Seguir o O MINHO

País

Presidente do Novo Banco admite que bancos terão de voltar a cortar custos

“Intolerância do mercado face a subida das comissões”

em

Foto: DR / Arquivo

O presidente do Novo Banco, António Ramalho, disse hoje que os bancos terão de continuar a reduzir custos e considerou que há uma “intolerância do mercado” para novas subidas nas comissões.

“A nossa capacidade de nos reajustarmos sobre custos mais baixos é real”, afirmou António Ramalho, na conferência Banca do Futuro, organizada pelo Jornal de Negócios, em Lisboa, referindo ainda que os bancos deverão “abandonar alguns negócios onde não há rentabilidade suficiente”.

O presidente do Novo Banco considerou que há atualmente “intolerância do mercado face a subida das comissões” e que face a essa impossibilidade de cobrar custos “transparentes” terá de se enveredar pela redução dos custos.

“Esta subsidiação acabará por impor às instituições financeiras o nome do jogo, que é ‘custos’”, afirmou.

Segundo noticiou hoje o El Confidencial, o Novo Banco prepara-se para despedir 66 dos seus trabalhadores em Espanha, o equivalente a 27% dos seus trabalhadores no país vizinho.

O jornal espanhol cita fontes financeiras, avançando que o Novo Banco propôs aos sindicatos realizar um “Expediente de Regulácion de Empleo” (ERE), o equivalente a um despedimento coletivo.

Questionado sobre este processo, António Ramalho limitou-se a confirmar a reestruturação da operação em Espanha, mas sem detalhar o processo.

No fim de agosto, o Expresso noticiou que o Novo Banco solicitou e obteve autorização do Ministério do Trabalho para alargar a 310 trabalhadores o limite previsto para rescisões por mútuo acordo entre 08 de agosto de 2019 e 31 de dezembro de 2021, de modo a que beneficiem de subsídio de desemprego quando aceitam rescindir os contratos.

Em reação, a Comissão Nacional de Trabalhadores do Novo Banco estranhou o pedido uma vez que essas rescisões superam os “objetivos impostos” por Bruxelas, considerando que apenas falta, 84 saídas para o banco reduzir o número de trabalhadores para 4.909 até 2021.

Anúncio

País

Federação de nadadores-salvadores alerta para aumento de mortes por afogamento

Época balnear

em

Foto: DR / Arquivo

A Federação Portuguesa de Nadadores-salvadores informou hoje que Portugal regista desde o início do ano 46 mortes por afogamento, mais 18 do que no mesmo período do ano passado, alertando para o “gravíssimo problema” de as praias continuarem sem vigilância.

“Até ao momento temos 46 mortes por afogamento em Portugal, quando no mesmo período do ano passado tínhamos 28”, disse à Lusa o presidente da federação, Alexandre Tadeia, que já estava a contabilizar as duas mortes que ocorreram hoje numa praia sem vigilância, em Portimão, no distrito de Faro.

Segundo este responsável, o número “não é normal” e deve-se ao “problema gravíssimo” de as pessoas já poderem ir à praia “sem haver assistência a banhistas”, o que só vai acontecer a partir de 06 de junho.

“O suposto seria termos menos mortes do que no ano passado devido ao confinamento”, referiu.

O alerta foi feito esta tarde depois de uma reunião com o Grupo de Trabalho da Comissão de Defesa Nacional, para se fazer um “ponto de situação” sobre a falta de nadadores-salvadores para a próxima época balnear.

“Hoje foi um bocadinho fazer a revisão da matéria dada. Fomos fazer o ponto de situação estatístico e a apresentação de todas as propostas que temos vindo a falar nos últimos tempos”, indicou Alexandre Tadeia.

Segundo o presidente da federação, estas propostas passam por incentivos fiscais e sociais para os nadadores-salvadores, como isenção de IRS, IVA, de taxas moderadoras ou de propinas, um regime especial de contratação ou uma alteração nos dispositivos de segurança, com redução do número de vigilantes.

Em abril, Alexandre Tadeia já tinha advertido que faltavam cerca de 1.500 a 2.000 nadadores-salvadores para a próxima época balnear, porque os cursos foram interrompidos com a declaração do estado de emergência.

“A época balnear começa no dia 06 e só a partir daí é que sabemos se há ou não escassez de nadadores-salvadores. Até lá, temos a sensação e a preocupação da disponibilidade dos profissionais para trabalhar este verão, atendendo ao estudo que fizemos. O que sabemos é que, se se mantiver o padrão das últimas épocas balneares, vamos ter escassez, porque só metade é que volta a trabalhar no ano seguinte e não conseguimos formar o número que era suposto”, declarou.

Alguns cursos de nadador-salvador já reiniciaram na “vertente ‘online’”, mas Alexandre Tadeia criticou o facto de as piscinas continuarem encerradas, não sendo possível terminar a parte presencial.

“Quando temos cafés e restaurantes abertos não se compreende como é que se mantêm as piscinas cobertas confinadas, quando nestas existem muito melhores condições de distanciamento e prevenção da covid-19 do que em qualquer um desses locais. Se as piscinas abrissem conseguíamos reativar os cursos e, pelo menos, aumentar a quantidade de nadadores-salvadores”, frisou.

Nesta reunião, Alexandre Tadeia entregou ainda um documento provisório com “recomendações das medidas de segurança para os nadadores-salvadores”.

“Ainda não podemos dar exemplos porque é um documento que está em validação. Fizemos uma coletânea europeia, mas estamos a aguardar uma orientação mundial. Se não chegar a tempo, temos esta já pronta a sair. São recomendações muito técnicas para o salvamento dentro de água e para o transporte do náufrago”, adiantou.

Na reunião de hoje não houve qualquer negociação, mas o dirigente mantém-se expectante de que o Ministério da Defesa implemente alguma das medidas propostas.

“A comissão demonstrou grande preocupação com todo o ponto de situação que fizemos e revelaram grande interesse nas propostas que apresentámos”, adiantou.

Continuar a ler

País

Dois segundos prémios do Euromilhões para Portugal

Sorte

em

Foto: DR / Arquivo

Dois apostadores portugueses venceram o segundo prémio do Euromilhões, no total de 92.895,37 euros para cada uma. Outros três apostadores do estrangeiro também venceram este prémio.

Já o primeiro prémio saiu a dois apostadores estrangeiros, no valor de cerca de 18,5 milhões para cada um.

Os números do Euromilhões

A chave sorteada é composta pelos números 4 – 9 – 14 – 21 – 27 e pelas estrelas 4 e 6.

Continuar a ler

País

Os números do Euromilhões

Sorte

em

Foto: O MINHO

É esta a chave do sorteio do Euromilhões desta terça-feira, 26 de maio: 4, 9, 14, 21 e 27 (números) e 4 e 6 (estrelas).

Em jogo para o primeiro prémio está um valor de 37 milhões de euros.

Continuar a ler

Populares