bem como entidades públicas e privadas, e que tem sido reconhecido pelas Nações Unidas, pela Organização Internacional das Migrações, pela União Europeia e pelo Conselho da Europa”, adianta o comunicado.

Esta prioridade, acrescenta o Governo, “tem-se traduzido na participação ativa de Portugal no esforço europeu de acolhimento aos refugiados, através do apoio às propostas da Comissão Europeia no sentido da construção de uma política europeia de asilo comum, que seja assente nos princípios da responsabilidade e solidariedade, no respeito pela dignidade da pessoa humana e no combate ao tráfico de seres humanos”.

Braga

Estudantes da UMinho amontoados em corredor à entrada para testes

Universidade apela à responsabilidade da comunidade académica

Foto: DR

Imagens a que O MINHO teve acesso mostram dezenas de estudantes da Universidade do Minho (UM) sem distanciamento no corredor do Complexo Pedagócio 2, no campus de Gualtar, em Braga . Ao que O MINHO apurou, são alunos de dois cursos que esperavam a entrada nas respetivas salas para a realização de testes. A UM nota que o espaço está marcado e apela à responsabilidade dos estudantes – e restante comunidade académica – para cumprir as regras.

A situação registou-se na terça-feira, pelas 18:00, e as imagens foram captadas cerca de dez minutos antes do início dos exames. Um estudante, devidamente identificado por O MINHO, mas que pediu para manter o anonimato, critica o facto de terem sido marcados dois testes, de cursos diferentes, em simultâneo “para o mesmo corredor”, sendo “impossível manter o distanciamento”.

A mesma fonte acrescenta que, àquela hora, a “universidade estava vazia” e, portanto, o ajuntamento era evitável, podendo os testes terem sido marcados para outras salas.

“O local tem sinalética visível e adequada”

O MINHO teve acesso a um primeiro vídeo com o qual confrontou a UM. Posteriormente, já depois da resposta da academia, o nosso jornal teve acesso a um outro vídeo da mesma situação publicado na rede social Instagram. Tendo em conta esse primeiro vídeo, a universidade respondeu que “as imagens não são claras”, mas aponta que “o local tem sinalética visível e adequada que lembra as regras e indica o distanciamento entre todos os utilizadores”.

Nesse sentido, a UM , inclusivamente, enviou a O MINHO imagens do CP2 em que mostra toda a sinalização colocada para garantir o distanciamento social com vista a conter a propagação da pandemia (as quais reproduzimos de seguida).

Foto: UMinho

Foto: UMinho

Foto: UMinho

Foto: UMinho

Foto: UMinho

A UM apela, ainda, à responsabilidade da comunidade académica: “Para fazer face a esta pandemia a UMinho conta com a colaboração de todos os seus agentes de Saúde Pública, os estudantes, os professores, os trabalhadores, solicitando a todos e cada um que sejam responsáveis e zeladores pelo cumprimento das regras”.

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Braga

Delegado de saúde de Braga critica “onda de otimismo irritante” vivido a partir de maio

Covid-19

Foto: Divulgação / CM Braga (Arquivo)

O delegado de Saúde de Braga, Mário Freitas, criticou hoje a “onda de otimismo absolutamente irritante” que o país viveu a partir de maio, que, como disse, ajudou a criar “um mundo imaginário” em Portugal, “onde ia correr tudo bem”, referiu, falando numa videoconferência promovida pela Universidade do Minho.

Mário Freitas disse que o que está acontecer este mês “era previsível”, pelo que lhe custa a entender “esta reatividade tão lenta”, com “tanta demora na tomada de decisões”

“Neste momento, face ao número de mortos por covid-19, é como se todos os dias estivesse a cair um ‘airbus’ cheio de gente em Portugal. Se isso acontecesse, não fazíamos nada? Estamos a fazer o que consideramos adequado para cada momento mas a realidade ultrapassa-nos”, referiu.

Criticou igualmente a manutenção das escolas abertas, sublinhando que a discussão “maiores de 12 ou menores de 12 nem sequer deve ser colocada”.

A este propósito, questionou por que é que a opinião “de um ou dois especialistas vale mais do que a de todos os outros.

“Fechar tudo”

O assessor do Conselho Diretivo da Administração Regional de Saúde do Norte Óscar Felgueiras admitiu que a pandemia de covid-19 poderá ser “a maior tragédia” da história de Portugal e defendeu que é preciso “fechar tudo” para a combater.

Óscar Felgueiras, que é também professor do Departamento de Matemática da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto, defendeu que o “fechar tudo” deve também englobar as escolas.

“O que temos à nossa frente é, provavelmente, a maior tragédia dos últimos séculos, se é que possível encontrar na história do país algo semelhante ao que está e vai acontecer em termos da dimensão do número de óbitos”,

Para aquele especialista, o que vai acontecer nas próximas semanas será um “continuado” aumento de casos, de internamentos e de óbitos.

“Serão as semanas mais difíceis de sempre”, alertou.

Para “controlar os danos”, defendeu que Portugal deve seguir o exemplo da Irlanda, fechando tudo.

Tentar controlar os danos é o que podemos fazer, não os resta outra hipótese

“E é isso que vai ter de acontecer, não resta grande alternativa, estamos a enfrentar algo que não tivemos de enfrentar antes. Creio que é inevitável [fechar tudo], perante o que temos pela frente. Tudo o que for feito será pouco, é uma situação que não tem sequer comparação com a primeira ou a segunda vaga”, acrescentou.

Concretamente em relação às escolas, Óscar Felgueiras lembrou que já na semana passada defendeu o encerramento “pelo menos” a partir dos 12 anos.

“Neste momento, já não sei se é suficiente”, frisou.

A pandemia de covid-19 provocou, pelo menos, 2.058.226 mortos resultantes de mais de 96,1 milhões de casos de infeção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Em Portugal, morreram 9.465 pessoas dos 581.605 casos de infeção confirmados, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

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Braga

Vídeo mostra assaltante a furtar em loja de informática em Braga

Em São Victor

Foto: Cedida a O MINHO

A loja studionunosilva, em Braga, foi alvo de assalto na passada terça-feira, por volta das 21:00 horas, com as imagens a ficarem gravadas na videovigilância.

De acordo com Nuno Silva, empresário e proprietário da loja, o assaltante “já devia saber ao que ia”, apontando o furto de uma torre de computador especializada em ‘gaming’.

“A segurança nesta rua [José António Cruz] tem vindo a piorar ao longo dos últimos tempos. Já fomos assaltados em 2018, mas recentemente presenciei dois assaltos a outras lojas” na mesma rua, disse o proprietário a O MINHO.

Nuno Silva já apresentou queixa na PSP, apelando a um reforço policial naquela rua, sobretudo em tempo de confinamento onde circula menos gente na via pública.

Assegura ainda que, enquanto a polícia estava a registar a ocorrência na sua loja, o mesmo indivíduo estaria a assaltar outra loja na mesma rua, uma vez que disparou um alarme. No entanto, a polícia não conseguiu apanhar o ‘amigo do alheio’.

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