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I Liga

“Tínhamos de jogar com menos sofreguidão e menos ansiedade”

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Declarações no final do encontro Nacional-Vitória SC (1-0), da 15.ª jornada da I Liga portuguesa de futebol, disputado hoje no Estádio da Madeira, no Funchal:

Luís Castro (treinador do Vitória): “A equipa sentiu muito ao longo do jogo, acusando o golo sofrido. Quis chegar ao golo de uma forma muito rápida, muito tensa, em zona de definição, e não o conseguiu fazer da melhor forma e ficou-se pelas meias oportunidades, ou seja, andámos sempre no quase.

A segunda parte houve um intenso domínio nosso, mas a chegada ao último terço, apesar de ter sido feita como nós planeámos, não foi feita com a finalização que desejávamos, tínhamos de jogar com menos sofreguidão e menos ansiedade.

Vitória termina ciclo de 12 jogos sem perder

Sabia que, quem sofresse primeiro, poderia ficar afetado psicologicamente, por isso fomos nós que ficámos afetados porque jogámos com sofreguidão, embora tivéssemos mudado o nosso sistema de jogo. Conquistámos muitas situações de último terço, mas como disse, não nos deu aquilo que era fundamental, que era a criação de situações claras de golo”.

Foto: Twitter de Nacional da Madeira

Costinha (treinador do Nacional): “Era importante para nós iniciarmos bem este novo ano. Quando um plantel trabalha tão bem como o nosso, é sempre difícil fazer escolhas. E hoje trabalhámos bem, tanto no aspeto defensivo como ofensivo, por isso só posso estar satisfeito com o desempenho dos meus jogadores.

Criámos muitas oportunidades frente a um Vitória de Guimarães que é uma grande equipa, que está bem orientada, com bons princípios e bons jogadores, por isso temos que estar muito satisfeitos com aquilo que produzimos hoje.

Estamos satisfeitos com a nossa exibição e com o resultado, a equipa está melhor e a corresponder ao que dela esperávamos, porque sabíamos que a qualidade existia, estou muito satisfeito com todos os jogadores, porque mostraram hoje a garra e o querer”.

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Futebol

SC Braga cede 5 mil lugares a adeptos do FC Porto

SC Braga recebe o FC Porto na próxima jornada

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Foto: DR

O SC Braga irá disponibilizar por inteiro a bancada superior nascente do estádio a adeptos do FC Porto para o próximo jogo da I Liga, no dia 30 de março.

O clube só estava obrigado a ceder 5% da lotação total do Estádio Municipal de Braga, ou seja, 1500 ingressos. No entanto, os portistas terão 5 mil bilhetes, segundo avança o jornal O Jogo.

Ainda de acordo com aquela publicação, o SC Braga vao disponibilizar 2 mil ingressos a 10 euros, mil a 20 e 2 mil bilhetes a 30 euros, numa receita de bilheteira que, no total, deverá render aos cofres minhotos 100 mil euros.

O SC Braga é o terceiro lugar da I Liga com 58 pontos, cinco a menos que o líder SL Benfica e o FC Porto, que está na segunda posição.

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Futebol

SC Braga-FC Porto joga-se no sábado, 30 de março, às 15:30

Jogo de grande importância na luta pelo título

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Foto: Divulgação / SC Braga

O jogo grande da jornada 27 da I Liga, que coloca frente a frente SC Braga e FC Porto, na Pedreira, joga-se no sábado, dia 30 de março, às 15:30, foi esta quarta-feira anunciado pela Liga.

Os arsenalistas, em terceiro, com 58 pontos, estão praticamente obrigados a vencer o encontro com os dragões, para encurtarem a distância, que está em cinco pontos, de forma a poderem manter a chama acesa, na esperança de chegar ao inédito título nacional.

O FC Porto segue no segundo lugar do campeonato, com 62 pontos, em igualdade com o Benfica, que também ainda tem de visitar o Estádio Municipal de Braga (fim de semana de 28 de abril).

Na primeira volta, o FC Porto bateu o SC Braga, por 1-0, com um golo perto do final.

Programa da 27.ª jornada

Sexta, 29 de março
Portimonense – Moreirense, 20:30 horas

Sábado, 30 de março

SC Braga – FC Porto, 15:30 horas
Chaves – Sporting, 18:00 horas
Santa Clara – Vitória SC, 20:30 horas
Benfica – Tondela, 20.30 horas;

Domingo, 31 de março

Marítimo – Nacional, 15:00 horas
Rio Ave – Aves, 17:30 horas
Boavista – Belenenses, 20:00 horas

Segunda-feira
Feirense – Vitória de Setúbal, 20:15 horas

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Futebol

Pedro Proença espera resolução rápida da lei contra violência no desporto

Presidente da Liga Portuguesa de Futebol Profissional

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Foto: Facebook

O presidente da Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP), Pedro Proença, disse hoje que espera uma “aplicabilidade rápida e consistente” à proposta de lei de alteração do regime jurídico de combate à violência no desporto.

O grupo de trabalho do Desporto no Parlamento recebeu, além da LPFP, representantes da Associação Nacional de Treinadores de Futebol, Confederação Portuguesa das Associações de Treinadores, Associação Portuguesa de Árbitros de Futebol e Sindicato dos Jogadores.

A reunião, que teve lugar na Assembleia da República, contou igualmente com a presença de elementos do SC Braga, Estoril Praia, FC Porto e Benfica, e estendeu-se também à proposta de lei de alteração do regime de acesso e exercício da atividade de treinador de desporto.

Pedro Proença apresentou, no decorrer da reunião, quatro aspetos “fundamentais” que a lei “não responde”, que identifica como a previsão legal da figura do Oficial de Ligação aos Adeptos, a venda de bebidas com baixo teor alcoólico nos estádios, a implementação de zonas sem cadeiras ou lugares marcados, com condições especiais de acesso, e a apresentação regular às autoridades de adeptos punidos de recintos desportivos.

“A lei da violência tem sido uma bandeira desta direção da liga. Terá sido a última fase para que esse documento possa verdadeiramente aparecer, o que esperamos com ansiedade. As nossas propostas foram muito objetivas e fazem com que o quadro legislativo em Portugal acompanhe as boas práticas internacionais”, declarou Pedro Proença, no final da reunião.

A proposta de comercialização de bebidas com baixo teor alcoólico em recintos desportivos, de forma a provocar a entrada antecipada dos adeptos nos estádios e, por sua vez, facilitar a revista de segurança aos mesmos, foi um dos assuntos mais discutidos durante a sessão.

Para Pedro Proença, nesta proposta “não move o aspeto comercial, mas sim o exemplo de sucesso de outras ligas europeias”, e considerou “interessante” a proposta do grupo parlamentar do PS sobre a possibilidade de jogos experimentais para testar a medida, face às oposições apresentadas pelas entidades que regulam a segurança nos eventos desportivos.

“Acontecem alguns episódios que não nos devemos orgulhar e percebe-se a frustração de alguns dirigentes. É contra isso que combatemos e que estamos aqui, pois esta lei teima em não sair e em não dar possibilidade às organizações, federações e ligas de poderem executar aquilo que, há muito, vêm regateando”, concluiu o presidente da LPFP.

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