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I Liga

“Tínhamos de jogar com menos sofreguidão e menos ansiedade”

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Declarações no final do encontro Nacional-Vitória SC (1-0), da 15.ª jornada da I Liga portuguesa de futebol, disputado hoje no Estádio da Madeira, no Funchal:

Luís Castro (treinador do Vitória): “A equipa sentiu muito ao longo do jogo, acusando o golo sofrido. Quis chegar ao golo de uma forma muito rápida, muito tensa, em zona de definição, e não o conseguiu fazer da melhor forma e ficou-se pelas meias oportunidades, ou seja, andámos sempre no quase.

A segunda parte houve um intenso domínio nosso, mas a chegada ao último terço, apesar de ter sido feita como nós planeámos, não foi feita com a finalização que desejávamos, tínhamos de jogar com menos sofreguidão e menos ansiedade.

Vitória termina ciclo de 12 jogos sem perder

Sabia que, quem sofresse primeiro, poderia ficar afetado psicologicamente, por isso fomos nós que ficámos afetados porque jogámos com sofreguidão, embora tivéssemos mudado o nosso sistema de jogo. Conquistámos muitas situações de último terço, mas como disse, não nos deu aquilo que era fundamental, que era a criação de situações claras de golo”.

Foto: Twitter de Nacional da Madeira

Costinha (treinador do Nacional): “Era importante para nós iniciarmos bem este novo ano. Quando um plantel trabalha tão bem como o nosso, é sempre difícil fazer escolhas. E hoje trabalhámos bem, tanto no aspeto defensivo como ofensivo, por isso só posso estar satisfeito com o desempenho dos meus jogadores.

Criámos muitas oportunidades frente a um Vitória de Guimarães que é uma grande equipa, que está bem orientada, com bons princípios e bons jogadores, por isso temos que estar muito satisfeitos com aquilo que produzimos hoje.

Estamos satisfeitos com a nossa exibição e com o resultado, a equipa está melhor e a corresponder ao que dela esperávamos, porque sabíamos que a qualidade existia, estou muito satisfeito com todos os jogadores, porque mostraram hoje a garra e o querer”.

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I Liga

“Temos de estar com os pés assentes no chão, vamos lutar em cada jogo para ganhar”

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Declarações no final do encontro Sporting-Moreirense (2-1), da 18.ª jornada da I Liga portuguesa de futebol, disputado hoje no Estádio José Alvalade, em Lisboa:

Ivo Vieira (treinador do Moreirense): “Continuo a acreditar no que podemos fazer e no crescimento dos clubes mais pequenos. O que gostava de evitar foi o que aconteceu nos primeiros 30 minutos, em que demos dois golos e só defendemos. Depois, entrámos no jogo, conseguimos atacar mais, arriscámos e isso é o que procuro para a minha equipa. Os primeiros 30 minutos não foram à medida do que perspetivava para o jogo. Os jogadores esforçaram-se, trabalharam, mas fica um amargo por não termos feito o segundo golo. Senti que podíamos ter feito mais em termos de resultado e de jogo.

[Sobre a ineficácia nas substituições] A ideia era dar mais velocidade no último terço, dar um jogador como referência na finalização, mas não conseguimos com grande fluidez. A nossa intenção é sempre a melhor, mas há um opositor que nos cria dificuldades. Temos de correr riscos, senão não conseguimos nada na vida.

[Sobre o falhanço em chegar ao quinto lugar] Há planteis muito mais bem recheados do que o nosso. Temos de estar com os pés assentes no chão, vamos lutar em cada jogo para ganhar, mas tendo noção do que somos. Existem planteis de sobra para ocupar esse lugar na tabela. Estamos conscientes da nossa valia, mas é extremamente difícil”.

Marcel Keizer (treinador do Sporting): “Depois do bom arranque podíamos ter continuado e marcado mais golos, mas foi um jogo difícil para nós. Felizmente, os jogadores mostraram uma grande energia e ganhámos o jogo.

Preocupado? Não, jogámos com o FC Porto, jogámos este jogo com o Moreirense e estamos entusiasmados por jogar a meia-final da Taça da Liga com o Braga.

Posso falar, mas não vou dizer nada sobre o árbitro.

[Sobre erros da equipa na segunda parte] Alguns queriam pressionar alto e outros queriam pressionar mais baixo. Quando isso acontece, há espaços. Vi os jogos do Moreirense com o Benfica e com o FC Porto e eles jogam bem nessa situação”.

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Futebol

Moreirense causou problemas ao Sporting mas perdeu em Alvalade

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Os golos de Nani e Bruno Fernandes deram hoje ao Sporting uma vitória sofrida diante do Moreirense (2-1), em jogo da 18.ª jornada da I Liga de futebol e depois de dois jogos sem vencer,

Depois dos triunfos de FC Porto (4-1, ao Chaves), Benfica (1-0, ao Vitória SC) e SC Braga (3-0, ao Nacional), apenas o triunfo interessava aos ‘leões’ para manter os oito pontos de distância em relação o primeiro lugar da I Liga, ocupado pelos ‘azuis e brancos’, campeões em título.

Com apenas duas alterações em relação à equipa que bateu o Feirense (2-0) e se qualificou para as meias-finais da Taça de Portugal – Renan na baliza em vez de Salin e Diaby no lugar de Raphinha – o Sporting não podia ter começado melhor, já que, logo aos 03 minutos, Nani bateu o guarda-redes Jhonatan, na sequência de um canto cobrado do Marcos Acuña, na esquerda.

Apesar deste ascendente, os comandados de Ivo Vieira bem tentaram chegar ao golo, essencialmente de contra-ataque, mas a consistência defensiva apresentada pelo Sporting anulou bem a iniciativas forasteiras.

Melhor a jogar em ataque continuado, embora com pouca velocidade, a formação de Alvalade ampliou a contagem, aos 26 minutos, com um remate fulminante de Bruno Fernandes de pé esquerdo, quase no bico da pequena área, depois de uma defesa incompleta de Jhonatan a desviar um forte pontapé de Ristovski. Segundos antes, Diaby, de cabeça, tinha obrigado Jhonatan a defender para a trave.

Quando o parecia que o Sporting podia partir para uma goleada, a formação de Moreira de Cónegos não só jogou melhor futebol como obrigou o Sporting a ter cuidados redobrados no setor defensivo, já que, aos 34 minutos, Heriberto, jogador emprestado pelo Benfica e com passagem pelos escalões de formação dos ‘leões’, fez o 2-1, após assistência de Chiquinho.

Com esta magra vantagem esperava-se que o Sporting se apresentasse com mais força no segundo tempo, mas a permanência em campo de Wendel (substituído por Petrovic, aos 86 minutos) e Diaby (anulado por Rúben Lima) retiravam criatividade à equipa de Marcel Keizer, algo que só mudou após a entrada de Raphinha, aos 69 minutos, para o lugar de Nani.

Foi precisamente este jogador que teve a oportunidade de ampliar a contagem. Aos 80 minutos, introduziu a bola na baliza de Jhonatan, mas o golo acabou por ser invalidado pelo árbitro portuense Rui Costa após a intervenção do videoárbitro.

O Sporting acusou o toque e colocou velocidade no jogo, algo que não tinha havido até então, mas foi incapaz de alterar o resultado, uma vez que o Moreirense não desarmou e procurou sempre chegar ao golo do empate.

Invariavelmente, o central Mathieu, considerado o melhor jogador em campo, e o guarda-redes Renan Ribeiro conseguiram anular as tentativas dos minhotos, nomeadamente uma de Heriberto, aos 82 minutos, e outra de Rúben Lima, aos 90+2.

Ficha de Jogo

Jogo realizado no Estádio José Alvalade, em Lisboa.

Sporting – Moreirense, 2-1.

Ao intervalo: 2-1.

Marcadores:

1-0, Nani, 03 minutos.

2-0, Bruno Fernandes, 26.

2-1, Heri, 34.

Equipas:

– Sporting: Renan Ribeiro, Ristovski, Coates, Mathieu, Acuña, Gudelj, Wendel (Petrovic, 86), Bruno Fernandes, Diaby, Nani (Raphinha, 69) e Bas Dost.

(Suplentes: Salin, Jefferson, André Pinto, Petrovic, Francisco Geraldes, Raphinha e Luiz Phellype).

Treinador: Marcel Keizer.

– Moreirense: Jhonatan, D’Alberto, Iago dos Santos, Halliche, Rúben Lima, Chiquinho, Loum, Fábio Pacheco (Teixeira, 83), Pedro Nuno (Bilel, 68), Heri e Arsénio (Nenê, 68).

(Suplentes: Trigueira, Alan, Teixeira, Bilel, Nenê, Pato e Bruno).

Treinador: Ivo Vieira.

Árbitro: Rui Costa (AF Porto).

Ação disciplinar: cartão amarelo para Chiquinho (54), Gudelj (56), Iago dos Santos (84), Ristovski (90+2).

Assistência: 30.121 espetadores.

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Futebol

“Foi um jogo dominado pelo Vitória”

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Declarações dos treinadores do Vitória SC e do Benfica, após o jogo da 18.ª jornada da I Liga portuguesa de futebol, que terminou com um triunfo das ‘águias’, por 1-0:

Luís Castro (treinador do Vitória SC): “Foi um jogo dominado pelo Vitória. Esse equilíbrio existiu no resultado até poucos minutos do fim. Depois, o Benfica desequilibrou-o a seu favor.

Ao longo da primeira parte, dominámos por completo, pressionando alto o Benfica. Não os deixámos sair com a tranquilidade do último jogo [para a Taça de Portugal]. Tivemos, na primeira parte, três oportunidades de golo. A segunda parte pautou-se pelo mesmo, tivemos a lesão do Osorio, e as estatísticas equilibraram-se. O Benfica fez mais remates aí. Foi uma boa exibição da nossa parte, mas ficámos aquém do objetivo, que era ganhar.

Quando dominamos e criamos condições para ganhar, custa sempre [perder]. O nosso modelo de jogo esteve todo lá. Conseguimos uma circulação forte e atacar por todos os corredores. Fizemos remates de fora da área e cruzamentos. Bloqueámos a construção do Benfica. Faltou realmente o golo. É uma fotocópia do resultado do último do jogo. Pensamos que [o resultado] é uma injustiça em função do que produzimos, se bem que, no futebol, a justiça se faça de golos.

(Muitos resultados por 1-0, nos jogos do Vitória) [Prova] a eficácia de quem defende e a ineficácia de quem ataca. Eu estou preocupado com a situação [poucos golos marcados], mas estaria muito mais preocupado se a equipa não produzisse oportunidades.

Hoje, estivemos mais eficazes até ao momento de finalização, mas não na finalização. Talvez seja [uma questão de ansiedade]. No jogo, o Benfica tem a situação de golo e uma outra depois do golo. E tem um lance do João Félix, antes. Englobámos toda a equipa no momento defensivo e no momento ofensivo, mas os resultados estão aquém. Estamos na luta pela Liga Europa, mas preocupa-nos os poucos golos feitos.”

Bruno Lage (treinador do Benfica): “Sabíamos que ia ser um jogo diferente. Esperava um Vitória mais pressionante. A nossa estratégia, independentemente da pressão deles, foi a de sair a jogar por trás e, numa fase mais adiantada, entrar pelos corredores. Em função dos jogadores [do Vitória] que iam jogar, a pressão alta podia ser uma evidência. Optámos por sair em segurança.

A nossa exibição, na primeira parte, foi em crescendo. Na segunda parte, [a partida] foi um pouco mais dividida. Quando pretendemos arriscar e colocar três homens na frente, num período em que sinto que o [Vitória de] Guimarães está por cima no jogo, chegámos à vantagem, com o Rafa e o Seferovic. Pela forma como todos os jogadores se empenharam na terça-feira e hoje, ficámos muito satisfeitos pela exibição e pelos três pontos.

O que nos dá moral é sermos consistentes [e não as quatro vitórias consecutivas]. Não temos muito tempo para treinar. Estamos a competir de três em três dias. Estamos a fazer com que os jogadores interpretem as nossas ideias. O que nos dá moral é ver os jogadores a evoluírem.

O sistema [tático] pode ter ajudado [à sua melhoria], mas o Gabriel entrou na equipa pela resposta que deu no treino. Com a entrada dele, temos a oportunidade de esconder algumas lacunas, e construir com mais qualidade e mais segurança.

(Estabilidade defensiva) A prioridade é evoluir a equipa. Uma das primeiras ideias, sabendo que pretendíamos começar a jogar em 4x4x2, é a que temos de estar presentes em todos os momentos, quer a atacar, quer a defender. Os avançados têm feito um trabalho extraordinário, quer no ataque, quer na defesa, e ainda têm marcado golos.

(Sobre a eventual pressão depois dos adversários diretos terem ganhado) Estamos obrigados a fazer o nosso trabalho, a entrar determinados, consistentes, organizados, como temos feito, e conquistar os três pontos.

Ainda não temos qualquer informação [sobre a disponibilidade de Fejsa para o jogo de terça-feira, com o FC Porto].”

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