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Barcelos

Três feridos em colisão a envolver três viaturas em Barcelos

Acidente

em

Foto: Vítor Vasconcelos / O MINHO

Uma colisão entre três viaturas, ao final da manhã desta quinta-feira, na freguesia de Lama, em Barcelos, causou três feridos ligeiros, apurou O MINHO junto de fonte do CDOS de Braga.


O acidente deu-se na Estrada Nacional 205, que liga Barcelos a Prado (Vila Verde), junto ao posto médico de Lama.

Foto: Vítor Vasconcelos / O MINHO

Foto: Vítor Vasconcelos / O MINHO

Foto: Vítor Vasconcelos / O MINHO

Foto: Nuno Queirós / O MINHO

Foto: Nuno Queirós / O MINHO

Os feridos são um homem de 47 anos e duas mulheres de 35 e 42.

O alerta foi dado às 12:10.

No local estão a prestar socorro os Bombeiros de Barcelos e Barcelinhos com o apoio da VMER de Barcelos.

O Destacamento de Trânsito da GNR também está no local para investigar as causas do acidente.

Notícia atualizada às 17h29.

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Barcelos

Miniautocarro estacionado arde em Barcelos

Incêndio rodoviário

em

Foto: Raúl Fernandes

Um miniautocarro do Centro Social de Aguiar, no concelho de Barcelos, ficou destruído pelas chamas de um incêndio com origem desconhecida, ao final da manhã deste domingo, disse a O MINHO fonte dos bombeiros.

A viatura estava parada numa zona industrial em Vila Frescaínha S. Pedro há alguns anos depois de ter sofrido um acidente, sendo agora destruído pelas chamas que originaram ainda um pequeno incêndio florestal.

(vídeo de Raúl Fernandes)

Para o local foram acionados os Bombeiros de Barcelinhos com uma viatura de combate a incêndios, procedendo à extinção do mesmo.

Também uma outra viatura, estacionada ao lado do minibus, acabou por ser atingida pelas chamas.

A GNR investiga.

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Barcelos

Homem em estado crítico após acidente de trator em Barcelos

Acidente

em

Foto: Vítor Vasconcelos / O MINHO (Arquivo)

Um homem de 74 anos ficou em estado crítico depois de sofrer um acidente com o trator que conduzia, esta manhã, em Barcelos, disse a O MINHO fonte dos bombeiros.

A vítima procedia a trabalhos agrícolas numa propriedade privada situada na Rua de Fiteiro, na freguesia de Fragoso, acabando por ficar debaixo da viatura.

Para o local foram acionados os Bombeiros de Barcelos com cinco viaturas e dez elementos, procedendo ao desencarceramento do idoso.

A vítima foi assistida no local com ajuda da equipa médica da VMER de Viana e foi considerado um ferido “em estado crítico”.

Foi transportado para o Hospital de Braga.

A GNR registou a ocorrência.

O alerta foi dado às 10:20.

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Barcelos

Barcelos volta a perder na batalha judicial contra a linha de muita alta tensão

Linha de Muita Alta Tensão

em

Foto: O MINHO (Arquivo)

O Supremo Tribunal Administrativo (STA) manteve o indeferimento da providência cautelar interposta pelo Município de Barcelos para travar a construção de uma linha de muito alta tensão no concelho, segundo acórdão a que a Lusa hoje teve acesso.

No acórdão, datado de 02 de julho, o STA decide não admitir o recurso, considerando que o município não foi “persuasivo” nos argumentos que usou para defender que o avanço da linha poderá conduzir a prejuízos de difícil reparação.

Para o STA, os prejuízos supostamente advindos da construção da linha, ligados à remoção de terras, à destruição de vegetação e de solos e à produção de ruídos e de incómodos, “sempre seriam facilmente indemnizáveis”.

Quanto aos danos resultantes do funcionamento da linha, o STA sublinha que o próprio município não os concretizou, dizendo que não são traduzíveis em “factos concretos”, mas apenas em «receios» que considera “fundados”.

“Ora, é difícil argumentar melhor em prol do acórdão de que se recorre”, acrescenta o STA.

Interposta em setembro de 2019, no Tribunal Administrativo e Fiscal de Braga (TAFB), a providência cautelar pede o embargo de obra e a abstenção de qualquer conduta ou operação material que se relacione com a construção da linha, bem como a suspensão da eficácia da declaração de impacte ambiental e a suspensão da eficácia do despacho que concedeu a licença de construção.

O TAFB julgou improcedente a providência cautelar, mas a Câmara interpôs recurso para o TCAN, que também não lhe deu razão.

Agora, foi a vez de o STA não aceitar o novo recurso.

A Câmara alega que o traçado da linha vai penalizar nove freguesias do concelho, com particular incidência em Perelhal, Vila Seca e Macieira de Rates, onde passará por “zonas populacionais importantes”.

A Câmara diz ainda que não se lhe pode pedir que concretize os potenciais riscos decorrentes da instalação da linha, considerando que faltam estudos e regulamentação.

Acrescenta que, neste momento, o grande perigo da instalação da linha é colocar “toda uma população sob efeitos que se desconhecem da exposição aos campos elétricos e magnéticos derivados de linhas de muito alta tensão, pois inexistem estudos e normas sobre os níveis da exposição humana máxima admitidos a campos eletromagnéticos”.

Em maio, o Ministério do Ambiente e da Ação Climática referiu que a linha já está em construção e que a suspensão dos trabalhos “não será opção do Governo”, dada a “sua importância para o Sistema Elétrico Nacional”.

Em resposta a uma pergunta apresentada por três deputados do Bloco de Esquerda (BE), o ministério acrescenta que a linha terá um total de 107 postes, já tendo sido iniciados trabalhos em cerca de 40%, incluindo no concelho de Barcelos.

“Esta linha em concreto faz parte dos Projeto de Interesse Comum e está relacionada com a integração de elevada produção de fontes renováveis de energia, nomeadamente da bacia do Cávado. Está igualmente relacionada com a nova interligação entre Portugal (Minho) e Espanha (Galiza), aumentando a integração entre os dois países no mercado ibérico de eletricidade (MIBEL) e deste com o mercado europeu, promovendo, assim, a concorrência”, acrescenta.

Segundo o Ministério do Ambiente, “Portugal dispõe de legislação que garante a total segurança de pessoas e bens debaixo e na vizinhança imediata das linhas” de muito alta tensão, “conforme as mais recentes recomendações de organizações internacionais de saúde”.

Diz ainda o ministério que foram estudadas alternativas de traçado, “mas que tinham impactos negativos sobre as pessoas mais elevados do que os impactos que a linha em construção terá”.

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