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Esposende

Bibliotecas chegam a quatro praias de Esposende

18 mil pessoas usufruem, por ano, destas estruturas

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Foto: CM Esposende

Quatro bibliotecas de praia já estão a funcionar em Esposende, disponibilizando livros e jornais até ao dia 1 de setembro. Uma iniciativa que leva 23 anos e onde parte do acervo da Biblioteca Municipal é disponibilizado aos
veraneantes que frequentam as praias do concelho.

As bibliotecas estão disponíveis nas praias de Cepães (Marinhas), Suave Mar (Esposende), Ofir (Fão) e Apúlia, funcionando diariamente, das 10:00 às 13:00 e das 14:00 às 18:00.

Nestes espaços são disponibilizados livros de diversos géneros, jornais, revistas de informação, cultura, viagens, saúde e desporto, para leitura na esplanada ou requisição domiciliária. Os veraneantes têm igualmente à disposição diversas publicações do Município, podendo ainda consultar informação turística sobre o concelho de Esposende.

Com uma frequência média anual de 18 mil utilizadores, o projeto das Bibliotecas de Praia é totalmente suportado pelo Município de Esposende e conta, ao nível dos recursos humanos, com a colaboração dos bolseiros no âmbito do serviço cívico/comunitário que prestam ao abrigo da atribuição de Bolsas de Estudo a Estudantes do Ensino Superior.

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Cávado

Esta procissão em Esposende vai ser património imaterial

Procissão aos Enfermos, em Belinho

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Foto: Esposende Serviços TV

“O Município de Esposende pretende criar uma identidade territorial em torno da cultura, diferenciadora em relação aos demais municípios da região e do país.”

A afirmação do presidente da Câmara de Esposende, Benjamim Pereira foi proferida na apresentação da candidatura ao Minho Inovação, Estratégia de Eficiência Coletiva, Aldeias de Portugal e que tem como fundamento sociológico a Procissão aos Enfermos, em Belinho.

Benjamim Pereira suportou a ideia da aposta na cultura, no forte investimento municipal feito nessa área, sejam patrimónios materiais ou imateriais.

“Fazemos todos os possíveis para melhorar as condições de vida das pessoas, mas também conferimos grande importância à dimensão cultural, enquanto preservação de tradições e crescimento coletivo da população”, afirmou Benjamim Pereira.

O trabalho sociológico que está na génese do projeto estará a cargo do investigador Álvaro Campelo que recolherá depoimentos e material que vinca a profunda adesão popular à realização dos tapetes floridos que acolhem a passagem da Procissão aos Enfermos.

A vereadora com o pelouro da Cultura, Angélica Cruz desafiou a população a “participar no projeto, sentindo como um veículo para perpetuar uma tradição profundamente enraizada na comunidade de Belinho”.

“O Município de Esposende escolheu Belinho para integrar este projeto, porque é a aldeia que mais se aproxima dos objetivos estratégicos da ação”, vincou Angélica Cruz.

Por seu turno, Álvaro Campelo disse que o projeto pretende ser “um estudo histórico, uma interpretação antropológica e teológica sobre um património que reflete o pensar do mundo, neste caso, a visão religiosa”.

De resto, este investigador já desenvolveu idêntico trabalho sobre o Banho Santo de S. Bartolomeu do Mar, cuja candidatura a património imaterial está concluída e aguarda decisão e prepara-se para desenvolver um estudo sobre o trabalho em junco de Forjães.

Quase centenária, a Procissão aos Enfermos começou por marcar o fim da quarentena decorrente da peste, em 1922. Agora, realiza-se no domingo a seguir à Páscoa e adquire particular significado religioso, com a comunhão a chegar àqueles que se encontram acamados.

Por isso, quer o arcipreste de Esposende, Delfim Fernandes, quer o pároco de Belinho, José Ledo, entendem este trabalho como “fundamental para não se perderem referências e preservação da tradição”.

Este património imaterial com valor ímpar tem cativado cada vez mais atenções, não só em Portugal, como no estrangeiro. Ainda recentemente, em Bueu, Pontevedra, Espanha, os tapetes em flor de Belinho mereceram honras de destaque, no encontro internacional de “alfombras” que aí se realiza.

Esta postura enquadra-se nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030, da Organização das Nações Unidas.

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Esposende

ASAE apreende várias munições que estavam à venda na Internet em Esposende

No âmbito de um inquérito crime em investigação relacionado com tráfico de armas

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Foto: DR/Arquivo

A Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) apreendeu várias munições na sequência de uma operação de fiscalização direcionada para o combate à venda de armas através da internet, foi hoje anunciado.

Em comunicado, a ASAE adianta terem sido apreendidas 88 munições de calibre de 9 mm, 50 munições de calibre 22 mm, 5 munições de guerra. Além das munições, desta operação resultou ainda a apreensão pelas autoridades de um computador portátil, um telemóvel e 1.675 euros em numerário, num valor total de 2.800 euros

Esta operação, que decorreu em Esposende, foi desenvolvida no âmbito de um inquérito crime em investigação relacionado com tráfico de armas, com os agentes da ASAE a cumprirem um mandado de busca domiciliário e dois mandados não domiciliários.

Na execução dos mandados, a ASAE teve a colaboração pericial do Departamento de Armas e Explosivos da PSP.

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Cávado

‘Stand’ de automóveis em Esposende acusado de fraude fiscal

Fraude no IVA

em

Foto: DR / Arquivo

O Ministério Público (MP) acusou de fraude fiscal qualificada os gerentes de uma sociedade comercial de Esposende ligada à compra, venda e aluguer de automóveis, por alegada fuga ao IVA, anunciou hoje a Procuradoria-Geral Distrital do Porto.

Em nota hoje publicada na sua página, aquela procuradoria acrescenta que a sociedade responde pelo mesmo crime.

O MP considerou indiciado que a arguida e o arguido “giravam” em Esposende, no âmbito da sociedade comercial, um negócio de compra, venda e aluguer de veículos automóveis e que, no âmbito desse giro, adquiriram, intracomunitariamente, em 2014, 2015 e 2016, veículos automóveis.

Alguns dos veículos eram legalizados junto da Alfândega “como se tivessem sido adquiridos por terceiros, não declarando as aquisições em território nacional para efeito de IVA e, posteriormente, não declarando nem entregando à Administração Tributária o IVA cobrado por ocasião da venda dos veículos em Portugal”.

Segundo o MP, com este comportamento os arguidos conseguiram obter para a sociedade comercial uma vantagem patrimonial “ilegítima” superior a 232 mil euros, “à custa dos interesses do Estado em sede de IVA”.

O MP pediu que os três arguidos sejam condenados solidariamente a pagar ao Estado aquele montante, “por corresponder a vantagem de atividade criminosa, sem prejuízo da satisfação dos direitos patrimoniais do Estado por outra via”.

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