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Futebol

Vitória termina ciclo de 12 jogos sem perder

Derrota na Madeira.

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Camacho foi carrasco. Foto: DR

Um grande golo do avançado Camacho, apontado aos nove minutos, revelou-se hoje suficiente para o Nacional bater o Vitória SC por 1-0, em encontro da 15.ª jornada da I Liga portuguesa de futebol, e quebrar um ciclo de 12 jogos sem derrotas em todas as provas dos vitorianos, que não perdiam desde 23 de setembro.

O resumo do Nacional-Vitória em 60 segundos (ou mais)

Ainda antes do início da partida, o Vitória sofreu forte revés, já que, inscrito na ficha de jogo como titular, André André, ressentiu-se de lesão e foi substituído por Ola John.

Na Choupana, previa-se um jogo muito disputado, o que veio a confirmar-se, mas o Nacional, ainda muito cedo no jogo, deu claros sinais de que pretendia resolvê-lo o mais cedo possível.

Logo aos nove minutos, a equipa orientada por Costinha marcou: após passe magistral de Marakis para Camacho, o avançado do Nacional recebeu de peito e, no frente a frente com Douglas, conseguiu rematar de primeira, batendo o guardião vimaranense.

A reação dos minhotos demorou a surgir, chegando apenas aos 28 minutos, num remate de Pepê de muito longe, que obrigou Daniel Guimarães a uma defesa a dois tempos.

Um minuto depois, num bom lance de ataque dos vitorianos, o holandês Ola John foi desarmado antes de rematar. O lance mereceu a atenção do juiz da partida, que consultou o vídeoárbitro, mas não encontrou motivo para a marcação de falta.

Aos 32 minutos, num lance rápido, Ola John, rematou direcionado, mas Daniel Guimarães fez uma enorme defesa, impedindo o golo do empate.

Decorria o tempo de compensação, antes do intervalo, Rochez isolou-se e, na ‘cara’ de Douglas, o guarda-redes ainda tocou na bola, que embateu na barra antes de sair.

Na segunda parte, o Nacional surgiu com o guarda-redes Lucas França, em substituição do titular Daniel Guimarães, que se lesionou num lance ocorrido ainda na etapa inicial.

Para abrir as hostilidades, voltou a marcar presença Camacho, aos 69 minutos, com um remate de primeira, mas Douglas respondeu com uma grande defesa.

Aos 71 e 73 minutos, aconteceram dois lances de perigo para a baliza dos madeirenses. No primeiro, Dodô usou a velocidade, mas Lucas França socou a bola e, no segundo, Rafa Soares falhou o alvo, com a bola a sair por cima da barra.

Aos 85 minutos, numa nova grande oportunidade para o Nacional, Okacha cabeceou ao primeiro poste, mas não surgiu nenhum companheiro para fazer o desvio. Até final, a equipa da casa soube gerir a curta vantagem.

Ficha de Jogo

Jogo no Estádio da Madeira.

Nacional – Vitória SC, 1-0.

Ao intervalo: 1-0.

Marcador:

1-0, Camacho, 09 minutos.

Equipas:

– Nacional: Daniel Guimarães (Lucas França, 46), Kalindi, Felipe Lopes, Júlio César, Nuno Campos, Marakis, Jota, Vítor Gonçalves, Camacho, Rochez (Okacha, 63) e Witi (Riascos, 81).

(Suplentes: Lucas França, Diogo Coelho, Okacha, Arabidze, Riascos, Pavlocevic e Kaká).

Treinador: Costinha.

– Vitória SC: Douglas, Dodó (Tyler Boyd, 81), Osório, Pedro Henrique, Rafa Soares, Celis (João Carlos Teixeira, 57), Pêpê, Olá John (Oscar Estupiñan, 69), Tozé, Davidson e Alexandre Guedes.

(Suplentes: Miguel, Frederico Venâncio, João Carlos Teixeira, Sacko, Tyler Boyd e Oscar Estupiñan).

Treinador: Luís Castro.

Árbitro: Hélder Malheiro (AF Lisboa).

Ação disciplinar: Cartão amarelo para Davidson (12), Rochez (22), Ola John (27), Celis (46), Osório (53), Okacha (65) e Lucas França (77).

Assistência: Cerca de 1.500 espetadores.

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Futebol

Daniel Rodrigues quer Vitória a crescer, com apoio do acionista maioritário da SAD

Eleições no Vitória

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Foto: Divulgação

O candidato à presidência do Vitória SC, Daniel Rodrigues, afirmou, na segunda-feira, que o seu projeto para fazer crescer a equipa de futebol, que milita na I Liga, inclui a colaboração do acionista maioritário da SAD, Mário Ferreira.

O sócio número 11.018 do clube vimaranense encabeça o movimento ‘Um Vitória à Vitória’ às eleições agendadas para 20 de julho e adiantou que o seu projeto para o futebol profissional visa a presença do clube nas competições europeias, ano após ano, prevendo uma “colaboração estratégica” com o empresário luso, radicado na África do Sul, que detém 57% das ações.

“O comendador Mário Ferreira já mostrou disponibilidade para participar na construção de uma equipa de futebol mais forte. O Vitória tem interesse em crescer. E o maior acionista também quer que o Vitória cresça”, revelou, perante mais de 200 pessoas que compareceram à apresentação da candidatura, no Centro Cultural Vila Flor, em Guimarães.

O advogado, de 42 anos, prometeu ainda que, no caso de Mário Ferreira querer vender as suas ações, o Vitória terá o “direito de preferência” e conseguir assim uma eventual maioria – tem 40%.

Apesar de ser até agora o único candidato confirmado às eleições, Daniel Rodrigues considerou, no entanto, que o acionista maioritário não deve “apoiar oficialmente nenhuma lista”, já que terá sempre de “trabalhar com a equipa vencedora”.

“Somos apenas candidatos neste momento. Vamos esclarecer o nosso projeto e ouvir os sócios. Se formos vencedores, vamo-nos sentar com Mário Ferreira”, explicou.

O atual presidente da Mesa da Assembleia Geral (MAG) da SAD disse contar com uma equipa preparada para lidar com um cenário em que o “futebol é um negócio, diferente de há 10 anos”, em que é preciso competência na gestão.

Questionado, no final da apresentação, sobre o anúncio de Ivo Vieira como novo treinador da equipa principal de futebol, o candidato à presidência do Vitória respondeu aos jornalistas que é preciso “respeitar os profissionais” durante a campanha eleitoral e que o ex-técnico do Moreirense é o seu treinador.

Daniel Rodrigues pediu ainda que o “clima de turbulência” que o clube tem vivido “nos últimos dois anos” termine, com os vitorianos a sanarem as suas divisões, tendo igualmente prometido “transparência, sem receios e sem medos” na informação a prestar aos sócios.

O líder do movimento ‘Um Vitória à Vitória’ considerou ainda importante que “mais vitorianos se chegassem à frente” para as próximas eleições, de forma a provarem a “vitalidade” do emblema de Guimarães.

Daniel Rodrigues encabeça, para já, a única lista candidata às eleições, após a demissão da direção de Júlio Mendes, no dia 27 de maio, sendo que o prazo para a formalização das candidaturas termina às 18:00 do dia 19 de junho, 300 assinaturas de sócios efetivos, no mínimo.

A lista de Daniel Rodrigues incorpora Miguel Araújo, José Martins, Rui Guedes e Diogo Leite Ribeiro como candidatos à vice-presidência da direção, Sousa Pinto à presidência da Mesa da Assembleia Geral, Ricardo Lobo ao Conselho Fiscal, e Fernando de Sousa ao Conselho de Jurisdição.

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Futebol

Pinto Lisboa vai mesmo ser candidato à presidência do Vitória

Daniel Rodrigues é o outro candidato até ao momento

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Foto: DR / Arquivo

Miguel Pinto Lisboa vai concorrer à presidência do Vitória de Guimarães, clube da I Liga portuguesa de futebol, nas eleições de 20 de julho, confirmou hoje à Lusa fonte da candidatura.

A candidatura, denominada ‘Todos Vitória’, integra os nomes de Gabriel Pontes, Pedro Vinagreiro, Fernando Marques e Pedro Guerreiro para a vice-presidência da direção, José Antunes para a presidência da Mesa da Assembleia Geral, Ricardo Prego Faria para o Conselho Fiscal e Miguel Matos Guimarães para o Conselho de Jurisdição.

Na terça-feira, fonte da equipa disse à Lusa que o empresário, de 47 anos, ponderava não avançar para as eleições, por considerar que não estava reunido o “consenso” entre as várias fações, “indispensável para apresentar um futuro sólido e um caminho único para o clube”.

Para concorrer às eleições, a lista encabeçada pelo sócio número 1.598 do Vitória tem de ser formalizado até às 18:00 de quarta-feira, com um mínimo de 300 assinaturas de sócios efetivos.

Depois de Daniel Rodrigues, Pinto Lisboa é o segundo nome a anunciar a entrada na corrida à presidência do Vitória SC, após a direção liderada por Júlio Mendes, à frente do clube desde 2012, ter anunciado a demissão em 27 de maio.

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Futebol

“É o maior desafio da minha carreira”

Ivo Vieira apresentado no Vitória

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Ivo Vieira, treinador do Vitória. Foto: DR

Ivo Vieira afirmou hoje que treinar o Vitória SC, clube da I Liga portuguesa de futebol, é o “maior desafio” da carreira, durante a apresentação como técnico do emblema vimaranense para a época 2019/20.

Depois da primeira experiência como treinador principal em 2010/11, no Nacional, o madeirense, de 43 anos, passou pelo Marítimo, Desportivo das Aves, Académica, Estoril Praia e Moreirense, na época passada, até chegar ao Vitória, clube, a seu ver, mais exigente do que os anteriores, devido às ‘ambições europeias’ e à massa adepta.

“Não tenho dúvida nenhuma que é o maior desafio da minha carreira, perante os objetivos e a grandeza desta instituição. Sinto que ainda tenho de crescer e aprender, mas estou preparado para agarrar com ‘unhas e dentes’ este desafio”, disse o treinador, no Estádio D. Afonso Henriques, acompanhado do presidente do clube, Júlio Mendes.

O Vitória vai começar a época em 24 de junho e disputar o primeiro jogo oficial em 24 ou 25 de julho, para a segunda pré-eliminatória da Liga Europa, mas, apesar de a equipa ter um mês de trabalho até à competição, Ivo Vieira reiterou que quer chegar à fase de grupos e, no campeonato, “tentar repetir uma posição de acesso à Liga Europa”, depois do quinto lugar obtido em 2018/19.

O sucessor de Luís Castro, treinador que deixou Guimarães para rumar ao Shakhtar Donetsk, da Ucrânia, acrescentou que os seus jogadores têm de saber aproveitar a forma “apaixonante” como os adeptos sentem o clube, para se tornarem “mais fortes e competitivos” dentro de campo.

“Os vitorianos vão estar a lutar por nós a cada jogo e a cada dia. Se formos tão apaixonados quanto eles, vai ser um casamento perfeito”, antecipou.

Questionado sobre a composição do plantel, Ivo Vieira adiantou que “há matéria com valia” para lutar pelos objetivos e que as entradas têm de ser “criteriosas” – o guarda-redes Jhonatan, seu ‘pupilo’ no Moreirense, em 2018/19, e o médio Blati Touré, ex-Córdoba, de Espanha, são os reforços confirmados.

O novo timoneiro vitoriano prometeu ainda que o seu trabalho e a equipa vão estar imunes ao clima eleitoral que o clube vai atravessar, com as eleições para os órgãos sociais a decorrerem em 20 de julho, depois de a direção de Júlio Mendes ter anunciado a demissão em 27 de maio.

O presidente demissionário do Vitória explicou, aliás, que Ivo Vieira só assinou um contrato válido por uma época, porque “não seria ético comprometer uma futura administração com um contrato mais longo”.

Júlio Mendes mostrou-se, no entanto, convicto de que o técnico madeirense vai alcançar os objetivos traçados para a próxima época, por ser um treinador com “grande ambição” e “forte caráter”, com condições para fazer um “trabalho de excelência”.

Ivo Vieira vai ser acompanhado em Guimarães pelos adjuntos Miguel Romão e Pedro Andrade, que transitam consigo do Moreirense, e ainda por Jorge Silva, Moreno e Vítor Martins, técnicos que já faziam parte da equipa de Luís Castro, na época passada.

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