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Região

Eixo Atlântico reivindica política coordenada de emprego para Norte de Portugal e Galiza

Eixo Atlântico do Noroeste Peninsular

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Eixo Atlântico. Foto: Divulgação

O Eixo Atlântico reivindicou esta segunda-feira uma política coordenada de emprego como chave para o desenvolvimento económico e social da região transfronteiriça que integra 28 municípios do Norte de Portugal e da Galiza, Espanha.

De acordo com o secretário-geral da associação Eixo Atlântico do Noroeste Peninsular, Xoán Mao, a chave do desenvolvimento económico é o emprego, pelo que “não há viabilidade para projetos, não se coletam impostos e não se fazem infraestruturas se não houver uma política de emprego coordenada”.

A informação foi divulgada em comunicado pelo Eixo Atlântico depois de uma reunião que juntou 60 autarcas e técnicos de cidades que integram a eurorregião em Santiago de Compostela, na Galiza, Espanha.

O encontro serviu para apresentar o “Guia para a captação de investimentos na área do Eixo Atlântico”.

Relativamente a este relatório, Xoán Mao destacou a análise de infraestruturas, notando que o aeroporto Francisco Sá Carneiro, do Porto, gera o dobro do tráfico de passageiros (12 milhões por ano) do que os três aeroportos galegos.

Mao alertou que o aeroporto português tem 70 destinos internacionais, face aos 12 de que dispõem os três aeroportos da Galiza.

Para o Secretário-Geral do Eixo Atlântico, um exemplo de preguiça e falta de coordenação reside no facto de, a 12 de dezembro, caducar a Declaração de Impacto Ambiental da Saída Sul de Vigo, uma ligação ferroviária considerada essencial para a ligação por comboio entre a Corunha e Lisboa.

Mao vincou que, caso a Saída Sul não se concretize nos próximos dois meses, será necessário um novo estudo de impacto ambiental

O secretário-geral falou ainda sobre as assimetrias existentes na captação de investimentos na Galiza e no Norte de Portugal.

De acordo com o responsável, os municípios galegos não podem investir para atrair investimentos, ou apenas podem fazê-lo de forma limitada.

Pelo contrário, disse, cidades portuguesas como Viana do Castelo captaram nos últimos quatro anos mais de 1.500 milhões em investimentos e criaram quase 3.000 novos empregos com políticas de incentivo.

O presidente da Câmara de Viana do Castelo, José Maria Costa, lembrou que as autarquias portuguesas têm um papel fundamental na fixação de empresas nos seus territórios, através de um conjunto de incentivos como a descida de determinados impostos, em combinação com outras políticas nacionais do Estado.

Xosé Antonio Sánchez Bugallo, autarca de Santiago de Compostela, referiu que a Galiza precisa de uma política aueroportuária comum, que atualmente é fruto do que os municípios conseguem negociar com as companhias aéreas.

Bugallo afirmou que o aeroporto do Porto “está a fazer algo bem, porque há uns anos o seu tráfego anual era ligeiramente superior ao dos três aeroportos galeglos e atualmente subiu para o dobro”.

Quanto à captação de investimentos, o autarca de Santiago de Compostela reconheceu que os municípios galegos não têm capacidade legal ou recursos para criar zonas industriais ou atrair investimento, principalmente porque a legislação impede o “endividamento produtivo”.

Também o presidente do Eixo Atlântico, o autarca de O Barco de Valdeorras, Alfredo García, considerou que a diferença abismal entre os municípios galegos e portugueses reside na falta de capacidade legal, que se traduz numa dependência do entendimento entre as administrações autónoma e nacional.

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Barcelos

Infetados de casa de saúde mental em Barcelos novamente testados segunda-feira

Covid-19

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Foto: DR

Os utentes e funcionários da Casa de Saúde S. José, em Areias de Vilar, Barcelos, infetados com covid-19 serão novamente testados esta segunda-feira, apurou O MINHO.

No total, são 47 os casos positivos que foram registados há duas semanas – 42 utentes e cinco funcionários – e que agora farão novos testes, coordenados pelo ACES Cávado III Barcelos / Esposende.

O vírus terá sido propagado naquela instituição através de um funcionário.

Quando foram confirmados os casos positivos, o Instituto S. João de Deus, que gere a casa de saúde mental, referiu que, “nos casos concretos de infeção, os utentes encontram-se isolados e estão todos sem sintomatologia”.

Casa de saúde mental em Barcelos com 42 utentes e 5 funcionários infetados

A Casa de Saúde de S. José assiste 216 utentes com doença e deficiência mental e emprega 104 colaboradores. “Tendo sido detetados casos positivos de covid-19 entre os seus colaboradores, procedeu-se de imediato à testagem de toda a sua população (colaboradores, utentes e ainda prestadores de serviços)”, sublinhou na altura a instituição.

Portugal contabiliza 1.316 mortos associados à covid-19 em 30.623 casos confirmados de infeção, segundo o último boletim diário da Direção-Geral da Saúde (DGS) sobre a pandemia.

Relativamente ao dia anterior, há mais 14 mortos (+1%) e mais 152 casos de infeção (+0,5%).

O número de pessoas hospitalizadas baixou de 550 para 536, das quais 78 em unidades de cuidados intensivos (menos dois).

Devido a uma alteração dos procedimentos de contabilização, o número de doentes recuperados passou agora de 7.705 para 17.549.

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Braga

Três bombeiros de Póvoa de Lanhoso infetados com covid-19

Covid-19

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Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO (Arquivo)

Três bombeiros da corporação da Póvoa de Lanhoso estão infetados com covid-19, confirmou O MINHO junto de fonte daquela associação humanitária.

Ao que apurámos, os três elementos são voluntários, não recebendo qualquer salário da corporação, e encontram-se agora em isolamento obrigatório.

Face aos resultados positivos, conhecidos este domingo, outros 16 bombeiros foram colocados em isolamento profilático por terem contactado com os operacionais contagiados.

De acordo com o boletim epidemiológico da Direção-Geral da Saúde, o concelho de Póvoa de Lanhoso regista 58 casos de infeção pelo coronavírus.

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Ave

Jovem de 20 anos gravemente ferido em colisão em Cabeceiras de Basto

Acidente

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Foto: DR

Uma colisão entre duas viaturas na Avenida Capitão Elísio de Azevedo, em Arco de Baúlhe, Cabeceiras de Basto, provocou esta tarde dois feridos, um deles grave.

A vítima em estado grave é um jovem de 20 anos, condutor de uma das viaturas, que capotou. Teve de ser desencarcerado, apurou O MINHO junto de fonte dos Bombeiros Cabeceirenses.

A outra vítima, considerada ferido ligeiro, é um homem de 54 anos, que seguia no mesmo automóvel, mas não teve necessidade de ser desencarcerado.

Os dois feridos foram transportados para o Hospital de Guimarães.

O alerta foi dado às 16:57.

No local estiveram os Bombeiros Cabeceirenses com nove elementos, duas ambulâncias e um veículo de desencarceramento, a Cruz Vermelha de Arco de Baúlhe com dois operacionais e uma viatura, a SIV de Fafe e a VMER de Guimarães.

A GNR de Cabeceiras de Basto registou a ocorrência.

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