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Região

Aviso amarelo em Esposende, Viana e Caminha: ‘Clement’ traz ondas até 5 metros

Mau tempo

em

Foto: Ilustrativa / DR

Os distritos de Braga e de Viana do Castelo estão sob aviso amarelo face à passagem da depressão ‘Clement’, que se formou a Noroeste da Península Ibérica e que está a agitar o mar da costa portuguesa.

Em comunicado, o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) anuncia a perspectiva de muita agitação marítima com ondas a chegarem aos cinco metros de altura na costa minhota. Esse aviso é válido, para já, entre as 12:00 horas e as 18:00 deste domingo.

Já o arquipélago da Madeira encontra-se hoje sobre aviso laranja para agitação marítima, vento forte e chuva devido à depressão ‘Clement’, indicou o Serviço Regional de Proteção Civil, alertando que os efeitos da tempestade vão prolongar-se até quarta-feira.

Neste período, estão previstos aguaceiros por vezes fortes, acompanhados de trovoada, bem como vento de sudoeste com rajadas que podem atingir os 115 quilómetros/hora nas zonas altas.

No mar, as ondas podem atingir uma altura máxima de 12 metros na costa norte e de oito metros na costa sul.

De acordo com o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), a depressão ‘Clement’ formou-se durante o dia 27 de novembro a noroeste da Península Ibérica e os seus efeitos serão sentidos essencialmente no arquipélago da Madeira, prevendo-se o agravamento das condições meteorológicas a partir da tarde de hoje.

Na sequência do aviso de mau tempo, a Capitania do Porto do Funchal emitiu hoje um comunicado, em que recomenda que os proprietários ou armadores das embarcações tomem as devidas precauções para que estas permaneçam nos portos de abrigo.

Ave

Motociclista ferido após acidente em Famalicão

Em Calendário

Foto: BV Famalicão / Facebook

Um motociclista, com cerca de 30 anos, sofreu ferimentos na sequência de uma colisão, esta manhã, no concelho de Famalicão, apurou O MINHO junto de fonte dos bombeiros.

A colisão, entre o motociclo e uma viatura ligeira, ocorreu em Calendário, na Estrada Nacional 14. Um bombeiro ‘à civil’ da corporação dos Bombeiros de Famalicão prestou primeira assistência, até chegada dos Bombeiros Famalicenses.

Apesar do aparato, o motociclista sofreu apenas ferimentos ligeiros, sendo transportado pelos Famalicenses para a unidade hospitalar local.

A PSP registou a ocorrência.

 

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Região

Barras de Caminha, Âncora e Esposende continuam encerradas à navegação

Agitação marítima

Foto: DR

Seis barras marítimas estão fechadas a toda a navegação e quatro condicionadas, devido à previsão de mau tempo da costa ocidental, de acordo com a informação na página da Autoridade Marítima Nacional (AMN).

Segundo a AMN, encontram-se fechadas a toda a navegação as barras do porto de Caminha, Vila Praia de Âncora, Esposende, Póvoa de Varzim, Vila do Conde e Cascais.

A barra do Porto de Viana do Castelo está condicionada a embarcações de comprimento inferior a 12 metros, a de Aveiro a embarcações de comprimento inferior a 15 metros, ao passo que as do Douro e Figueira da Foz estão têm condicionadas as entradas a embarcações de comprimento inferior a 35 metros.

As restantes 37 barras do país estão abertas à navegação.

O Instituto Português do Mar da Atmosfera (IPMA) prevê para hoje precipitação, sobretudo no Minho e Douro Litoral no final do dia, vento por vezes forte e com rajadas nas terras altas.

Em geral, o céu vai estar muito nublado, sendo esperados períodos de chuva ou aguaceiros, possibilidade de queda de neve acima de 1.200 metros de altitude.

Em Lisboa, o céu deverá manter-se muito nublado, e são esperados períodos de chuva ou aguaceiros fracos, mais frequentes a partir da tarde, vento fraco a moderado, mas por vezes forte junto ao Cabo Raso no final do dia.

A previsão para o Porto é semelhante, com céu muito nublado, aguaceiros fracos, que passam a períodos de chuva a partir da tarde, e vento fraco a moderado, que será por vezes forte junto à faixa costeira no final do dia.

Quanto ao estado do mar, o IPMA prevê ondas de noroeste com três a quatro metros, na costa ocidental, que gradualmente deverão baixar para 2,5 a três metros.

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Barcelos

Protesto pacífico com mais de cem pessoas apelou à abstenção em freguesia de Barcelos

Couto de Cambeses

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Mais de uma centena de pessoas concentram-se hoje junto à sede da Junta de Cambeses, em Barcelos, para apelar à abstenção nas eleições presidenciais, num protesto pacífico contra a falta de saneamento na freguesia.

“Acima de tudo, a ideia é mediatizar a questão da falta de saneamento em Cambeses, para ver se alguém finalmente se lembra de nós e faz a ligação ao saneamento. Doze anos à espera parece-nos demasiado tempo”, disse à Lusa José Campos, um dos dinamizadores do protesto nesta freguesia.

Segundo José Campos, o protesto de hoje traduz-se num apelo ao “não voto”.

“Gostávamos que ninguém viesse votar, mas não impedimos ninguém de o fazer. Quem quiser votar, vota, naturalmente. O que nós queremos é deixar aqui o nosso apelo, o nosso alerta para a falta de saneamento e para tudo o que isso acarreta, até em termos de saúde pública”, acrescentou.

José Campos explicou que em 2008 foram instaladas, na freguesia, as redes de água e saneamento.

Os moradores, acrescentou, “foram obrigados” a fazer a ligação à rede de água.

No entanto, a rede de saneamento “nunca foi ligada”, pelo que as águas residuais “são despejadas para a via pública e coletores de águas pluviais que vão parar ao rio”.

“Cheira mal na freguesia e é um atentado à saúde pública”, refere um documento distribuído pelos organizadores do protesto.

O presidente da Junta de Cambeses, Agostinho Silva, disse à Lusa que a autarquia “está fora do protesto”, mas sublinhou que, “como cidadão”, comunga inteiramente da reivindicação do saneamento.

“É um problema muito grave, espero que todos juntos possamos trabalhar para o ultrapassar”, referiu.

Disse ainda que até cerca das 11:00 a adesão ao voto estava a ser “muito fraca”.

O presidente da Câmara de Barcelos, Miguel Costa Gomes, já disse que a questão do saneamento em Cambeses “está dependente” da construção de uma estação de tratamento de águas residuais (ETAR) em Cristelo.

O autarca socialista manifestou-se esperançado de que a obra seja financiada pelo Programa Operacional Sustentabilidade e Eficiência no Uso de Recursos (POSEUR).

“Se não for possível, temos de arranjar uma forma”, acrescentou.

Quanto ao protesto de hoje, Costa Gomes disse compreender a vontade da população em dispor de uma rede de saneamento, mas frisou que “não vai ser o boicote que vai alterar a situação atual”.

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