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Famalicão

Têxteis técnicos de Famalicão já valem 124 milhões de exportações

26% das vendas internacionais

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Foto: CM Famalicão

Os têxteis de aplicação técnica “representam já” 26% do total de exportações do setor em Vila Nova de Famalicão, tendo atingido os 124 milhões de euros, segundo o último Anuário Estatístico, destacou hoje a câmara.

Segundo refere, em comunicado, a Câmara de Famalicão, o último anuário do Instituto Nacional de Estatística refere que o concelho “assume 9,1% das exportações da indústria têxtil e vestuário em Portugal, com 474 milhões de euros de vendas para o exterior em 2017, o que corresponde a 23,7% do total das exportações do concelho (cerca de dois mil milhões de euros).

Os principais mercados de exportação dos têxteis famalicenses são Espanha (21%), Alemanha (16,5%) e França (12%).

A autarquia salienta que “a performance exportadora dos têxteis técnicos e, ou, funcionais está em crescendo: de 111 milhões em 2016 para 124 milhões de euros em 2017”.

Entre 2013 e 2017, lê-se, “as exportações de materiais ou produtos têxteis que se distinguem pela sua elevada tecnicidade e diferenciação cresceram 24,1% no concelho”.

A autodenominada “Cidade Têxtil de Portugal” em 2018 aumentou o volume de negócios no setor têxtil em 5,3%, atingindo os 812 milhões de euros, e o valor acrescentado bruto subiu 7,6% para os 254 milhões de euros.

A indústria têxtil e do vestuário conta, em Vila Nova de Famalicão, com 827 empresas e regista um total de 11.245 pessoas ao serviço.

“Os dados do INE confirmam assim a importância das empresas têxteis famalicenses para a robustez desta atividade económica em Portugal”, concluí a autarquia.

Notícia atualizada às 18h22.

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Ave

Câmara de Famalicão disponibiliza 200 camas para hospital de campanha

Covid-19

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Foto: DR / Arquivo

O presidente da Câmara de Famalicão, Paulo Cunha, anunciou hoje cerca de 30 medidas para mitigar os efeitos da pandemia da covid-19, entre as quais a disponibilização de 200 camas para um “hospital de campanha”.

Segundo Paulo Cunha, as camas estão distribuídas por dois pavilhões municipais e estão à disposição do Centro Hospitalar do Médio Ave.

Aquela medida integra o “Plano de reação à situação epidémica e de intervenção social e económica” do concelho, concebido para fazer face à pandemia da covid-19.

As camas poderão receber idosos institucionalizados, após a realização dos testes à covid-19, “permitindo a necessária segregação e isolamento profilático dos lares em que os mesmos idosos estão institucionalizados”.

Trata-se de uma operação articulada com o Agrupamento de Centros de Saúde de Famalicão, a delegação de Saúde, o Centro Distrital de Braga de Solidariedade e Segurança Social, as corporações de bombeiros, a Cruz Vermelha de Ribeirão e as instituições sociais visadas.

Paralelamente, a autarquia vai também avançar com a implementação de um centro diagnóstico móvel covid-19, em parceria com a Administração Regional de Saúde do Norte e o laboratório Unilabs, com todos os meios técnicos e humanos necessários para a realização de rastreio.

“Queremos assim aumentar a capacidade de realização de testes, diminuindo a afluência ao hospital e aos centros de saúde e aumentando a capacidade do INEM”, adiantou Paulo Cunha, que reiterou a disponibilidade financeira do município para suportar o rastreio urgente da covid-19 a todos os utentes e colaboradores dos 21 lares de idosos do concelho.

O município providenciará também no sentido da recolha e tratamento de animais portadores de covid-19 ou daqueles cujos cuidadores estejam infetados, em quarentena ou em isolamento profilático e não possam continuar a cuidar deles.

No que diz respeito à proteção social à população afetada, Paulo Cunha anunciou a criação de um gabinete de emergência social, que tem como missão analisar todas as situações que tenham como causa a pandemia.

O autarca anunciou ainda a comparticipação municipal de rendas dos agregados familiares, com caráter pontual e extraordinário, que tenham perda de rendimentos por força da pandemia.

No que se refere aos serviços municipais de abastecimento de água, águas residuais e resíduos sólidos, haverá reduções na faturação e suspensão dos cortes e execuções coercivas.

A criação de um regime e prazo excecional para obtenção de bolsa de estudo foi outra das medidas anunciadas.

No grupo das medidas para mitigação socioeconómica, está, por exemplo, a redução do IRS para 4,5%, assim como o alargamento da isenção da derrama para todas as empresas com um volume de negócios igual ou inferior a 250 mil euros.

A autarquia vai também suspender as rendas dos espaços comerciais arrendados pelo município pelo período em que os estabelecimentos comerciais estiverem encerrados e reduzir em 50% as rendas dos estabelecimentos comerciais que se mantiverem abertos ao público durante a presente pandemia.

Serão ainda suspensas as taxas de espaço público, nos casos das esplanadas ou outros, pelo período em que os estabelecimentos comerciais estiverem encerrados.

Também no âmbito do projeto Famalicão Made In, o município promete que estará “ainda mais próximo” das empresas, reforçando os programas de apoio e acompanhando as diversas problemáticas.

“As medidas apresentadas são um contributo municipal ao combate no plano da saúde pública, têm dimensão social, servem para diminuir os impactos negativos nos cidadãos e focam-se no plano económico, porque visam a reabilitação do tecido empresarial do concelho no imediato e no período pós-crise epidémica, complementando as medidas nacionais” explicou Paulo Cunha.

O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, já infetou mais de 791 mil pessoas em todo o mundo, das quais morreram mais de 38 mil.

Em Portugal, segundo o balanço feito hoje pela Direção-Geral da Saúde, registaram-se 160 mortes, mais 20 do que na véspera (+14,3%), e 7.443 casos de infeções confirmadas, o que representa um aumento de 1.035 em relação a segunda-feira (+16,1%).

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Ave

Utente agressivo detido no Hospital de Famalicão

Agressões

em

Foto: Ilustrativa / O MINHO

A PSP anunciou hoje a detenção de um homem de 42 anos por comportamento agressivo e injurioso contra a equipa médica do hospital de Famalicão e contra agentes daquela força.

Em comunicado, a PSP refere que os factos ocorreram pelas 23:00 de sábado, quando recebeu uma chamada de que o suspeito se encontrava a “perturbar” o normal funcionamento do serviço de urgências, “mantendo sempre um comportamento agressivo e injurioso contra a equipa médica”.

Após ter tido alta hospitalar, o suspeito não abandonou o local, “mantendo um comportamento agressivo perante todos as pessoas que se encontravam no local”.

“No decorrer da ação policial, e após tentativa de sensibilização por parte dos elementos policiais no sentido de abandonar o espaço, o suspeito recusou-se, mantendo um comportamento agressivo e proferindo várias ameaças aos agentes”, acrescenta o comunicado.

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Ave

Covid-19: Famalicão regista primeira morte

Idosa de 91 anos

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Foto: Divulgação / CM Famalicão (Arquivo)

Uma idosa de Vila Nova de Famalicão, que estava infetada com Covid-19, morreu, este domingo, anunciou a autarquia.

A vítima, que era utente do Centro Social de Bairro, naquele concelho, tinha 91 anos.

“É a primeira famalicense conhecida a falecer em virtude da pandemia”, lê-se numa nota divulgada nas redes sociais, ao final da noite.

Acrescenta a Cidade Hoje, rádio daquela cidade, que a idosa morreu no hospital local.

Até às 24:00 horas de sábado, morreram em Portugal 119 pessoas, segundo os dados mais recentes da Direção-Geral da Saúde (DGS).

Oficial: 208 infetados em Braga e 70 em Guimarães. Há 472 casos confirmados no Minho

Detetado em dezembro de 2019, na China, o novo coronavírus já infetou mais de 667 mil pessoas em todo o mundo, das quais morreram mais de 31.000.

Dos casos de infeção, pelo menos 134.700 são considerados curados.

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