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Região

Toda a costa sob aviso amarelo devido à agitação marítima

IPMA

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Foto: DR / Arquivo

Toda a costa portuguesa está entre hoje e quarta-feira sob aviso amarelo devido à previsão de agitação marítima forte, informou o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).

Os distritos de Viana do Castelo e Braga, no Minho, Porto, Aveiro, Coimbra, Leiria, Lisboa, Setúbal, Beja e Faro estão com aviso amarelo por causa das ondas de noroeste com 4 a 5 metros.

De acordo com o IPMA, o aviso emitido para estes distritos entrou em vigor às 00:00 de hoje e termina às 18:00 de quarta-feira.

O aviso amarelo é emitido pelo IPMA sempre que há situações de risco para determinadas atividades dependentes da situação meteorológica.

Por causa da agitação marítima, as barras Caminha, Vila Praia de Âncora e Esposende, no Minho, Póvoa de Varzim, Vila do Conde e Ericeira estão hoje fechadas à navegação.

De acordo com informação disponível na página da Autoridade Marítima Nacional, as barras de Viana do Castelo, no Minho, Aveiro, Figueira da Foz e São Martinho do Porto estão hoje condicionadas.

O IPMA prevê para hoje no continente céu geralmente muito nublado, apresentando-se pouco nublado ou limpo no Baixo Alentejo e Algarve e possibilidade de ocorrência de períodos de chuva fraca ou chuvisco a norte do sistema montanhoso Montejunto-Estrela, em especial no Minho e Douro Litoral.

Está também previsto vento fraco, soprando por vezes moderado do quadrante oeste nas terras altas das regiões Norte e Centro e neblina ou nevoeiro matinal.

O IPMA espera uma subida da temperatura mínima nas regiões Norte e Centro e pequena descida no interior da região Sul.

Está também prevista uma pequena subida da temperatura máxima, em especial no interior.

As temperaturas mínimas no continente vão variar entre os 6 graus Celsius (na Guarda) e os 14 (em Aveiro) e as máximas entre os 12 (na Guarda) e os 22 (em Faro).

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Braga

Covid-19: Escola de Medicina da UMinho começou a fazer testes

Laboratórios do ICVS

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Foto: Twiter

O Instituto de Investigação em Saúde e Ciências da Vida (ICVS), da Escola de Medicina da Universidade do Minho (UMinho), está a realizar, desde segunda-feira, testes ao vírus SARS-COV-2.

Hoje de manhã, foram testadas 60 amostras nos laboratórios do ICVS, no entanto, o ICVS garante capacidade para testar entre 150 e 200 amostras por dia.

Fonte universitária revelou a O MINHO que “o teste diagnóstico permite a identificação de presença do vírus pela técnica gold standard RT-QPCR, estando em articulação com os hospitais de Braga e Guimarães, bem como com as unidades de saúde e os municípios de Braga e Guimarães”.

A realização dos testes conta com equipas de voluntários transversais e dos vários centros de investigação da UMinho, alocados, por exemplo, às áreas da Biologia (Centro de Engenharia Biológica e Centro de Biologia Molecular e Ambiental).

Teste de serodiagnóstico em breve

O ICVS e a Escola de Medicina estão ainda – acrescenta a instituição – a validar vários testes serológicos que permitirão determinar quem são as pessoas que têm imunidade. Está a ser criado um banco de amostras biológico, que ajudará a perceber se os testes comerciais encomendados são válidos para a nossa população e podem ser replicados para ter uma maior abrangência.

O ICVS começará estes testes até ao início da próxima semana.

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Ave

Cabeceiras, Celorico e Mondim de Basto com centro conjunto de testes e recolha itinerante

Covid-19

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Imagem: Divulgação

As câmaras de Cabeceiras, Celorico e Mondim de Basto criaram um modelo conjunto que vai permitir, a partir da próxima semana, a recolha itinerante de testes à covid-19, segundo informou hoje fonte autárquica.

De acordo com informação da Câmara de Cabeceiras de Basto, no distrito de Braga, aquele modelo de centro de rastreio é “pioneiro a nível nacional” e partiu da iniciativa dos três municípios, que o propuseram à tutela.

“O plano apresentado mereceu concordância da Administração Regional de Saúde do Norte e estará pronto a arrancar já no próximo dia 13 de abril”, refere a autarquia, indicando que o modelo vai permitir “a presença de uma equipa de colheita, durante os cinco dias da semana, com uma gestão racional de tempo e recursos”.

A equipa laboratorial vai percorrer os três concelhos, em datas previamente acordadas, para proceder à recolha dos testes.

Os centros de rastreio, que trabalharão no contexto do Serviço Nacional de Saúde, funcionarão de segunda a sexta, de forma alternada, garantindo duas manhãs e duas tardes em Cabeceiras e Celorico. Mondim contará com o centro uma manhã e uma tarde por semana.

“Os resultados, após análise, são depois enviados diretamente ao utente e às autoridades de saúde pública usando os mecanismos adequados”, informa-se no comunicado.

Cabe a cada um dos municípios envolvidos assegurar o espaço onde funcionarão os centros de rastreio e os meios materiais, humanos e técnicos para o seu funcionamento.

O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, já infetou mais de 1,3 milhões de pessoas em todo o mundo, das quais morreram mais de 75 mil.

Em Portugal, segundo o balanço feito na terça-feira pela Direção-Geral da Saúde, registaram-se 345 mortes, mais 34 do que na véspera (+10,9%), e 12.442 casos de infeções confirmadas, o que representa um aumento de 712 em relação a segunda-feira (+6%).

Dos infetados, 1.180 estão internados, 271 dos quais em unidades de cuidados intensivos, e há 184 doentes que já recuperaram.

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Barcelos

Autarca de Barcelos critica unidades rastreio só para “fotografias de jornais”

Covid-19

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Foto: O MINHO (Arquivo)

O presidente da Câmara de Barcelos admitiu hoje que há um “atraso considerável” na marcação de testes à covid-19, mas sublinhou que não vale a pena montar unidades móveis de rastreio só para “fotografias de jornais”.

“Não vale a pena estar a montar coisas para virem em fotografias de jornais, se depois elas não funcionam”, afirmou Miguel Costa Gomes aos jornalistas, numa videoconferência de imprensa.

Para o autarca socialista, “não interessa” estar a montar aquelas unidades quando, na prática, elas “não correspondem às expectativas” das populações, seja por falta de testes, de reagentes ou de zaragatoas.

“Temos de ser práticos e pragmáticos”, acrescentou, sublinhando que o município está a trabalhar “sempre dentro daquilo que é solicitado” pelas autoridades de saúde.

Costa Gomes adiantou que, pelo menos até segunda-feira, ainda não tinham começado os rastreios nos lares de idosos do concelho, mas garantiu que as equipas técnicas “estão preparadas” para avançar, logo que os testes cheguem.

Os testes serão feitos aos funcionários dos lares e aos utentes que apresentem alguma sintomatologia.

“É verdade que há um atraso considerável na marcação de testes, mas estamos a trabalhar para ultrapassar isso”, disse ainda o autarca de Barcelos.

O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, já infetou mais de 1,3 milhões de pessoas em todo o mundo, das quais morreram mais de 75 mil.

Dos casos de infeção, cerca de 290 mil são considerados curados.

Em Portugal, segundo o balanço feito hoje pela Direção-Geral da Saúde, registaram-se 345 mortes, mais 34 do que na véspera (+10,9%), e 12.442 casos de infeções confirmadas, o que representa um aumento de 712 em relação a segunda-feira (+6%).

Dos infetados, 1.180 estão internados, 271 dos quais em unidades de cuidados intensivos, e há 184 doentes que já recuperaram.

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