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Região

Barras de Caminha, Âncora e Esposende fechadas

Devido à agitação marítima

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Foto: DR/Arquivo

Sete barras marítimas de Portugal continental estão hoje fechadas à navegação e outras duas estão condicionadas devido à agitação marítima forte, segundo a Autoridade Marítima Nacional (AMN).

De acordo com a Marinha, estão fechadas as barras de Caminha, Vila Praia de Âncora e Esposende, no Minho, Póvoa do Varzim, Vila do Conde, São Martinho do Porto e Ericeira.

As barras de Aveiro e da Figueira da Foz estão fechadas a embarcações de comprimento inferior a 15 e 11 metros, respetivamente.

O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) prevê para hoje na Costa Ocidental ondas de noroeste com 2 a 3 metros e na Costa Sul ondas de sudoeste com 1 metro.

Quanto ao estado do tempo, o IPMA prevê para hoje no continente céu em geral muito nublado, sendo em especial por nuvens altas nas regiões Centro e Sul e períodos de chuva fraca ou chuvisco no Minho e Douro Litoral até meio da tarde.

A previsão aponta também para vento fraco, soprando fraco a moderado do quadrante sul no litoral a norte do Cabo Carvoeiro, e sendo moderado nas terras altas, em especial do Norte e Centro, até ao final da manhã e a partir do final da tarde.

Está ainda prevista neblina ou nevoeiro matinal, podendo persistir ao longo do dia em alguns locais.

As temperaturas mínimas no continente vão oscilar entre os 05 graus Celsius (na Guarda) e os 12 (no Porto e em Viana do Castelo) e as máximas entre os 11 graus (na Guarda) e os 20 (em Faro).

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Região

Oficial: 213 infetados em Braga e 35 em Barcelos. Há 505 casos confirmados no Minho

Covid-19

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Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO (Arquivo)

O boletim epidemiológico da Direção-Geral de Saúde desta segunda-feira vem com os números aproximados daquilo que são os casos fidedignos de infeções por Covid-19 discriminados por concelho.

Os números correspondem aos dados recolhidos até as 00:00 de segunda-feira e podem comportar apenas cerca de 75% dos casos reais. Em todo o Minho, estão confirmados 505 casos de infeção.

Braga, com 213 casos confirmados, Guimarães com 75 e Famalicão com 71 são os concelhos da região mais atingidos pela pandemia.

Fonte: DGS

Segue-se o concelho de Viana do Castelo com 36, Barcelos com 35, Vila Verde com 15, Póvoa de Lanhoso com 12, Arcos de Valdevez e Amares com 9 e Esposende com 8, Fafe com 6, Vizela e Ponte de Lima com 5. Caminha regista 3 (menos dois que ontem). Vieira do Minho entra pela primeira vez na lista, com 3 casos confirmados.

Os restantes concelhos minhotos registam menos de 3 casos, alguns ainda sem infetados, e não constam no relatório por “motivos de confidencialidade”.

140 mortos e 6.408 infetados em todo o país

Portugal regista hoje 140 mortes associadas à covid-19, mais 21 do que no domingo, e 6.408 infetados (mais 446), segundo o boletim epidemiológico divulgado pela Direção-Geral da Saúde (DGS).

Fonte: DGS

O relatório da situação epidemiológica em Portugal, com dados atualizados até às 00:00 de segunda-feira, indica que a região Norte é a que regista o maior número de mortes (74), seguida da região Centro (34), da região de Lisboa e Vale do Tejo, com 30 óbitos, e do Algarve, que hoje regista dois mortos.

Relativamente a domingo, em que se registavam 119 mortes, hoje observou-se um aumento de 17,6% (mais 21).

De acordo com dados da DGS, há 6.408 casos confirmados, mais 446 (um aumento de 7,48%), face a domingo.

Das 140 mortes registadas, 85 tinham mais de 80 anos, 31 tinham idades entre os 70 e os 79 anos, 16 entre os 60 e os 69 anos, seis entre os 50 e os 59 anos e dois óbitos entre os 40 aos 49 anos.

Os dados da DGS, que se referem a 75% dos casos confirmados, precisam que o Porto é o concelho que regista o maior número de casos de infeção pelo coronavírus SARSCov2 (941), seguida de Lisboa (633 casos), Vila Nova de Gaia (344), Maia (313, Matosinhos (295), Gondomar (276) e Ovar (241).

Desde o dia 01 de janeiro, registaram-se 44.206 casos suspeitos, dos quais 4.845 aguardam resultado das análises.

O boletim epidemiológico indica também que há 32.953 casos em que o resultado dos testes foi negativo e que 43 doentes recuperaram.

Das 6.408 pessoas infetadas pelo novo coronavírus (SARS-CoV-2), a grande maioria (5.837) está a recuperar em casa, 571 (mais 85, +17,4%) estão internadas, 164 (mais 26, +18,8%) dos quais em Unidades de Cuidados Intensivos.

A região Norte continua a registar o maior número de infeções, totalizando 3.801, seguida da região de Lisboa e Vale do Tejo, com 1.577 casos, da região Centro (784), do Algarve (116) e do Alentejo, que hoje apresenta 45 casos.

Há ainda 41 pessoas infetadas com covid-19 nos Açores e 44 na Madeira.

A DGS regista ainda 11.482 contactos em vigilância pelas autoridades (menos 6.303).

A faixa etária mais afetada é a dos 40 aos 49 anos (1.210), seguida dos 50 aos 59 anos (1.150), dos 30 aos 39 anos (965) e dos 60 aos 69 anos (901).

Há ainda 71 casos de crianças com idades até aos nove anos, 149 de jovens com idades entre os 10 e os 19 anos e 637 com idades entre os 20 e os 29 anos.

Os dados indicam também que há 668 casos de pessoas com idades entre os 70 e os 79 anos e 657 com mais de 80 anos.

Segundo o relatório da DGS, 128 casos resultam da importação do vírus de Espanha, 93 de França, 41 do Reino Unido, 28 de Itália, 24 da Suíça, 21 dos Emirados Árabes Unidos, 13 de Andorra, 10 do Brasil, oito Países Baixos, sete da Alemanha, seis da Bélgica, cinco da Argentina, cinco dos EUA, quatro da Áustria, quatro em Cabo Verde e quatro no Canadá.

O boletim dá ainda conta de três casos importados da Índia e outros três de Israel e dois casos do Egito, dois da Irlanda e outros dois da Jamaica.

Foram ainda importados um caso da Áustria/Alemanha, Austrália, Chile, Cuba, Dinamarca, Indonésia, Irão, Luxemburgo, Malta, Maldivas, Noruega, Paquistão, Polónia, Qatar, República Checa, Tailândia, Venezuela e Ucrânia.

Segundo a DGS, 61% dos doentes positivos ao novo coronavírus apresentam como sintomas tosse, 51% febre, 35% dores musculares, 29% cefaleias, 24% fraqueza generalizada e 19% dificuldade respiratória. Esta informação refere-se a 79% dos casos.

A covid-19, causada pelo novo coronavírus SARS-CoV-2, é uma infeção respiratória aguda que pode desencadear uma pneumonia.

Portugal, onde o primeiro caso foi confirmado a 02 de março e que está em estado de emergência até quinta-feira, entrou já na terceira e mais grave fase de resposta à doença (Fase de Mitigação), ativada quando há transmissão local, em ambiente fechado, e/ou transmissão comunitária.

Detetado em dezembro de 2019, na China, o novo coronavírus já infetou mais de 727 mil pessoas em todo o mundo, das quais morreram perto de 35 mil.

Dos casos de infeção, pelo menos 142.300 são considerados curados.

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Braga

Este santuário rupestre na Póvoa de Lanhoso já é sítio de interesse público

Santuário Rupestre de Garfe

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Foto: DR / Arquivo

O Santuário Rupestre de Garfe, no lugar da Pena, na Póvoa de Lanhoso, foi classificado como “sítio de interesse público” devido ao seu “testemunho simbólico ou religioso” e ao “valor estético técnico”.

Segundo a portaria de classificação publicada hoje em Diário da República, aquele santuário, situado na margem esquerda do rio Ave, tem uma tipologia que “cedo permitiu associá-lo a outros espaços sagrados conhecidos, localizados em geral em afloramentos rochosos e dedicados a divindades indígenas, de que o Santuário de Panóias, na União das Freguesias de Constantim e Vale de Nogueiras, do concelho de Vila Real, é o mais conhecido testemunho”.

A portaria, datada de 5 de março e assinada pela secretária de Estado Adjunta e do Património Cultural, Ângela Carvalho Ferreira, destaca o “caráter matricial do bem”, o seu interesse como “testemunho simbólico ou religioso (…), como testemunho notável de vivências ou factos históricos”, bem como o seu valor estético, técnico e material intrínseco, a sua conceção arquitetónica e paisagística, a sua extensão e ao que nela se reflete do ponto de vista da memória coletiva”.

A “sua importância do ponto de vista da investigação histórica ou científica” é também referida.

O Santuário Rupestre de Garfe é descrito como estando “implantado num afloramento granítico de forma circular, sendo constituído por três tanques escavados no topo da rocha. O maior deles em forma de ‘T’ e os dois restantes retangulares, um dos quais dispondo-se paralelamente ao primeiro e o segundo perpendicular a ambos”.

Com aquela classificação, “toda a área classificada é considerada área de sensibilidade arqueológica (ASA)”, na qual “devem ser realizadas sondagens arqueológicas prévias e acompanhamento arqueológico sempre que esteja prevista qualquer ação que implique o revolvimento do solo”.

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Guimarães

Junta de freguesia angaria viseiras e máscaras para instituições de Guimarães

Covid-19

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Foto: Divulgação

O Grupo de Apoio Social na Margem do Ave (GASMAVE), uma associação da União de Freguesias de Briteiros Santo Estévão e Donim, no concelho de Guimarães, angariou viseiras e máscaras junto de empresas da região para proteger instituições do concelho.

Em nota enviada à imprensa, a autarquia revela que foram várias as empresas “parceiras” que se disponibilizaram para que o material fosse angariado e cedido a instituições como o Centro de Saúde das Taipas e Briteiros, o Lar de Donim da Misericórdia de Guimarães, a APCG e a Poberello.

“Desta forma a GASMAVE procura continuar o seu contributo para o esforço coletivo de combate à pandemia do novo coronavírus, uma iniciativa só possível pela parceria de empresas como a Embalacut”, refere a mesma nota.

O concelho de Guimarães é o segundo mais afetado pela pandemia Covid-19 na região do Minho, com 70 casos já confirmados oficialmente pela Direção-Geral de Saúde, no boletim de domingo.

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