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Braga

António Salvador desistiu de queixa por difamação contra o “Camião do fraque”

Processo contra Domingos Correia

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Foto: DR / Arquivo

Houve acordo! O gestor e presidente do SC Braga, António Salvador desistiu, esta manhã, no Tribunal de Braga da queixa-crime que apresentara contra Domingos Correia, seu antigo sócio numa empresa em Moçambique. O acordo entre as partes, cujo teor se desconhece, fez  com que o julgamento agendado para hoje se não realizasse.

António Salvador e familiares desistiram, também, de dois pedidos de indemnização, no valor aproximado de 180 mil euros, um de 100 e outro de 80 mil. O processo tinha como assistente o SC Braga de que Salvador é presidente.

Domingos Correia estava acusado por ter posto a andar na cidade, um camião do fraque com os dizeres “Caloteiro! Paga o que deves!”. O camião estacionou à porta do estádio, em dia de jogo do SC Braga, e, nos dias seguintes, uma carrinha com os mesmos dizeres parou  em frente à casa de Salvador e seguiu a mulher. Uma alegada  “intimidação e difamação” e “ofensa à família”, que originou a queixa  de Salvador.

Recorde-se que, e conforme o MINHO noticiou, em dezembro, Salvador recebeu, do Tribunal de Famalicão, uma segunda sentença desfavorável por dívidas a Correia. E a conta a pagar ao seu ex-sócio, Domingos Correia, já se aproxima dos 800 mil euros. Mas o conhecido empresário, dono da Britalar, de Braga, diz que vai recorrer da sentença.

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Braga

Braga discute transferência de 60 milhões para os TUB

Assembleia Municipal

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Foto: Ilustrativa / Arquivo

A proposta de transferência da Câmara de Braga para os TUB, até 2029, de 60,3 milhões de euros em dez anos – cerca de seis milhões anuais – é um dos principais temas em debate na Assembleia Municipal de Braga que se reúne hoje, pelas 21:00, no pequeno Auditório do Fórum Braga, na Avenida Dr. Francisco Pires Gonçalves.

Na assembleia vai ser votada uma outra proposta, aprovada em reunião de Câmara, para a atribuição de 219 mil euros ao Theatro Circo, que absorve, em julho, o espaço cultural GNRation, atualmente gerido pela Fundação Bracara Augusta.

Na ocasião, e questionada pelos vereadores do PS, Artur Feio, e da CDU, Carlos Almeida, a gestora do Theatro, Claúdia Leite, disse que, os 15 trabalhadores da área cultural transitam, sem perda de direitos, para este organismo cultural.

Os restantes, afetos às áreas da Juventude e do Social permanecem na Fundação Cultural. Salientou que a junção permite uma melhor gestão de recursos e conquista sinergias na área cultural, tendo em vista a candidatura da cidade a Capital Europeia da Cultura, em 2027.

A propósito, Ricardo Rio -e tendo em conta a posição do vereador Artur Feio, do PS, que apontou para o “esvaziamento” do organismo – esclareceu que os membros da Fundação, (Câmara, universidades do Minho e Católica e Cabido da Sé) vão criar um grupo de trabalho para redefinir as suas funções futuras, numa ótica de as devolver à sua ideia original.

A agenda de trabalhos para esta noite contempla, ainda, a proposta de adesão do Município de Braga à “AdaPT.Local – Rede de Municípios para a adaptação local às alterações climáticas”; a aquisição de serviços de auditoria externa das contas do Município de Braga; e Contratação de empréstimo de médio e longo prazo até ao montante de 12.000.000 euros – análise de propostas. Sobre este recurso à banca, Ricardo Rio já explicou que se trata de verba para obras em várias escolas e na rede viária concelhia.

Acordo com a Infraestruturas de Portugal

O ponto nº. 5 da Ordem de trabalhos intitula-se Acordo de mutação dominial a celebrar entra e Infraestruturas de Portugal, SA e o Município de Braga. Trata-se – e conforme O MINHO já anunciou – de um protocolo com a empresa estatal Infraestruturas de Portugal, SA que vai ceder ao Município de Braga dois troços de estrada, na Nacional 101 e na 201, o primeiro, com 2,8 quilómetros (kms) – correspondente ao troço junto ao Parque da Ponte e ao sopé do monte do Picoto – onde decorre a feira semanal – e o segundo, com 2,1 quilómetros, que atravessa a freguesia de Real.

O vereador do pelouro, João Rodrigues disse a O MINHO que, a autarquia tem interesse na posse do troço da estrada 101, que liga Braga a Guimarães, mas sublinhando que não serão feitas no local, de imediato. Já no troço da 201, que vai de Braga a Prado e a Ponte de Lima, a Câmara pretende fazer ali obras de melhoramento e conservação: “como a IP disse que não as ia fazer, resolvemos pedir a cedência, que é possível nos termos da lei”, explicou, sublinhando que o troço está “degradado”.

O Ponto nº. 6 é o da Alteração do Mapa de Pessoal do Município de Braga – 2020, seguindo-se a votação do Contrato de concessão do direito de exploração do bar das piscinas da rodovia, de Contratos interadministrativos de delegação de competências nas Juntas de Freguesia, e da Atribuição de apoios financeiros a Juntas de Freguesia;

A Assembleia termina com a informação prestada pelas Comissões Permanentes, e uma declaração do Presidente da Câmara Municipal, Ricardo Rio acerca da atividade do Município.

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Braga

Braga: SEF expulsou mais seis mulheres detidas na Cairense por alegado alterne

Uma sétima não recebeu ordem de expulsão por estar grávida

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Imagem via Google Maps

O Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) de Braga, ordenou hoje a expulsão, por permanência ilegal no país, de seis das oito cidadãs brasileiras detidas em dezembro na Residencial Cairense, de Braga.

Uma sétima mulher, detida no mesmo dia e pelo mesmo motivo, não recebeu ordem de expulsão por estar grávida, presumindo-se que o pai do bebé seja português.

A decisão de expulsão foi-lhes entregue na altura em que faziam a habitual apresentação periódica na PSP local, medida que lhes foi, então, determinada pelo Tribunal de Braga.

O processo de expulsão deriva do facto de, alegadamente, as mulheres estarem a trabalhar, no alterne, naquele estabelecimento, sem a necessária autorização, já que entraram em Portugal com o visto de turista.

Contactado a propósito, o advogado que defende as sete estrangeiras, João Magalhães, disse a O MINHO que vai impugnar o ato administrativo, no prazo legal de dez dias, através de recurso para o Tribunal Administrativo e Fiscal de Braga.

O jurista patrocina um outro litígio jurídico, no mesmo Tribunal, entre uma outra cidadã de nacionalidade brasileira, detida no mesmo dia, e que foi notificada da expulsão quando se preparava para ir ao Brasil, com bilhete de regresso, para ver o filho. Decisão contestada pelo jurista.

Tribunal deu razão ao SEF

No entanto, o Tribunal Judicial de Braga deu razão ao SEF considerando legal a expulsão, no dia 10 de fevereiro, daquela cidadã.

O advogado Luís Correia, do escritório de João Magalhães, havia pedido, em requerimento, que a juíza ordenasse ao SEF que deixasse a cidadã voltar a Portugal a 30 de janeiro, conforme havia requerido.

“Não cabe a este Tribunal, mas sim aos tribunais administrativos, sindicar a decisão do SEF”, escreve a magistrada.

Face ao despacho, o advogado interpôs uma providência cautelar no Tribunal Administrativo na qual pede a “suspensão da eficácia” do ato de expulsão, argumentando que, quando foi notificada no aeroporto de Lisboa “não lhe foi entregue ou apresentada a decisão da Diretora Nacional do SEF, fundamentando a notificação, e que devia estar anexa”.

Diz, ainda, que, também, não foi notificada para prestar declarações no processo e que a expulsão imediata, não lhe permitiu, sequer, “abandonar convenientemente” o país, nem levar os bens.

Agora, adiantou João Magalhães a O MINHO, o Administrativo validou a providência cautelar, pelo que a brasileira pode, em princípio, regressar até à conclusão do processo.

Detida pelo SEF

A imigrante, cuja permanência em Portugal foi considerada irregular por se encontrar a trabalhar, foi detida em dezembro no quadro de uma fiscalização do SEF/Braga e da PSP ao estabelecimento.

As mulheres foram levadas ao Tribunal, que validou o início do processo de expulsão.

Em janeiro, a cidadã pediu autorização ao Tribunal, que lhe foi concedida, para viajar para o Brasil, a partir do dia 10 e com regresso a 30. Com esse documento, passou o controle policial e, já dentro do avião, foi chamada para lhe entregarem um documento de expulsão por três anos.

O SEF argumentou que o documento apenas servia como justificação para que fosse dispensada das apresentações semanais a que estava obrigada, tese que a juíza confirmou.

O SEF está, entretanto, a instruir os processos idênticos para as restantes sete mulheres.

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Braga

Atenção, Braga: Proteção Civil lança alerta devido ao mau tempo

Estado do tmepo

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Foto: Ilustrativa / DR

A divisão de Proteção Civil de Braga lançou ao final desta tarde um alerta devido ao agravamento das condições meteorológicas ao longo das próximas 72 horas, com especial incidência para domingo e segunda-feira.

Em comunicado, e de acordo com a informação disponibilizada pelo IPMA, para este sábado é dado conta de períodos de chuva, temporariamente forte no Minho durante a madrugada, passando a regime de aguaceiros fracos e pouco frequentes gradualmente a partir do início da manhã, com vento moderado de su-sudoeste, soprando forte no litoral norte até ao início da manhã, com rajadas até 80 km/h  nas terras altas.

No domingo, alerta a mesma divisão, são esperados períodos de chuva persistente (entre 40 e 50 mm em 24 horas) no litoral norte, por vezes forte (excedendo os 10mm numa hora ou acumulando mais de 30 mm em 6 horas) a partir da manhã, acompanhados de trovoadas e rajadas de vento fortes, vento moderado de su-sudoeste, rodando, a partir da manhã, para oés-sudoeste.

Para segunda-feira, aguardam-se períodos de chuva, persistente (entre 10 e 20 mm em 24 horas), por vezes forte e acompanhada de trovoadas e rajadas fortes até início da manhã, passando a regime de aguaceiros, vento forte (até 45 km/h) do quadrante oés-sudoeste, com rajadas até 70 km/h.

Prevenção

A divisão Municipal de Protecção Civil recomenda à população que garanta a adequada fixação de estruturas, nomeadamente andaimes, placards e outras estruturas suspensas e tenha especial cuidado na circulação e permanência junto a áreas arborizadas, mantendo atenção à possibilidade de queda de ramos e árvores.

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