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Soprano de Guimarães e fadista de Arcos de Valdevez cantam Amália na gala dos Globos de Ouro da SIC

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O fadista Marco Rodrigues e a soprano Elisabete Matos, de Arcos de Valdevez e Guimarães, participaram este domingo numa homenagem feita a Amália Rodrigues durante a 24.ª edição dos Globos de Ouro da SIC.

Os dois intérpretes participaram num momento musical com vários artistas nacionais, de diferentes estilos musicais, que homenagearam a rainha do fado, nascida há 99 anos.

A soprano natural de Caldas das Taipas, já galardoada com um Grammy Latino, foi recentemente nomeada para liderar a direção artística do Teatro Nacional de São Carlos (TNSC) a partir de dia 01 de outubro.

Marco Rodrigures, natural de Amarante mudou-se para Arcos de Valdevez aos 8 anos de idade, sendo agraciado com a medalha de mérito cultural pela Câmara Municipal de Arcos de Valdevez a em 11 de julho de 2012. Foi nomeado para um Grammy Latino em 2016 e dá voz à banda sonora de algumas novelas de elevada audiência em Portugal.

A 24.ª edição da gala Globos de Ouro, a cargo da SIC, realizou-se este domingo, distinguindo as principais figuras da televisão e do entretenimento em Portugal.

Vencedores:

Desporto — Personalidade do Ano
Cristiano Ronaldo
Fernando Pimenta
Inês Henriques
Miguel Oliveira
Nelson Évora

Teatro — Melhor Atriz
Maria Duarte
Beatriz Batarda
Bárbara Branco
Luísa Cruz
Natália Luiza

Teatro — Melhor Ator
Nuno Lopes
Miguel Guilherme
João Vicente
Miguel Loureiro
Paulo Pinto

Teatro — Melhor Peça
“Provisional Figures Great Yarmouth”
“Credores”
“À Volta o Mar, No Meio o Inferno”
“O Mundo é Redondo”
“Tio Vânia”

Digital — Personalidade do Ano
Mariana Cabral (Bumba na Fofinha)
José Neves (Farfetch)
Cristiana Fonseca (Indico Capital Partners)
Luís Rodrigues (Insónias em Carvão)
Paulo Rosado (Outsystems)

Entretenimento — Personalidade do Ano
Filomena Cautela
Daniela Ruah
Cristina Ferreira
Diana Chaves
Vasco Palmeirim

Cinema — Melhor Filme
“Raiva”
“Diamantino”
“Cabaret Maxime”
“Parque Mayer”
“Ramiro”

Cinema — Melhor Ator
Hugo Bentes
Carloto Cotta
António Mortágua
Francisco Froes
Igor Regalla

Cinema — Melhor Atriz
Isabel Ruth
Beatriz Batarda
Ana Padrão
Inês Castel-Branco
Victoria Guerra

Moda — Personalidade do Ano
Marques ‘ Almeida
Luís Carvalho
Gonçalo Peixoto
Maria Miguel
Sara Sampaio

Jornalismo — Personalidade do Ano
Maria Flor Pedroso
Conceição Lino
Ana Leal
Jacinto Godinho
Miriam Alves

Música — Melhor Intérprete
Conan Osíris
Carminho
Capitão Fausto
Carolina Deslandes
Gisela João

Melhor Música
“Quem Me Dera”, Mariza
“A Dança”, Tiago Nacarato
“A Vida Toda”, Carolina Deslandes
“Amor, A Nossa Vida”, Capitão Fausto
“Tempestade”, Márcia

Melhor Atuação ao Vivo
António Zambujo
Miguel Araújo
Agir
Mariza
Tiago Bettencourt

Revelação do Ano
Alba Baptista
Conan Osíris
Isabela Valadeiro
João Félix
Pedro Teixeira da Mota

Humor — Personalidade do Ano
Ricardo Araújo Pereira
César Mourão
Bruno Nogueira
Herman José
Rui Sinel de Cordes

Prémio Mérito e Excelência
Maria do Céu Guerra

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Braga

Braga: Sócios da TLCI separam-se ao fim de 25 anos – “Foi um divórcio amigável”

Empresa de Braga, que engloba a Phone House, tem mais de uma centena de lojas em Portugal, cerca de 800 colaboradores e faturação na ordem dos 80 milhões

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Capa Pereira (segundo à esquerda) ouve Jorge Martins (de costas, à direita) numa visita da InvestBraga. Foto: Divulgação / CM Braga (Arquivo)

O Grupo TLCI, de Braga, que opera na área das telecomunicações, foi objeto de uma reestruturação, com a alienação da totalidade das participações detidas por José Manuel de Capa Pereira ao sócio Jorge Martins.

O conhecido empresário bracarense, que foi presidente da Associação Industrial do Minho (AIMinho), disse a O MINHO que se vai manter na área empresarial em Braga, nomeadamente na do imobiliário.

“Foram 25 anos de trabalho no setor, onde, em vários aspetos fomos pioneiros”, disse.

A TLCI, que engloba a Phone House, tem mais de uma centena de lojas em Portugal, cerca de 800 colaboradores e um volume de negócios na ordem dos 80 milhões de euros.

Ao Jornal de Negócios, Capa Pereira refere que os sócios tinham “diferentes estratégias relativamente à forma de conduzir o futuro das empresas do grupo, especialmente a Phone House”. Ainda assim, diz, trata-se de um “divórcio amigável”.

“Dirimimos as nossas divergências de forma recatada. Foi um divórcio amigável”.

Criado em 1992 por um grupo de acionistas liderado por Capa Pereira, o Grupo TLCI contava, desde 1994, com a participação acionista e executiva paritária de Jorge Martins e de José Manuel Capa Pereira.

Com a reestruturação do Grupo TLCI, a Exclusive5M – Serviços, SA, sociedade maioritariamente detida por Jorge Martins, adquiriu à Imominius – Sociedade Imobiliária, SA, sociedade detida por José Manuel de Capa Pereira, as participações sociais correspondentes a cinquenta por cento de cada uma das sociedades que integram o Grupo TLCI: a TLCI2 – Soluções Integradas de Telecomunicações, S.A., a MMCI – Multimédia, S.A., a Mobile World – Comunicações, S.A., a Digital Place – Comunicações e Serviços Digitais, S.A. e a The Phone House – Comércio e Aluguer de Bens e Serviços, S.A..

O Grupo TLCI é atualmente um dos principais players nacionais do mercado dos produtos e serviços de telecomunicações e multimédia, um parceiro de referência das operadoras de telecomunicações.

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Braga

Vento forte: Braga deixa aviso à população

INFORMAÇÃO MUNICIPAL

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O Município de Braga deixou hoje um aviso à população devido ao vento forte previsto para os próximos dias.

AVISO À POPULAÇÃO

Vento forte

No seguimento das informações prestadas pelo Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) e de acordo com a informação meteorológica disponibilizada, prevêem-se para as próximas 48 horas condições meteorológicas adversas, nomeadamente vento forte.

Hoje – 13 Novembro:

• A partir do final da tarde, períodos de chuva, no Minho;

• Vento do quadrante oeste por vezes forte na faixa costeira ocidental com rajadas até 60 km/h e forte nas terras altas, com rajadas até 100 km/h a partir do início da noite.

Quinta-feira – 14 Novembro:

• Períodos de chuva ou aguaceiros, que poderão ser de granizo e acompanhados de trovoada no Norte;

• Vento do quadrante oeste, forte no litoral oeste, com rajadas até 85 km/h no Norte.

Sexta-feira – 15 Novembro:

• Aguaceiros fracos, em especial no litoral Norte;

• Vento noroeste por vezes forte no litoral oeste com rajadas até 60 km/h, e com rajadas até 75 km/h nas terras altas.

Em função das condições meteorológicas previstas, a Divisão Municipal de Protecção Civil faz as seguintes recomendações:

· Garantir a adequada fixação de estruturas, nomeadamente andaimes, placards e outras estruturas suspensas;

· Especial cuidado na circulação e permanência junto a áreas arborizadas, mantendo-se atentos à possibilidade de queda de ramos e árvores;

· Estar atento às informações da meteorologia e às indicações da Protecção Civil e Forças de Segurança.

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Ave

Casal de feirantes suspeito de explorar homem de 36 anos de Celorico de Basto

PJ/Vila Real

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Foto: DR

Um casal foi hoje detido pela Polícia Judiciária (PJ), em Vila Real, por suspeitas de explorar um homem de 36 anos, natural de Celorico de Basto, que vivia em “condições quase desumanas” num pequeno atrelado e tomava banho num tanque.

António Trogano, coordenador de investigação criminal da PJ de Vila Real, esclareceu que foi uma denúncia anónima que alertou esta polícia para o caso que culminou com a detenção, na terça-feira, de um casal de feirantes, de 46 e 50 anos.

“Chocou as condições degradantes, quase desumanas, em que este indivíduo vivia e de alguma ausência da comunidade em prestar-lhe algum apoio, mais não seja, denunciando às autoridades estas circunstâncias”, afirmou o responsável em conferência de imprensa.

De acordo com o António Trogano, a “vítima vivia em condições deploráveis”, mesmo “quase desumanas”.

“Vivia num reboque, num atrelado, e fazia a sua higiene pessoal num tanque existente nas proximidades desse reboque e era sujeito a um modo de vida muito precário”, frisou.

O pequeno atrelado, tapado com uma lona, estava localizado num bairro da cidade de Vila Real.

Os dois arguidos estão, segundo a PJ, “fortemente indiciados” pela prática do crime de tráfico de pessoas, ou seja, são suspeitos de explorar o homem de 36 anos, aproveitando-se do “défice cognitivo” de que padece e “ficando com o rendimento do seu trabalho”.

A vítima trabalhava na agricultura, nomeadamente nas vindimas, poda ou apanha da castanha.

“Os arguidos contratavam diretamente com os empregadores e recebiam o salário que era devido à vítima. Isto ocorreu durante cerca de dois anos”, frisou.

Não há qualquer relação familiar entre os arguidos e o homem.

Após a detenção do casal, segundo o coordenador da PJ, a vítima foi conduzida para junto do seu agregado familiar.

“Que nós saibamos não estava referenciado, nem era acompanhado por ninguém. Estava entregue ao arguidos que o exploravam e obtinham os rendimentos do seu trabalho”, referiu António Trogano.

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