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Alto Minho

Alto Minho apresentou condolências à família de piloto que morreu em Lindoso

Comissão Distrital de Proteção Civil de Viana do Castelo

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Foto: DR

A Comissão Distrital de Proteção Civil de Viana do Castelo informou hoje ter apresentado condolências à família do piloto que na sequência da queda de um ‘Canadair’ em Ponte da Barca, quando combatia um incêndio na Peneda Gerês.


Na nota de pesar pela morte do piloto português de 65 anos, que vivia em Leiria, aquela comissão distrital, liderada pelo presidente da Câmara de Caminha, Miguel Alves, manifesta ainda os votos de recuperação ao copiloto da aeronave, de 39 anos e de nacionalidade espanhola, que ficou ferido no mesmo acidente, e aos operacionais feridos no combate às chamas que lavraram durante três dias.

“Neste momento de pesar, o Alto Minho agradece e enaltece o compromisso e o empenho com que todos os agentes de proteção civil e demais intervenientes, que por terra ou por via aérea, colaboraram na defesa da floresta contra incêndios, nomeadamente no incêndio no Parque Nacional da Peneda Gerês (PNPG)”, refere a nota hoje enviada à imprensa.

O acidente ocorreu no sábado, quando o avião ‘Canadair’ português em que seguiam se despenhou em território espanhol, a cerca de dois quilómetros da fronteira.

O copiloto do avião ‘Canadair’ encontra-se “estável e fora de perigo”, no hospital de Braga.

Segundo o Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM), quando o primeiro helicóptero mobilizado para o socorro aos pilotos do ‘Canadair’ chegou ao local, cerca de uma hora depois do alerta, o piloto português estava “em paragem cardiorrespiratória”.

A equipa do INEM fez manobras de suporte básico de vida “sem conseguir reverter a paragem”.

De acordo com a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), o avião despenhou-se junto à Barragem do Alto do Lindoso, na sequência de uma operação de reabastecimento de depósito de água.

O incêndio, que deflagrou na madrugada de sábado, na Galiza, foi dominado na madrugada de terça-feira.

No domingo, o secretário de Estado da Conservação da Natureza revelou que o incêndio já tinha consumido cerca de 200 hectares, não chegando a atingir a Mata de Cabril, classificada como Área de Proteção Integral, inserida no PNPG.

Do lado espanhol, dados da Junta da Galiza apontam para 400 hectares ardidos.

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Alto Minho

Aparatoso acidente corta EN 203 em Ponte de Lima e faz três feridos

Acidente

em

Foto: David Lima Faria

Um aparatoso acidente a envolver duas viaturas obrigou ao corte da Estrada Nacional 203, em Vitorino das Donas, concelho de Ponte de Lima, disse a O MINHO fonte do CDOS.

Estão confirmados três feridos. Um deles, condutor de um Volkswagen Golf, ficou encarcerado numa perna, o que levou ao desencarceramento por parte das forças de socorro.

Foto: David Lima Faria

No local estiveram os Bombeiros de Ponte de Lima, a ambulância SIV de Ponte de Lima e a viatura médica do INEM de Viana do Castelo, num total de 18 operacionais e sete viaturas.

Foto: David Lima Faria

O alerta foi dado às 20:13, segundo a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil.

Um dos feridos foi assistido no local mas recusou transporte hospitalar. Os outros dois, com idades entre os 18 e os 25 anos, foram transportados para o Hospital de Santa Luzia, em Viana, com ferimentos considerados ligeiros, disse a O MINHO Carlos Lima, comandante dos Bombeiros de Ponte de Lima.

A GNR registou a ocorrência.

(notícia atualizada às 22h26)

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Alto Minho

Caminha vai ter o “maior pavilhão multiusos” do Alto Minho

Caminha

em

Foto: Divulgação

A construção do “maior pavilhão multiusos” do distrito de Viana do Castelo, num investimento privado de oito milhões de euros, vai avançar “de imediato” e deverá estar concluído dentro de dois anos, foi hoje divulgado.

Em causa está a construção, por um promotor privado, de um Centro de Exposições Transfronteiriço (CET) e de um parque público com três hectares, que terá um lago, balneários e equipamentos desportivos, e que ficará instalado na atual Quinta do Corgo, na freguesia de Vilarelho, em Caminha.

O novo espaço, com conclusão prevista para dentro de dois anos, terá capacidade para acolher 2.600 espetadores sentados, ou 5.500 em pé.

“O CET e o parque público materializam um investimento de oito milhões de euros, que será concretizado no imediato. Construída a infraestrutura, o município de Caminha irá arrendá-la por 25 mil euros mensais, durante 25 anos. O município poderá optar por concessionar ou subarrendar ou explorar diretamente o complexo, em todo ou em parte”, explica a autarquia em comunicado hoje enviado à imprensa.

O “contrato-promessa de arrendamento viabiliza o investimento, mas só se tornará definitivo depois da construção da obra”, sendo que “a manutenção do complexo fica a cargo do investidor privado, mas o município de Caminha reserva para si a opção de compra da infraestrutura”.

Segundo informou hoje a Câmara presidida pelo socialista Miguel Alves, aquele contrato-promessa de arrendamento foi aprovado, na noite de sexta-feira, em reunião da Assembleia Municipal, por “larga maioria”.

“A minuta do contrato-promessa de arrendamento para fins não habitacionais do futuro CET foi aprovada por 22 membros da assembleia e registou ainda cinco votos contra e oito abstenções”, especifica a nota.

Na nota, o município acrescenta que durante a discussão daquela proposta, na noite de sexta-feira, intervieram, entre outros, um representante do investidor “que explicou toda a filosofia do grupo e revelou a razões pelas quais Caminha foi escolhida para um investimento desta envergadura”.

O administrador da Greenfield “fez ainda uma apresentação do projeto e mostrou as linhas essenciais do estudo realizado sobre a área de influência onde este investimento terá impacto, que inclui territórios da Galiza”.

“Intervieram também os dois jurisconsultos que analisaram e avalizaram, do ponto de vista técnico e legal, o modelo de negócios do CET”, sustenta a nota.

Para a Câmara de Caminha, “impunha-se ir mais longe e tornar o concelho atrativo durante todo o ano, combatendo a sazonalidade”, sendo que “o CET vai permitir dar esse passo, criando condições para o acolhimento de grandes eventos nacionais e internacionais, durante os 365 dias”.

“O investimento foi ponderado e negociado demoradamente e todas as entidades e pessoas que trabalharam neste ‘dossiê’ têm um curriculum reconhecido e público”, sustenta.

Na segunda-feira, os três vereadores do PSD na Câmara de maioria socialista, rejeitaram aquele contrato por “não defender os interesses de Caminha e visar a fuga ao visto do Tribunal de Contas”.

“Este contrato promessa de arrendamento está a ser feito para beneficiar um privado em concreto (…). Não nos parece de todo razoável tanta pressa, em cima do joelho e sem qualquer estudo de viabilidade económica, para fazer um contrato promessa de arrendamento que irá hipotecar por longos anos o concelho de Caminha”, defendem na nota.

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Alto Minho

Fátima Campos Ferreira emociona-se ao recordar os 15 anos que viveu em Valença

Televisão

em

Foto: Print TVI

A conhecida apresentadora e jornalista Fátima Campos Ferreira recordou, na sexta-feira, a infância e juventude passadas em Valença, onde nasceu e cresceu até aos 15 anos.

Em entrevista a Manuel Luís Goucha no programa Você na TV, na TVI, a apresentadora conta que o pai era funcionário alfandegário e trabalhou 16 anos no concelho de Alto Minho.

“Os meus pais foram felizes mas Valença era pequena”, recorda a apresentadora, relembrando “amigas e pessoas que ainda hoje” a acompanham na vida.

Dá nota da “insuficiência” que se vivia no sistema de ensino, revelando que foi o pai, homem instruído em economia e finanças, que lhe deu a escolaridade.

A jornalista emocionou-se ao recordar a morte da mãe, aos 84 anos, e do pai, 15 dias depois da morte da mãe.

Fátima Campos Ferreira tem, atualmente, 62 anos, e é conhecida por ter apresentado durante mais de uma década o programa da RTP “Prós e Contras”.

É licenciada em História e em Jornalismo, tendo apresentado o Jornal da Tarde da RTP.

Pode ver a entrevista aqui.

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