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Barcelos

Dulce Pontes, Agir, Blaya, Tito Paris e Toy na Festa das Cruzes em Barcelos

Câmara anunciou descontos na CP no comboio regional e inter-regional

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Foto: DR

O presidente da Câmara Municipal de Barcelos, Miguel Costa Gomes, deu esta sexta-feira a conhecer os principais destaques da Festa das Cruzes 2019, na cerimónia de apresentação que decorreu no Jardim das Barrocas.


A primeira grande romaria do Minho, que decorre entre 25 de abril e 06 de maio, apresenta Dulce Pontes, Agir e Blaya como cabeças de cartaz, mas nomes como Tito Paris, Toy, Daniel Pereira Cristo e Rão Kyao também passarão pela Frente Ribeirinha, que este ano é o palco principal.

Miguel Costa Gomes referiu, na sua intervenção, que a Festa das Cruzes é “uma festa de Barcelos, para Barcelos e para o mundo, onde o religioso e o profano se mesclam de forma harmoniosa”, dando particular destaque aos feriados 1 e 3 de maio que são os pontos altos.

O Provedor da Real Irmandade do Senhor da Cruz, Pedro Ferreira, anunciou que este ano vão tentar “trazer para dentro da igreja um pouco da festividade que existe no exterior”.

Uma das grandes novidades desta edição é o regresso do Fogo Preso (dia 02 de maio), espetáculo pirotécnico que se junta ao fogo de artifício do dia 25 de Abril, ao Fogo da Ponte (27), ao Espetáculo Piromusical (30) e ao Fogo do Rio (3 de maio).

Este ano, continua a parceria com a CP – Comboios de Portugal, em que todos aqueles que quiserem visitar Barcelos, nos dias 01 e 03 de maio, têm um desconto de 30% no comboio regional e inter-regional.

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Barcelos

Jovem de Barcelos diz que matou pai à machadada para acabar com inferno em casa

Justiça

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Foto: Ivo Borges / Arquivo

Um jovem de 17 anos acusado de matar o pai à machadada em Pereira, Barcelos, confessou hoje o crime, explicando que o seu objetivo foi acabar com o “inferno” criado em casa pelo progenitor.

No início do julgamento, no Tribunal de Braga, num depoimento confuso e marcado por crises de choro, o arguido disse que o pai andava constantemente embriagado, discutia recorrentemente com a mãe sobretudo por questões de dinheiro e que a insultava “quase todos os dias”.

Além disso, admitiu também que ficava “intimidado” com os “toques” que o pai “de vez em quando” lhe dava nas costas, nos ombros e nas virilhas, atribuindo-lhes um cariz sexual.

O homicídio ocorreu em 26 de julho de 2019, um dia depois de a vítima ter regressado de França, onde estivera emigrado desde janeiro.

“Foram os melhores momentos das nossas vidas”, disse o arguido, referindo-se ao período em que o pai não esteve em casa.

Mal chegou, as discussões com a mãe voltaram, tendo a vítima ainda deixado claro que a partir dali “ainda ia ser pior”.

No dia dos factos, ao almoço, o pai voltou a insultar a mãe do arguido.

A mãe foi entretanto trabalhar e o pai foi “dormitar”, para o quarto.

O arguido foi buscar uma machada e desferiu-lhe um número não concretamente apurado de golpes, que o atingiram, além do mais, na cabeça, face, peito, membros e órgãos genitais, acabando por lhe provocar a morte.

A acusação, como hoje sublinhou a juiz presidente, tem cinco páginas com as lesões sofridas pela vítima.

O arguido deixou a machada espetada na cabeça do pai.

“Atuou com frieza de ânimo, aproveitando-se do facto de o seu pai estar deitado a descansar e alheio aos seus intentos, não lhe dando hipótese de qualquer defesa”, sublinha a acusação.

O arguido disse que nunca antes tinha pensado em fazer aquilo e alegou que não se lembra em que partes do corpo atingiu o pai.

“Só sei que fiz isto”, referiu, acrescentando ainda que quis “proteger” a mãe.

Hoje, o tribunal ouviu também a mãe do arguido, que disse ter vivido “muito aterrorizada” com o comportamento do marido e que o filho “tinha sempre muito medo do pai”.

“Até hoje ainda não acredito que o meu filho tenha feito aquilo. Ele morria de medo de objetos que cortassem. Teve de acontecer alguma coisa de muito grave, mas ele nunca me contou, porque é muito fechado, muito reservado”, referiu.

Em relação ao período em que o marido esteve emigrado, disse que “foram quatro meses como nunca tinha tido na vida”.

Disse ainda que o filho “sempre foi muito apegado” a ela, tanto que ainda hoje dormem na mesma cama.

O arguido, que à data dos factos tinha 16 anos, está acusado de homicídio qualificado, um crime punível com até 25 anos de prisão.

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Barcelos

JOM abre nova loja em Barcelos no fim do verão e aceita candidaturas

Economia

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Foto: Pedro Luís Silva / O MINHO

A JOM, cadeia portuguesa de artigos para o lar, está a construir uma nova loja em Barcelos.

Tendo já uma loja naquele concelho, na freguesia de Adães, a cerca de seis quilómetros da cidade, a nova unidade trará, no entanto, uma maior centralidade à marca.

Foto: Pedro Luís Silva / O MINHO

A nova loja está a ser construída em Arcozelo, junto à circular urbana, num terreno localizado entre a Rua Pedro Álvares Cabral e a Rua das Calçadas, uma localização próxima do centro de Barcelos.

A JOM adiantou a O MINHO que “a abertura da nova loja em Barcelos está prevista para o final de setembro/início de outubro, sendo a data oficial comunicada em breve”.

A abertura de nova loja pode representar também oportunidades de emprego.

“A JOM está em crescimento e estamos sempre abertos à captação de novos colaboradores que se identifiquem com os valores da nossa organização”, refere a empresa na resposta enviada a O MINHO, acrescentando que “os interessados poderão enviar a sua candidatura para [email protected]”.

Foto: Pedro Luís Silva / O MINHO

A JOM é uma empresa 100% portuguesa com mais de 20 anos no mercado que tem como base “um conceito diferente e inovador de reunir no mesmo espaço” vários artigos para o lar.

“Nas nossas lojas dispomos de um variado leque de móveis, sofás, eletrodomésticos, decoração, iluminação, utilidades e têxteis-lar. O nosso objetivo é oferecer uma variedade de soluções para diferentes gostos, estilos e tendências, desde as linhas mais modernas e de vanguarda, até aos clássicos e rústicos sempre intemporais”, descreve a empresa.

A JOM está representada em 23 cidades do país, entre as quais Viana do Castelo, Guimarães e Braga.

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Barcelos

Reabertura gradual das unidades de saúde de Barcelos e Esposende quase concluída

ACES Cávado III

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Foto: CM Esposende

Já quase todas as unidades de saúde de Barcelos e Esposende reabriram, num processo gradual que, como O MINHO noticiou, iniciou-se no passado dia 29 de junho com a USF Calécia, em Macieira de Rates, e as consultas de dentista na USF S. Brás, em Barcelos, ambas no concelho de Barcelos.

Entretanto, nos últimos dias, já foram reabertas as de Fragoso, Carapeços, Vila Cova e Lijó, no concelho de Barcelos, e a de Fão, em Esposende.

Por reabrir, permanecem as unidades de Sequeade e Lama, no concelho de Barcelos, as quais estão dependentes de obras nos respetivos edifícios, prevendo-se que estejam concluídas dentro de duas semanas.

Unidades de saúde em Barcelos e Esposende já começaram a abrir

Os polos de Belinho (USF Farol), de Forjães (USF Esposende Norte) e de Apúlia (UCSP Apúlia / Fão) encontram-se “em análise”, podendo a sua reabertura ser determinada a qualquer momento.

Em declarações a O MINHO, o diretor do ACES Cávado III Barcelos / Esposende faz um balanço muito positivo da reabertura dos serviços.

“Está tudo a funcionar e toda a gente está a cumprir as regras sanitárias e as indicações para marcarem consulta antes de comparecerem nas unidades de saúde”, vinca Fernando Ferreira.

Recorde-se que o ACES Cávado III tem sensibilizado os utentes para não aparecerem nos centros de saúde sem agendamento prévio de consulta.

Mensagem enviada a utentes do ACES Cávado III

Através da ARS – Norte chegou mesmo a ser enviada SMS a todos os utentes, divulgando os contatos – telefone e e-mail – através dos quais o utente pode agendar a sua consulta.

O objetivo desta medida, salienta Fernando Ferreira, é que as pessoas estejam o mínimo de tempo possível em espera nas unidades de saúde e, assim, reduzir o risco de contágio.

Depois de um período em que os serviços tiveram que ser reorganizados por causa da pandemia, as unidades de saúde do ACES Cávado III voltaram a reabrir, de forma gradual, conforme foram criadas condições de segurança para os profissionais e utentes.

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