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País

Bombeiro de folga salva bebé em paragem cardiorrespiratória no NorteShopping

Em Matosinhos

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Foto via CMTV

Um bombeiro na corporação de Moreira da Maia salvou este sábado um bebé de 18 meses de morrer vítima de paragem cardiorrespiratória.

Rogério Moreira estava fora de serviço quando terá revertido a situação de paragem cardíaca da criança, aplicando a manobra de Heimlich, que consiste em desobstruir as vias respiratórias.

O bombeiro contou à CMTV que a criança entrou em paragem cardiorrespiratória depois de sofrer uma crise convulsiva com vómitos, dentro daquele estabelecimento comercial situado em Matosinhos.

Depois de ouvir “berros” e encontrar o bebé inconsciente, aplicou o suporte de vida, e a criança reagiu cerca de 30 segundos depois. “O sentimento é de missão cumprida”, disse o bombeiro à mesma fonte.

Este não foi o primeiro salvamento que Rogério Moreira, enfermeiro de profissão, efetuou. “Há uma clara falta de formação nesta área, que é essencial para saber como reagir nestes casos”, alertou.

O bebé, que ainda apresentou sintomas de febre, foi estabilizado no local e transportado para uma unidade hospitalar.

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País

“É preciso insistir e persistir nas políticas da natalidade”, diz Cristas

Presidente do CDS-PP

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Foto: DR / Arquivo

A presidente do CDS-PP defendeu na quinta-feira à noite, num debate organizado pelo partido, “políticas concertadas” e duradouras e que “é preciso insistir e persistir” no combate à baixa natalidade em Portugal.

Assunção Cristas participou num debate que juntou algumas dezenas de pessoas no auditório dos bombeiros de Paço de Arcos, Oeiras, distrito de Lisboa, integrado na pré-campanha para as legislativas de outubro, e que teve na assistência o presidente do município, Isaltino Morais.

A líder do CDS recordou que, quando entrou no partido, em 2007, um dos primeiros trabalhos que fez, no gabinete de estudos, foi sobre a natalidade, “numa altura em que ninguém falava do assunto”.

Desde então, houve “avanços e recuos”, a natalidade continua a ser um problema para o país, com cada vez menos nascimentos comparativamente com 1976, por exemplo, mas anotou uma diferença.

“Uma coisa mudou em 12 anos, é que o tema da natalidade está na agenda de todos os partidos políticos”, independentemente das soluções que cada força política propõe.

“O problema em Portugal é que não conseguimos acertar na receita, tem havido avanços e recuos”, mas “é preciso insistir e persistir”, afirmou.

Um dos recuos criticados por Cristas foi quanto ao quociente familiar, que considera todos os elementos do agregado familiar no apuramento do rendimento coletável em sede de IRS, aprovado pelo Governo PSD/CDS e que o executivo do PS substituiu depois de 2015.

Essa é uma proposta que os centristas colocaram no programa eleitoral para as legislativas, admitindo a líder centrista que, para aumentar a natalidade, “não há uma receita mágica”.

O quociente familiar existe em França e não foi posto em causa ao longo do tempo por nenhum Governo, fosse ele de direita ou de esquerda, disse.

O que tem de existir, defendeu, é um “mix” de medidas e de políticas que passam pela fiscalidade, pelo aumento da licença de parentalidade, alargando-a, se for essa a opção, aos avós, “uma proposta que é uma marca do CDS”.

O mais importante, afirmou a presidente dos centristas, “é que as pessoas sejam felizes e tenham os filhos que querem”.

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País

Catarina Martins pede “bancada forte e grande” para evitar “negociações pequeninas”

Comício em Lisboa

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Foto: DR / Arquivo

A coordenadora do BE, Catarina Martins, avisou hoje que “se alguns gostariam de fazer negociações pequeninas” depois destas eleições legislativas, “é com uma bancada forte e grande” dos bloquistas que “haverá força para fazer a diferença” que Portugal precisa.

Catarina Martins discursou no final de um comício dedicado aos jovens, no Capitólio, em Lisboa, no qual defendeu que o que pode fazer a diferença é a mudança em áreas como a habitação, educação, saúde, justiça, direitos das pessoas com deficiência “é um Bloco de Esquerda maior, uma bancada forte” na Assembleia da República, resultante das eleições legislativas de 06 de outubro.

“E se alguns gostariam de fazer negociações pequeninas, é com uma bancada forte e grande do Bloco de Esquerda que sabemos que haverá a força para fazer a diferença de que este país precisa, sem deixar nenhuma luta para trás”, avisou.

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António Costa diz que “aqueles que tiveram receio” podem agora ter “confiança” e votar no PS

Comício em Leiria

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Foto: DR / Arquivo

O secretário-geral do PS, António Costa, disse hoje num comício em Leiria que, quatro anos depois, “aqueles que tiveram receio em votar no PS”, podem agora fazê-lo com “confiança”.

Afirmando que esteve no mesmo local há quatro anos, o secretário-geral do PS recordou que, na altura, o “país vivia um momento de profunda tristeza e de muita descrença no seu futuro”.

“Mas podemos dizer mais: aqueles que há quatro anos tiveram receio em votar no PS sabem hoje que podem votar no PS com toda a confiança e com toda a convicção”, afirmou António Costa, adiantando que a “intranquilidade minava a esperança no dia a dia de cada português”.

“Havia uma enorme vontade de mudar, mas também o medo de mudar, a incerteza do que é que poderia acontecer. Hoje, quatro anos depois há uma coisa que todos sabem: hoje vivemos todos melhor em Portugal e ninguém tem dúvidas que a mudança valeu a pena”, destacou.

Durante um comício com o cabeça-de-lista por Leiria às eleições legislativas, Raul Castro, o secretário-geral socialista afirmou que é uma “honra” ter um cidadão “independente” a encabeçar a lista do PS à Assembleia da República.

“Temos muito orgulho no nosso partido e nos nossos militantes. Mas, o PS sabe desde a sua fundação, porque está no seu ADN e no grande legado que nos deixou Mário soares que nunca se faz nada sozinho. O PS sempre foi um partido aberto aos outros, do consenso, que procura construir pontes e unir vontades e mobilizar energias”, disse António Costa.

“Sabemos bem que com mais ou menos votos, é com todos os portugueses que se constrói o país”, afirmou.

O líder socialista apelou ainda para uma “grande mobilização” para “passar a palavra” de que é “necessário dar força ao PS”, para que possa “continuar a mudança” que iniciou há quatro anos, “para prosseguir as boas políticas que deram estes bons resultados”.

“E, com mais força, poder fazer ainda mais e ainda melhor, continuar a crescer, criar emprego, combater as desigualdades e melhorar os serviços públicos”, prometeu.

O líder do PS lembrou também que já foi cabeça-de-lista por Leiria, lamentando que quando chegou ao governo, alguns dos problemas continuavam por resolver.

Por isso, referiu que pegou em “alguns projetos fundamentais” para o distrito de Leiria, nomeadamente a eletrificação da linha do Oeste e a abertura da Base Aérea de Monte Real ao tráfego civil.

António Costa revelou que depois do dia em que o papa Francisco aterrou na base, para celebrar o Centenário de Fátima, que conversou com Raul Castro, então presidente da Câmara de Leiria, e com o chefe de Estado Maior da Força Aérea da altura.

“Ao longo deste tempo foi sendo feito o trabalho de formiguinha para ir identificando problemas e encontrando soluções, procurando sempre alternativas para garantir algo que é justo, que é necessário e que faz sentido, que é permitir que na Base Área de Monte Real seja possível o tráfego civil para servir Leiria e esta região”, disse.

O secretário-geral destacou ainda a “importância” do Politécnico de Leiria, “um exemplo para todo o país”, desafiando a ser o “primeiro” a atribuir o grau de doutor”.

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