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Região

Tribunal inicia em março julgamento de gangue que assaltou banco em Braga e vivendas no Minho

Santander pagou 26 dos lesados de assalto a cofres

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Foto: DR / Arquivo

O Tribunal de Braga agendou para dia 02 de março o começo do julgamento que envolve um gangue de Braga suspeito de ter assaltado o banco Santander, em Braga, e várias vivendas na região do Minho.

O advogado João Ferreira Araújo, de Braga, que defende um dos arguidos, disse a O MINHO que o coletivo de juízes da Vara Mista, marcou já 23 audiências, até maio, mês em que se prevê que possa estar concluído.

As primeiras três sessões destinam-se a ouvir os arguidos, se estes quiserem falar.

Na reunião de hoje com os advogados, de defesa e de acusação, ficou a saber-se que o banco Santander pagou já a 26 lesados do assalto, em junho de 2018, à dependência da Avenida Central em Braga Santander – que ficaram sem o conteúdo dos cofres que haviam alugado – pagando, até 100 mil euros a cada um deles. Ou seja, cerca de dois milhões de euros.

O banco fica assim com a subrogação dos créditos, ou seja, vai exigir em julgamento o montante que os clientes diziam que lhes fora furtado por três dos membros do suposto gangue.

Por exclusão de partes, ficou a saber-se que há 17 clientes que continuam no processo, por não terem aceite que o banco apenas lhes pagasse 100 mil euros, quantia inferior à que tinham no cofre.

Os clientes tinham bens, dinheiro, jóias, ou relógios valiosos, em cofres na dependência da Avenida Central.

Dez arguidos

No fim de junho de 2019, o Ministério Público de Guimarães acusou dez arguidos, um deles agente da PSP de Ponte de Lima, membros de um gangue que fez uma dezena de assaltos a residências em Braga e no Minho e ao banco Santander. Furtando dinheiro e bens que o Ministério Público avalia em 4,7 milhões de euros. Entre os lesados estão, também, o empresário Domingos Névoa, o cantor limiano Delfim Júnior, e o médico e antigo atleta do SC Braga, Romeu Maia.

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Braga

Transportadora de Braga reforça entrega diária de medicamentos e bens alimentares

Covid-19

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Foto: Divulgação

Para dar resposta à actual situação epidémica causada pelo COVID-19 e em contexto de emergência nacional, o grupo Torrestir, com sede em Braga, reforçou a sua capacidade de distribuição de produtos farmacêuticos e bens alimentares, anunciou hoje a empresa.

Através da sua subsidiária Torrespharma, faz entregas diárias nas farmácias, hospitais e clínicas, bem como entregas ao domicílio, disponibilizando os recursos necessários para que “as operações de abastecimento de medicamentos se mantenham sem falhas”.

Também no que diz respeito aos bens alimentares e tendo em conta o panorama actual, a Torrestir estendeu os seus serviços, passando a fazer entregas ao domicílio, onde se verifica uma necessidade acrescida, descreve a mesma nota.

Como explica Fernando Manuel Torres, administrador da Torrestir, “vivemos um período inédito em que temos de nos reinventar rapidamente e é nossa missão garantir a entrega de bens que, neste momento, são cruciais para a população”.

“Por isso, na Torrestir reforçámos os nossos serviços e frota, totalmente equipada para o efeito, cumprindo as boas práticas de distribuição de medicamentos e de produtos alimentares. Este é um esforço conjunto feito pelo universo Torrestir que contempla todo o território nacional”, assegura o empresário.

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Braga

Associação de moradores entrega bens alimentares no Bairro das Andorinhas, em Braga

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A direção da Associação de Moradores do Bairro das Andorinhas em parceria com Junta de Freguesia de São Vicente, em particular o arquiteto Daniel Pinto, está a entregar bens alimentares aos moradores que solicitaram ajuda devido ao isolamento social que o país atravessa derivado ao novo coronavirus que provoca a doença Covid-19.

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

A sede da Associação está fechada por indicações da DGS, mas caso algum morador necessite de algum tipo de ajuda deve contactar os diretores da Associação de Moradores.

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Aqui Perto

Número de infetados em lar da Misericórdia de Santo Tirso subiu para 20

Covid-19

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O número de infetados com a covid-19 no lar Dra. Leonor Beleza, em Santo Tirso, subiu para 20, sendo nove utentes e 11 colaboradores, após serem conhecidos os testes feitos na sexta-feira, disse hoje à Lusa a porta-voz.

“Todos os utentes que testaram positivo estavam em isolamento profilático desde 24 de março, encontrando-se estáveis. As famílias foram contactadas e mantêm o apoio e a confiança nos nossos profissionais”, lê-se na publicação na página da Santa Casa da Misericórdia de Santo Tirso, dona do lar, no Facebook.

Com 93 utentes e 61 colaboradores o lar debate-se, agora, com “a falta de material para continuar com os testes”, disse à Lusa Sara Almeida e Sousa.

“Os testes efetuados ao longo do fim de semana foram feitos com material [zaragatoas] de que já dispúnhamos na Unidade de Cuidados Continuados e na Clínica de Gastroenterologia e depois levados por nós para laboratório, mas acabaram e hoje, apesar dos múltiplos contactos feitos, para privados e para o Serviço Nacional de Saúde, não conseguimos nada”, lamentou.

Perante isto, Sara Almeida e Sousa contabilizou, entre utentes e colaboradores, “99 pessoas à espera de ser testadas”, vincando que “a maior parte dos utentes não apresenta sintomas, e as que os apresentam não estão associados à covid-19”, admitindo, contudo, “que alguns venham a testar positivo”.

Segundo o balanço oficial de hoje, Portugal regista 140 mortes e 6.408 casos de infeções confirmadas da doença.

Dos infetados, 571 estão internados, 164 dos quais em unidades de cuidados intensivos, e há 43 doentes que já recuperaram.

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