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Região

Três doces do Minho podem ser eleitos hoje Maravilhas de Portugal

Ainda é possível votar

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Foto: Divulgação/7 Maravilhas

Decorre este sábado a gala final do concurso 7 Maravilhas Doces de Portugal, em Montemor-o-Velho. São 14 candidatos, três do Minho. O evento está marcado para as 21:55 e terá transmissão em direto pela RTP.

Dois doces entre os candidatos são do Alto Minho. É possível votar nas Roscas de Monção através do 760107005, e nos Charutos dos Arcos através do 760107003.

O Bolinhol de Vizela é o representante do distrito de Braga. O telefone para votar no doce é o 760107129.

Os outros candidatos são a Amêndoa coberta de Moncorvo; as Barrigas de Freira; os Bons Maridos; a Brisa do Liz; a Crista de Galo; a Filhós de Cabrela; o Folar de Olhão; o Mel Biológico do Parque Natural de Montesinho; os Ovos Moles de Aveiro; o Pastel de Tentúgal; e o Porquinho Doce.

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Alto Minho

Presidente da Câmara de Viana doa salário para ajudar sem-abrigo e pobres

Covid-19

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Foto: Divulgação / Arquivo

O presidente da Câmara Municipal de Viana do Castelo, José Maria Costa, decidiu, esta quinta-feira, doar o seu salário do mês de abril ao Refeitório Social da Paróquia de Nossa Senhora de Fátima, instituição que “serve diariamente cidadãos sem-abrigo e cidadãos em extrema fragilidade económica”, anunciou a autarquia nas redes sociais.

Imagem: Facebook CMVC

A instituição vianense é liderada pelo padre Artur Coutinho e, segundo a mesma nota, “está a apoiar diariamente cerca de uma centena de pessoas com refeições servidas ao almoço e jantar”.

(em desenvolvimento)

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Braga

Apreendidas 2,5 toneladas de bivalves em Braga, no valor de mais de 20 mil euros

Amêijoa japonesa

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Foto: Ilustrativa / Wikipedia

Foram apreendidos 2423,90 quilos de amêijoa japonesa, com o valor presumível de 21 815,10 euros, em Braga, na quarta-feira, anunciou hoje a GNR.

Segundo a fonte, a apreensão deu-se durante uma operação rodoviária, dirigida à fiscalização de transporte de pescado fresco e moluscos bivalves, da Unidade de Controlo Costeiro, através do Destacamento de Controlo Costeiro de Matosinhos.

“Foram apreendidas cerca de 2,5 toneladas de amêijoa japonesa (Ruditapes Philippinarum) sem o tamanho mínimo legal exigido por lei (quatro centímetros)”, pode ler-se numa nota publicada no site daquela força de segurança.

Foi identificado um homem, com 41 anos, “e elaborado um auto de contraordenação, por transporte de bivalves em estado imaturo, punível com a coima mínima de 598,56 euros e a máxima de 37409,88”, acrescenta.

A mercadoria apreendida encontra-se a aguardar inspeção higiossanitária.

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Braga

Antígona e Orfeu Negro juntam-se para apoiar livrarias independentes. Uma delas é de Braga

Covid-19

em

Foto: CM Braga

A 100.ª Página, em Braga, é uma das livrarias independentes do país que serão apoiadas pela campanha conjunta lançada pelas editoras Antígona e Orfeu Negro.

O objetivo da iniciativa é ajudar as livrarias independentes, encerradas e em dificuldades devido à covid-19, através de apoio financeiro resultante de vendas ‘online’. Os dinamizadores desafiam outras editoras a juntarem-se com novas ideias.

O anúncio foi feito por ambas, em comunicado, especificando que, desta forma, as duas editoras, também elas independentes, querem “alertar o público para a situação cada vez mais frágil das livrarias independentes”.

Intitulada “Adopta uma livraria – 10 Dias, 10 Livrarias”, esta campanha de vendas ‘online’ decorre entre os dias 14 e 23 de abril (Dia Mundial do Livro), e visa dar às livrarias um terço do valor adquirido nas vendas.

“Os leitores que encomendarem livros nos ‘sites’ da Antígona ou da Orfeu Negro estarão a apoiar diretamente a livraria designada para esse dia: 30% do valor líquido das suas compras reverte para a livraria. Além disso, terão 10% de desconto sobre o PVP [Preço de Venda ao Público] de cada livro e portes gratuitos”, esclarece a nota.

Cada editora selecionou “as suas 10 livrarias independentes”, de norte a sul do país, ou seja, são 20 livrarias ao todo, e em cada um dos dez dias de campanha, vão estar a ser beneficiadas duas livrarias, uma selecionada pela Antígona e outra pela Orfeu Negro.

Assim, e por ordem de dias, as livrarias assinaladas pela Antígona são a 100.ª Página (Braga), Escriba (Almada), Fonte de Letras (Évora), Ler Devagar (Lisboa), A das Artes (Sines), Tigre de Papel (Lisboa), Culsete (Setúbal), Snob (Lisboa), Flâneur (Porto) e Arquivo (Leiria).

Já a Orfeu Negro (distinguida no ano passado na Feira do Livro Infantil de Bolonha com o prémio de Melhor Editora Europeia de Livro Infantil) dá parte do destaque a livrarias dedicadas ao livro ilustrado.

Sendo assim, as livrarias escolhidas para cada um dos dias são a Livraria Ler (Lisboa), Hipópomatos na Lua (Sintra), Arquivo (Leiria), Gigões e Anantes (Aveiro), Salta Folhinhas (Porto), Aqui há Gato (Santarém), 100.ª Página (Braga), Fonte de Letras (Évora), Faz de Conto (Coimbra) e Tigre de Papel (Lisboa).

As equipas da Orfeu Negro e da Antígona consideram que “é muito importante que as editoras e as livrarias independentes estejam unidas nesta altura particularmente difícil”.

“Umas e outras estão já habituadas a uma existência plena de adversidades em Portugal, mas cabe-nos a todos garantir que, ultrapassado este período, regressemos de boa saúde e mais ativas do que nunca”, afirmam.

Os impulsionadores da campanha afirmam que este é “um pequeno gesto de resistência”, ao qual pensam juntar outros nos próximos meses, e lançam um repto a outras editoras, para que “se juntem com ações semelhantes”.

No início deste mês, mais de meia centena de livrarias independentes de todo o país uniram-se para criar uma rede de cooperação com o objetivo de conjugar esforços para enfrentar a crise no setor, agravada agora pelas condições criadas pela covid-19.

Denominada RELI – Rede de Livrarias Independentes, esta associação livre de apoio mútuo foi lançada, juntamente com o respetivo ‘site’, com o objetivo de “coordenar esforços para enfrentar a crise no mercado livreiro, que vem comprometendo, já há vários anos, a existência de pequenas livrarias em todo o país”, segundo os livreiros.

Além disso, também enviaram uma carta aberta aos órgãos de soberania, com um conjunto de propostas para os ajudar a sobreviver à crise, que passam por medidas de apoio à tesouraria e rendas.

Antes disso, já as editoras tinham anunciado que suspendiam a produção de novidades e que se viravam para as vendas ‘online’, em alguns casos praticando descontos, para conseguirem sobreviver, face à crise no setor, que esvaziou e fechou as livrarias.

Este cenário passa-se um pouco por toda a Europa e na terça-feira, antecedendo a reunião de ministros da Cultura da União Europeia – que decorreu na quarta-feira –, a federação europeia de editores escreveu uma carta a alertar para a “gravosa situação” do setor livreiro e a solicitar apoio financeiro para aliviar os efeitos da crise.

Desta reunião não saíram medidas específicas para o mercado livreiro, mas sim a ideia de que alguns programas financeiros europeus para enfrentar a crise causada pela covid-19 – como a iniciativa de investimento, orçada em 37 mil milhões de euros, e o instrumento de mitigação de desemprego, no valor de 100 mil milhões de euros – vão poder ser utilizados no setor cultural e criativo.

Dirigido ao meio literário, foram anunciados incentivos à tradução de livros, no âmbito do programa Europa Criativa.

A Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL) tem dado conta dos dados relativos ao comportamento do mercado livreiro no mês de março e revelou que na primeira semana em que se iniciaram as medidas de isolamento, a venda de livros teve uma quebra de 65,8% e que, especificamente, as livrarias tiveram uma redução de 73% na venda dos livros.

A semana seguinte, a primeira depois de declarado o Estado de Emergência, trouxe um cenário ainda mais grave, com a APEL a anunciar uma “queda a pique do mercado”, de menos 83% de vendas de livros, e a avisar que vários trabalhadores estão já em situação de ‘lay-off’.

Até ao momento, o Ministério da Cultura ainda não anunciou medidas específicas para este setor.

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