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Braga

Tribunal começa a julgar gangue de Braga que andou aos tiros nas Enguardas

Respondem por homicídio tentado, posse de arma proibida, ofensas à integridade física, ameaça agravada e injúria

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Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

O Tribunal de Braga começa, dia 10, o julgamento do caso do gangue do Fujacal, que envolve três arguidos, os quais terão ido, em março passado, ao bairro das Enguardas provocar um gangue rival, ato que acabou aos tiros.

Henrique Marquês, 21 anos, Rilker Almeida, 26, e David Chilombo Portela, 35 anos, estão acusados dos crimes de homicídio tentado, posse de arma proibida, ofensas à integridade física, ameaça agravada e injúria. Neste último caso, na pessoa de um agente da PSP ameaçado por um deles, o Rilker Almeida..

O Riker Almeida está em prisão preventiva à ordem do processo, o Henrique Marquês em prisão domiciliária e o Davide Portela está na prisão, a cumprir uma pena saída de outro julgamento.

Estão acusados de disparar várias vezes sobre um grupo de pessoas, no Bairro das Enguardas, depois de ali terem ido pintar uma parede com a inscrição “Fujacal”, apagando a que lá estava, dizendo “Enguardas Bronx”. Respondem ainda por, na fuga terem atropelado uma mulher que se meteu, deliberadamente à frente do carro onde iam.

O processo envolvia um quarto homem, mas a PJ não conseguiu descobrir a sua identidade, pelo que, nesta parte, houve arquivamento.

A 18 de março, o dia dos tiros, um grupo de membros do gangue das Enguardas terá ido a Nogueira disparar contra uma casa, supostamente porque nela vivia um dos membros do grupo do Fujacal. Foram disparados diversos tiros com armas de vários calibres, que deixaram marcas na vivenda.

O Ministério Público entendeu separar este caso do outro, tendo sida uma extraída uma certidão para que a investigação continue, de forma autónoma.

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