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Caminha

Simulacro de colisão de avião com ferryboat põe à prova mais de 100 operacionais em Caminha

Exercíco pretende simular “um acidente entre uma aeronave que se encontra a realizar operações de ‘scooping’ no Troço Internacional do Rio Minho (TIRM) e o ferryboat que liga Caminha a La Guardia

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Foto: Luís Valadares / CM Caminha / Divulgação (Arquivo)

Mais de cem operacionais portugueses e galegos vão testar a resposta a um acidente entre um avião de combate a fogos, durante a operação de recolha água no rio Minho, e o ferryboat que liga Caminha e La Guardia.

Em comunicado, o Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Viana do Castelo adiantou hoje que o exercício, marcado para sexta-feira, às 10:00, em Caminha, pretende simular “um acidente entre uma aeronave que se encontra a realizar operações de ‘scooping’ no Troço Internacional do Rio Minho (TIRM) e o ferryboat que opera entre aquela vila do Alto Minho e localidade galega de La Guardia, permitindo testar todas as ações de salvamento e socorro necessárias”.

No total, estarão envolvidos 106 operacionais, de 16 entidades com responsabilidade em matérias de proteção civil e de busca e salvamento em águas de jurisdição marítima, e o exercício prevê que seja acionado o ARIEM-112 que dispõe de uma plataforma informática, através da qual são feitos os pedidos de ajuda internacional e acionados os meios inseridos nessa plataforma.

O simulacro, realizado pelo CDOS de Viana do Castelo e pela capitania do porto de Caminha, contará com a participação da Comandância Naval do Minho e a Agência Galega de Emergências (AXEGA).

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Caminha

The Sisters Of Mercy e Gang Of Four anunciados no festival de Vilar de Mouros

Entre 22 e 24 de agosto

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Foto: DR

A organização do EDP Vilar de Mouros anunciou os The Sisters of Mercy e os Gang of Four no Festival que decorre de 22 a 24 de agosto. As duas bandas britânicas juntam-se assim a um cartaz composto por nomes como: The House of Love, Killing Joke, Manic Street Preachers, Nitzer Ebb, Prophets of Rage, Skunk Anansie, Gogol Bordello, The Wedding Present, Clan of Xymox, Anna Calvi, Fischer-Z e Linda Martini.

Caracterizados pelas influências de rock gótico, os The Sisters of Mercy chegam à aldeia minhota a 23 de agosto para partilharem as canções que marcaram uma geração, como “More”, “Dominion”, “Temple of Love” ou “This Corrosion”.

“Apesar de terem lançado apenas três álbuns, conseguiram tornar-se numa das bandas mais influentes da década de 80”, lembra a organização.

Fundada em 1977, a banda de pós-punk Gang of Four atinge o seu auge em 1979, com o álbum “Entertainment” que imortalizou músicas como “Natural Not In It”, “Not Great Men” e “Return the Gift”.

“Com um trabalho previsto para 2019, “Happy Now”, espera-se um concerto de celebração entregue por uma das bandas mais pertinentes da New Wave”.

Os bilhetes estão à venda nos locais habituais e na Ticketline. O bilhete diário tem o custo de 35 euros e o passe para 3 dias com acesso gratuito ao campismo custa 70 euros.

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Caminha

Dragagem em Vila Praia de Âncora avaliada em 1,5 milhões. Concurso avança este mês

Deputada Liliana Silva, do PSD, confrontou a ministra com imagens do estado do porto

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Foto: Facebook de Liliana Silva (Arquivo)

A ministra do Mar anunciou hoje que o processo de dragagem no porto de Vila Praia de Âncora está avaliado em 1,5 milhões de euros e que o concurso avança este mês.

“A dragagem prevista é no valor de 1,5 milhões de euros e a Polis Litoral Norte vai lançar o concurso ainda em maio e vai ser da responsabilidade da DGRM [Direção-Geral de Recursos Naturais, Segurança e Serviços Marítimos] assegurar o que vai competir à parte nacional”, disse Ana Paula Vitorino, em resposta aos deputados, durante uma audição parlamentar na Comissão de Economia, Inovação e Obras Públicas.

Após a terceira ronda de intervenções dos grupos parlamentares, a líder do Ministério do Mar sublinhou que, “tendo em conta a orientação da costa” é recorrente que nos pequenos portos seja necessário efetuar dragagens.

“Não é comportável, em todo o país, eliminar os portos que existem e fazer novos até porque a orientação da costa fica a mesma” vincou.

Confrontada pela deputada Liliana Silva do PSD com imagens do estado do porto de Vila Praia de Âncora, a governante comprometeu-se ainda a insistir com a sociedade para a requalificação e valorização (Polis) do Litoral Norte para que “seja cumprida esta matéria”.

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Caminha

Maior mesa da Páscoa regressou a Caminha

Em Vila Praia de Âncora

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Foto: Rui Marques/Facebook

Metros e metros de uma mesa recheada com doces brancos, pão de ló amêndoas e rebuçados enchidos e os mais diversos salgados. Há vinhos e até artesanato. Produtos que simbolizam a quadra que estamos a viver. É a maior Mesa da Páscoa e regressou à Vila Praia de Âncora, em Caminha, no último sábado. E ainda um programa de animação para estimular as compras.

Ao longo do dia, foram muitos os espetáculos, desde cinema, música, zumba, futsal, que vão animar a vila. Recorde-se que, no ano passado, a mesa tinha 200 metros de comprimento.

“Cada vez com mais inscrições”, segundo informação municipal, a Maior Mesa de Páscoa do País assinala este ano a VIII edição. A partir das 10:00, nas ruas 31 de janeiro e 05 de outubro encheram-se dos mais variados produtos e iguarias

Até às 19:00, os visitantes assistiram às atuações do Grupo de Bombos de Vila Praia de Âncora; do Grupo de Cantares Regionais do Orfeão de Vila Praia de Âncora; do Rancho das Lavradeiras de Orbacém; da Academia de Música Fernandes Fão e dos Cavaquinhos do ARA – Associação Recreativa e Cultural de Riba de Âncora.

Para os mais novos passa o filme ‘Dumbo’, no Cineteatro dos Bombeiros de Vila Praia de Âncora e, ainda, participaram no momento Ginástica Kid’s – circuito de motricidade infantil, a cargo do Patronato Nossa Senhora da Bonança e Be Fit.

“Também foi pensado um momento para pais e filhos”, acrescenta o Município. Pelas 16:00, o Âncora Praia – Secção de Futsal – vai promover uma atividade de futsal para pais e filhos.

A animação encerrou com uma aula de zumba com Ivone Correia.

Tradição

A Mesa da Páscoa pretende recriar uma tradição que vem desde o século XIX onde, por alturas pascais, quem quisesse podia colocar os seus produtos, em pleno centro da vila, e receber o compasso pascal.

A laranja pelo século XIX era símbolo de partilha e abundância, com a repartição dos gomos do fruto assumia um protagonismo especial. Havia ainda uma curiosidade, uma moeda escondida na laranja, destinada ao menino que transportava a caldeira da água benta ou ao pároco.

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