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Sindicato acusa Grupo Trofa Saúde de fecho ilegal de hospital em Famalicão

Covid-19

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Foto: DR / Arquivo

O Sindicato da Hotelaria do Norte acusou hoje o Grupo Trofa Saúde de encerramento temporário “ilegal” do seu hospital em Famalicão e de obrigar os trabalhadores a escolherem entre férias forçadas ou redução salarial de 25%.


Em comunicado enviado à Lusa, o sindicato diz que “já protestou” junto da empresa e já pediu a intervenção “urgente” da Autoridade para as Condições do Trabalho.

“A empresa alega o artigo 309.º do Código do Trabalho, sabendo, como sabe, que tal norma não se aplica ao caso”, acrescenta.

Aquele artigo alude a casos de “encerramento temporário ou diminuição temporária de atividade de empresa ou estabelecimento que não respeite a situação de crise empresarial”.

“O encerramento do hospital de Famalicão foi feito sem que a empresa estivesse obrigada a tal e, por isso, é ilegal”, diz ainda o sindicato.

A Lusa contactou o Grupo Trofa Saúde, que ainda não reagiu.

No entanto, a Lusa teve acesso a um e-mail enviado pelos Recursos Humanos do Grupo Trofa Saúde a uma trabalhadora, que refere que a “catástrofe” provocada pela infeção covid-19 obrigou ao encerramento temporário dos serviços, por ter criado uma falta de atividade imediata, imprevisível e totalmente fora do controlo da empresa”.

“Ou seja, os serviços encerraram por motivos de força maior, encontrando-se a empresa a analisar as melhores formas de reação a esta crise que se instalou e de assegurar os postos de trabalho”, acrescenta.

O grupo diz ainda que, “para que os trabalhadores não perdessem rendimento, a empresa indicou como caminho que, durante este período, os dias fossem de compensação de horas e férias para os colaboradores”.

“A empresa indicou este caminho no sentido de não prejudicar demasiadamente os colaboradores”, sublinha.

Ressalva que não obrigará qualquer trabalhador a gozar agora o seu período de férias, se não for essa a sua intenção e conclui dizendo que os trabalhadores que não quiserem gozar agora as férias continuarão a não ter que ir trabalhar, mas verão a sua retribuição reduzida em 25% durante o período do encerramento.

O hospital do grupo em Famalicão fechou em 19 de março.

Os trabalhadores foram sendo, entretanto, informados da prorrogação do prazo de encerramento, que agora se situa em 20 de abril.

“Estou de férias desde 16 de março. Se o fecho se prolongar até 20 de abril, cumpriria mais do que os 22 dias de férias a que tenho direito”, disse uma trabalhadora à Lusa.

A trabalhadora já contestou, dizendo que não aceitava, mas ainda não obteve qualquer resposta.

Para o sindicato, a empresa não está a cumprir os formalismos e procedimentos legais previstos no Código do Trabalho, incorrendo, assim, numa contraordenação “muito grave e na prática de um crime, punível com pena de prisão até dois anos e multa até 240 dias”.

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Bombeiros resgatam gaivota presa numa varanda em Fafe

Bombeiros libertaram animal

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Foto: Ivo Borges / O MINHO

Os Bombeiros de Fafe resgataram uma gaivota que ficou presa na varanda de apartamento no terceiro andar de um prédio, na tarde desta terça-feira.


“As varandas são em vidro e, nos pilares entre os apartamentos, tem a distância de um palmo mais ou menos. A gaivota enfiou-se lá ao passar da sacada de um apartamento para o outro e ficou presa, não conseguia movimentar as asas”, explicou a O MINHO o comandante dos Bombeiros de Fafe, Paulo Ferreira, notando que “é o primeiro resgaste de gaivota” de que se recorda.

Foto: Ivo Borges / O MINHO

Foto: Ivo Borges / O MINHO

Foto: Ivo Borges / O MINHO

O alerta para o insólito resgate foi dado por um vizinho. Como o apartamento em cuja varanda o animal ficou preso, os bombeiros tiveram que recorrer ao uso de autoescada. “E chamámos a autoridade para podermos ir lá”, acrescenta o comandante.

Resgatada da varanda, a gaivota foi libertada.

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Guimarães investe 2,4 milhões em centro escolar

Educação

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Projeto do Centro Escolar de Moreira de Cónegos

A Câmara de Guimarães vai investir 2,4 milhões de euros na construção do Centro Escolar de Moreira de Cónegos, que resultará da requalificação e ampliação da EB1 de Vermis, anunciou hoje o município.


Em comunicado, o município acrescenta que a obra começa na quarta-feira e deverá estar concluída dentro de um ano.

O projeto contempla a reformulação do atual edifício, do Plano Centenário, que será dotado de salas de aulas com novas tecnologias.

Associado a este edifício, será criado a nascente um volume de expansão da escola do 1.º ciclo, com dois pisos.

O jardim-de-infância ficará a poente, enquanto do lado norte ficarão o polivalente, o refeitório e espaços anexos.

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Crianças de Vizela receberam chapéus com viseira no regresso do pré-escolar

Covid-19

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Foto: Divulgação / CM Vizela

Para assinalar o regresso do pré-escolar, o presidente da Câmara de Vizela, Victor Hugo Salgado, entregou na segunda-feira chapéus com viseira às crianças dos jardins de infância de Infias e Campo da Vinha.


O chapéu com viseira, que tem como objetivo diminuir o risco de contágio da covid-19, também foi distribuído pelas creches.

“Decorrente do regresso às escolas, Vizela foi a primeira Câmara do país a distribuir chapéus com viseira de proteção a todas as crianças das creches e pré-escolar do concelho”, sublinha a autarquia em comunicado enviado às redações.

Vizela distribui chapéus com viseira às crianças da creche e pré-escolar

Os chapéus são “laváveis à máquina e reutilizáveis, com viseira em PVC transparente, flexível, resistente a impactos e riscos, lavável, com alta resistência química e reciclável”, refere o comunicado.

A Câmara salienta, ainda, que realizou testes serológicos a todas as crianças do pré-escolar, os quais foram acompanhados pelos pais.

Na semana passada, os testes aos 100 educadores e funcionários do pré-escolar revelaram quatro casos positivos, os quais foram afastados da reabertura do pré-escolar.

Foram também realizados testes a todas as crianças das creches de Vizela que regressaram às escolas no dia 18 de maio.

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